Ciência

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PSICÓLOGO QUE "DESPATOLOGIZOU" A HOMOSSEXUALIDADE 

DEFENDE REORIENTAÇÃO




Sabemos que você nunca pensou em ler e assistir falas do próprio autor da resolução que diz que ser gay não se trata de doença mental. Ninguém espera, ainda mais pelas declarações dele. 

Apenas aceitar o que dizem a nós, nos faz massa de manobra. Enquanto somos jovens é impossível fugir disso. No entanto, na maturidade os porquês da vida querem respostas. 

Para quem não é satisfeito com sua sexualidade nada melhor que ir estudar sobre ela. Você fica estarrecido ao estudar e investigar o assunto. 

O ex-presidente da Associação Americana de Psicologia (APA), Nicholas Cummings, autor do documento mais importante que mudou o futuro dos gays, fala no vídeo sobre o destino da organização após sua gestão e sobre a reorientação sexual. 

O psicólogo afirma que antes os trabalhos eram sérios. Quando criou a resolução em 1975, ele explica que a entidade se baseava no Princípio de Leona Tyler, que impedia que qualquer pesquisa sem comprovação científica fosse publicada, o que desde 1990 deixou de ser observado pela associação. 

O mais importante na fala dele é que mesmo sendo autor da resolução que definiu a homossexualidade sendo caracterológica, ao contrário de doença. Ele afirmou que na época as pesquisas haviam de continuar, o que nunca aconteceu. Isso mesmo, segundo ele pesquisas imparciais pararam por ali. 

A política, de acordo com Cummings, tomou conta da APA e prevaleceu sobre qualquer resultado científico: “resultados arbitrários de pesquisas tornaram-se moda e o movimento pelos direitos dos gays de certa forma tomou a APA”. 

O doutor na entrevista aparenta arrependimento e se pudesse voltar atrás pensaria um pouco mais: “Hoje eu vejo a necessidade de uma organização que recrute mais homens heterossexuais, os menos representados na APA atualmente”, desabafou. 

Cummings ressaltou que qualquer coisa que não era liberal passou a ser mal vista pelos associados. Quanto a homossexualidade ser algo irreversível ele discorda claramente ao dizer que “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”. 

A conclusão de tudo isso é que a militância gay tomou conta da própria ciência para auto-favorecimento colocando para escanteio os homossexuais que procuram espontaneamente formas de mudarem os seus desejos. 

As melhores afirmações de Cummings: 

“As agências de financiamento decidem arbitrariamente qual estudo será financiado”. 

“Se alguém decide ser gay eu respeito isso, mas também respeito o direito de discordar”.

“Agora só se ouve um lado da história”. 

O movimento ativista homossexual sempre que pode, ataca os ex-homossexuais dizendo que são enrustidos. Deturpam tudo que dizemos em suas matérias nem um pouco imparciais. Afirmam sempre que precisamos ser como eles e nos aceitar. 

A verdade é que não precisamos fazer parte de manobra alguma criada por eles. Estamos sendo nós mesmos, e exercendo nosso legítimo direito. 

Se vocês gostam do estilo de vida homossexual, do sexo homossexual, beleza. Nós não nos adaptamos. 

A maioria de nós homossexuais egodistônicos começamos a desenvolver desejos homossexuais depois de abusos na infância. E a cada vez que ouvimos "você tem que se aceitar" são reavivadas dentro de nós trágicas memórias. 

Não reclamem pelo fato de a maioria de nós buscar ajuda na religião. Afinal, esta é a única que vocês nunca vão manipular. 

Se vocês querem ser gays que sejam. Agora não impeçam pessoas de saírem da homossexualidade. 

Demonstramos aqui que querer deixar a homossexualidade não está baseado apenas em conceitos religiosos, mas também científicos. A ciência autêntica. A ciência imparcial reconhece isso. 

Foi o próprio autor da resolução que tirou a homossexualidade do rol de doenças mentais que afirmou: “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”.

Não seja enganada sociedade!



EX-GAYS SÃO ÓTIMOS MARIDOS DIZ PSICOTERAPEUTA



SOBRE O DR. 

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentando o programa "No Divã do Gikovate", na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.



LEIA O LIVRO DELE: SEXUALIDADE SEM FRONTEIRAS


SOBRE A OBRA:

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana. 

Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam. 

Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. 

No livro Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores, Flávio Gikovate propõe um novo paradigma no que se refere à sexualidade. 

O primeiro passo é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. É o clima lúdico que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia -- consentida -- que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar nossos interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. 

Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade -- e sem fronteiras. 




VOCÊ TAMBÉM PODE ASSISTIR ESSA PALESTRA SOBRE A OBRA. APÓS OS 51 MINUTOS DO VÍDEO ELE ESCLARECE COM SIMPLICIDADE E HONESTIDADE QUE TODOS TÊM O DIREITO DE MUDAR. E RECONHECE ALGO MUITO IMPORTANTE QUE NÃO SE TRATA DE PRESSÃO SOCIAL OU RELIGIOSA: A VONTADE DE MUDAR É UM S.O.N.H.O 




PSICOTERAPEUTA EX-GAY RICHARD COHEN FALA DO SEU LIVRO DESTINADO A HOMOSSEXUAIS EGODISTÔNICOS 



Ele é psicoterapeuta e ex-gay, casado e pai de três filhos. Nunca foi bitolado com a ideia de que não é possível mudar, pelo contrário, a certeza de que era possível deixar de ser gay foi o impulso que teve para se especializar na área que hoje atua. Ajuda homens e mulheres de todo o mundo a deixarem o desejo homossexual. Há 25 anos ajudando homossexuais egodistônicos e insatisfeitos com tal orientação garante que cerca de 85% dos pacientes têm exito no procedimento de reversão. Ele lançou um livro incrível, assunto deste vídeo.

PARA COMPRAR O LIVRO EM ESPANHOL APERTE AQUI


SEXO ANAL: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER  

Especialista explica de forma anatômica 
que sexo anal é completamente prejudicial à saúde




  "CURA GAY" OU TERAPIA DE REORIENTAÇÃO SEXUAL ?  


O que a mídia brasileira apelidou maldosamente de "cura gay" lá fora do país a Terapia de Reorientação Sexual ou Terapia Reparativa há alguns anos tem beneficiado muitos homens e mulheres que sofrem com atrações homossexuais indesejáveis. Neste vídeo um dos pioneiros do procedimento de reorientação sexual, o psicólogo americano Joseph Nicolosi explica como funciona a terapia e esclarece que deixam de alcançar os bons resultados somente aqueles que vão parar no consultório forçados. Os demais conseguem deixar o estilo de vida homossexual e viverem uma vida heterossexual sadia. O procedimento não é baseado em conceitos religiosos ou políticos, mas tão somente em estudos científicos todos publicados na internet podendo ser acessados de qualquer parte do mundo por qualquer pessoa. http://www.narth.com/


Relatos de Casos de Terapia Reparativa 
O psicólogo clínico americano relata na obra o resultado da terapia em oito homens que desejavam deixar de ser gays

Por meio da obra Joseph Nicolosi, um psicólogo clínico americano, relata a história de vida de oito homens que procuraram ajuda por problemas com a homossexualidade. Oito personalidades diferentes, mas problemas idênticos. O autor afirma que "alguns leitores podem surpreender-se com o estilo direto de minha intervenção terapêutica". Não vai deixar de ler né!


  ENTENDA O CONCEITO DE EGODISTONIA E EGOSINTONIA  






















Dr. Eduardo Adnet

Desde que escrevi o artigo Homossexualismo e Homossexualidade, o que já faz algum tempo, só tem crescido o número de pessoas que me enviam mensagens por email ou buscam contato telefônico. Na esmagadora maioria das vezes, estes contatos são de pessoas interessadas em saber mais sobre o tema, cuja abordagem científica tem sido progressivamente desencorajada por pressões da chamada militância gay. Já quanto às críticas e até mesmo certas hostilidades que já sofri por parte de alguns homossexuais militantes da dita “causa gay”, numericamente são tão poucos que não seria nenhum exagero considerá-los como um conjunto estatisticamente insignificante.

Outrossim, o que realmente incomoda é a má leitura que alguns fazem sobre o artigo que escrevi. A princípio pode até parecer um contrassenso, mas o que, na realidade, sempre busquei foi não apenas dissociar o tópico Homossexualidade de ideologias políticas e de abordagens pseudocientíficas (falsa ciência), mas cooperar com os próprios homossexuais no sentido de poder oferecer-lhes substrato científico a fim de que possam não somente se precaver, mas também se defender dos que buscam utilizá-los como massa de manobra ideológico-política, o que nada tem a ver com o estudo ou com a compreensão da Homossexualidade em si (per se).

Também incomoda, e bastante, a deliberada difusão de informações inverídicas, especulativas e até mesmo mentirosas em relação ao que a ciência tem a dizer sobre a Homossexualidade. Como já dito no artigo anterior, afirmar que homossexualidade não é doença em razão de ter sido eliminada esta categoria diagnóstica do DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) por uma simples votação (e sob a pressão do movimento gay norte-americano) já se constitui em um franco absurdo, em uma falácia pseudocientífica. Porém, afirmar que as pessoas já nascem homossexuais vai ainda mais além, tratando-se não somente de um outro absurdo, mas de uma repudiável aberração pseudocientífica. Seria algo como dizer que os nossos olhos foram criados para servir como cabeça de martelo ou que o nosso corpo deveria ser apoiado sobre o nariz ao invés dos pés.

Simplesmente não há escapatória para a sustentação de um argumento retórico tão surpreendentemente falso (digo retórico, pois de científico não possui absolutamente nada), pois ninguém nasce homossexual, como claramente o demonstram os fatos, o que veremos a seguir.

Nem a Criação e nem o Evolucionismo pode sustentar a argumentação de que alguém já nasce Homossexual

Embora antagônicas e fortemente opostas entre si, nem a exposição evolucionista e muito menos a visão teológica da existência têm como deixar de tornar insustentável e insubsistente a argumentação de que alguém já nasça homossexual.

Já se nasce Homossexual - Uma Assertiva inviável sob o ponto de vista Materialista (Evolução)

Como postula a teoria evolucionista, seríamos resultado da chamada “seleção natural”, sob cuja suposta ação subsistem ou se extinguem espécies. Em sendo assim, e já que a tal “seleção natural” necessita ora de milhares, ora de milhões (dependendo do autor) de anos para se expressar, e já que indivíduos de um dos dois sexos possuem pares cromossômicas diferentes (XX ou XY), já há muito parceiros do mesmo sexo simplesmente teriam deixado de existir, pois a reprodução nessa situação é absolutamente impossível.

Do mesmo modo, e seguindo a inevitável conversão de argumentos, se existisse algo como um “gene gay”, pelas mesmas razões não poderia existir um único indivíduo homossexual sobre a face da terra, pois a “evolução” já teria se encarregado de extingui-los, há muito tempo, e isto pelos mecanismos da própria e tal “seleção natural”.

Pelo raciocínio evolucionista, seria algo como se os caranguejos insistissem em copular somente com ostras, e estas o aceitando como sendo algo "natual", o resultado não poderia ser outro senão a irremediável extinção de ambas as espécies. Não haveria mais nem caranguejos, nem ostras, e muito menos caranguejo-ostras (ou ostras-caranguejo).

Isto sem falar que não existe absolutamente nada na ciência que, sequer possa, ainda que minimamente, sugerir que haja qualquer influência genética no comportamento homossexual. E repito, não existe nada a esse respeito! Nunca jamais nenhuma amostragem estatística, pesquisa ou estudo pôde ser conclusivo ou definitivo na busca por um suposto gene homossexual. Muito pelo contrário, os estudos envolvendo gêmeos homozigóticos (termo da genética que indica que os alelos de codificação genética são idênticos em conceptos univitelinos) se constituem em uma das mais poderosas evidências contra a argumentação de que a Homossexualidade seja genética.

Se o movimento gay (não me refiro aos homossexuais como um todo, mas sim a um segmento deles - os deliberados promotores do Homossexualismo como estilo de vida) busca um aliado em defesa de suas argumentações, a pior coisa que podem fazer é buscar a ciência como aliada, pois é ela mesma uma das mais poderosas adversárias contra a argumentação de que o Homossexualismo seja genético ou de que alguém, simplesmente, “já nasce gay”.

Estudos e trabalhos científicos, quer sejam de pesquisa, quer de simples levantamentos estatísticos, ou buscas por amostragens, se unidos, se constituem em uma objeção uníssona e absolutamente oposta à argumentação de que indivíduos já nascem homossexuais.

Na grande maioria dos casos, estudos com gêmeos univitelinos demonstram que não existe qualquer influência da genética sobre a expressão da sexualidade dos gêmeos. Em outras palavras, são muito mais numerosos os gêmeos univitelinos que divergem quanto à homossexualidade do que os que convergem.

Dr. Neil E. Whitehead, autor de uma das publicações mais conhecidas sobre as origens da Homossexualidade, My Genes Made Me Do It! - a Scientific Look at Sexual Orientation (Meus genes me obrigaram a fazê-lo, uma Observação Científica sobre a Orientação Sexual) chegou a compilar mais de 10.000 publicações científicas, durante cerca de vinte anos, e absolutamente nada jamais foi encontrado que pudesse sugerir a existência de qualquer influência genética sobre o comportamento homossexual.

Como médico especialista em Psiquiatria, lamento que os estudos sobre as origens da Homossexualidade estejam sendo tão fortemente desencorajados. Trata-se do mesmo tipo de pressão que o movimento gay norte-americano exerceu sobre a APA (American Psychiatric Association - Associação Psiquiátrica Americana) a fim de remover a homossexualidade do seu rol de transtornos mentais catalogados. Contudo, o que para esse movimento possa parecer algo como que um triunfo, o que na realidade conseguiram obter foi o suscitar da curiosidade alheia a respeito de uma decisão tão desprovida de fundamentação científica. O resultado foi, ainda que de certo modo tardio, uma explosão de retomada de estudos e de pesquisas que, em sua imensa maioria, depõem fortemente contra a argumentação de que indivíduos já nasçam homossexuais ou que haja algum componente genético para a expressão do comportamento homossexual.

Estudos tecnicamente mal Conduzidos (Metodologia Precária - ou Deficiente) e outros Absolutamente Inconclusivos

No que diz respeito a famosos e também muito problemáticos estudos sobre as origens da Homossexualidade (e também da Sexualidade Humana), cito alguns dos mais conhecidos:

- Dr. Simon LeVay - Brain Differences (inconclusivo)

- Brain Plasticity - A Fact Acknowledged by All Neuroscientists (inconclusivo)

- Michael Bailey and Richard Pillard - The Twins Study (inconclusivo)

- Dean Hamer - The Gay Gene on the X Chromosone (inconclusivo)

Discorrer sobre cada um destes quatro estudos demandaria espaço suficiente para a confecção de livro (s), o que foge ao nosso objetivo, é óbvio. Porém, poupo a quem quiser ser dispensado da investigação de tais estudos (o de Simon LeVay, por exemplo, é algo como um bastião da argumentação psedudocientífica pró-genes gay, não de sua parte, mas dos que se utilizam de modo ilegítimo de suas pesquisas) pois ninguém encontrará, sequer uma única vírgula, nesses estudos que possa corroborar a falsa assertiva de que indivíduos já nascem homossexuais.

Repito o que anteriormente já disse: Não me posiciono contra os homossexuais, mas me posiciono, isto sim, e de modo firme, contra a pseudociência (falsa ciência), e é ela própria a responsável por estudos torcidos, alguns deliberadamente forjados, sobre as origens da Homossexualidade, a respeito do que a imensidão de evidências aponta para o fato de tratar-se de um comportamento aprendido (condicionamento mental) nada tendo a ver com genética. Também ao lado deles me posiciono (ao lado dos homossexuais) a fim de, no que Deus me permitir, prover-lhes de informações (e também a seus pais, caso assim desejem) a fim de contrapor, em sólidas bases, a argumentação que diz respeito à suposta irreversibilidade da condição homossexual. Por simples definição, todo comportamento nascido sob a pressão do condicionamento mental é reversível, caso contrário sequer poderia ser chamado de condicionamento psíquico.

Se pessoas que anteriormente sujeitas e desesperançosas quanto à sua condição homossexual fizeram de tudo a fim de ocultar sua situação, muito menos após terem seu condicionamento mental (e sexual) revertido se exporão a juízos e a críticas alheias. Se antes buscavam ocultar sua sexualidade, estando ainda a ela sujeitas de modo aparentemente implacável, muito mais agora, tendo experimentado a reversibilidade se disporão à exposição pública. A argumentação sobre a irreversibilidade da homossexualidade (já se nasce gay) é tão insustentável como postular a irreversibilidade de qualquer outro condicionamento mental, como veremos a seguir.

Aqui um detalhe importante: Na simples e mera argumentação pró-homossexualismo, costuma-se dizer que pressões sociais anti-homossexualismo (o que costumam, inadequadamente sob as perspectivas etimológica, semântica e da terminologia da Psicopatologia, chamar de homofobia) seriam as causas principais por trás do desconforto de muitos em conviver com a própria homossexualidade (latente ou manifesta), o que, segundo eles, estaria por trás da egodistonia sexual ou do Transtorno do relacionamento sexual.

- Orientação sexual egodistônica (F66.1) - Definição: "Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Transtorno do relacionamento sexual (F66.2) - Definição: "A identidade ou a orientação sexual (hetero, homo ou bissexual) leva a dificuldades no estabelecimento e manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual." (Classificação Internacional de Doenças - CID) 

Porém, e se fosse assim, este mesmo argumento teria que, obrigatoriamente, valer para a Egodistonia Sexual (desarmonia com as suas consciências e auto-percepção da identidade de suas personalidades - ou seja, destoam do eu) de qualquer forma de expressão sexual, visto que o determinismo genético para as expressões sexuais, salvo no que diz respeito à Anatomia e à Fisiologia Médicas, carece de comprovação.

O único comportamento da sexualidade humana harmônico com o fenótipo dos indivíduos, ou seja, homens (cromossomas XY) ou mulheres (XX) é o Heterossexual, pois possuem seus respectivos aparelhos sexuais naturais em plena conformidade com os seus respectivos fenótipos. Fenótipo é o amplo conjunto das características herdadas de um ser humano e que se expressam desde a embriogênese, por exemplo: forma (morfologia anatômica), desenvolvimento celular, bioquímica corporal, fisiológica e também comportamentais (psicofenogenótipo). É o Fenótipo (genética) que determina que os homens (XY) nasçam com o aparelho sexual masculino (próstata, vesícula seminal, dutos deferentes, testículos, pênis) e que as mulheres nasçam com seu aparelho sexual já geneticamente determinado (ovários, útero, trompas, vagina, clitóris). A cópula destes indivíduos produz a multiplicação de seres humanos invariavelmente semelhantes aos pais, ou seja, homens ou mulheres, tanto pela interação genética como pela anátomo-fisiológica (o aparelho sexual e endocrinológico), salvo em algumas, e em seu conjunto raríssimas, síndromes genéticas autênticas, tais como a Síndrome de Turner(ausência parcial ou total de um cromossomo X - X0), na Síndrome de Klinefelter(XXY) e na Síndrome XYY. São as chamadas Mutações Genéticas, as quai são, todas elas, patológicas e que nada têm a ver com Homossexualidade.

Se as diversas formas de expressão sexual humana, o que também inclui as adições (dependências psicológicas, ou vícios - do termo em Inglês: addiction) fossem todas elas genéticas e irreversíveis, estariam definitivamente condenados a seus vícios sexuais egodistônicos todos os sexo-dependentes de qualquer ordem, seja da pornografia, da pedofilia, bestialidade, zoofilia, necrofilia, coprolagnia, urinofilia, dentre outros. E isto também se aplica aos comportamentos heterossexuais egodistônicos, pois se fosse assim, qualquer pessoa viciada na frequência a prostíbulos, por exemplo, estaria irremediavelmente condenada a morrer em seu vício, subjudaga pela "genética", tal como supostamente também ocorreria no jogo patológico, uma das mais terríveis condições de comprometimento da saúde mental, e que tem levado muitos a cometer suicídio.

Se existisse algum componente genético para a homossexualidade, necessariamente também teria que haver para praticamente todas as outras formas de expressão sexual (patológicas ou não). Importante também aqui ressaltar que a homossexualidade não está (e nunca esteve) nivelada ao mesmo nível de expressão da heterossexualidade, como veremos adiante. Homossexualidade e Heterossexualidade são tão díspares em termos de comparação essencial como quando se compara a necessidade de se ingerir líquidos com a necessidade de se ingerir bebidas alcoólicas. Trata-se isso de pseudociência, de engenharia sofismática ou de mera argumentação ideológica cientificamente infundada.

Ainda outro fato importante: Tentar camuflar a abordagem científica sobre a Homossexualidade adotando termos tais como homoafetividade, por exemplo, buscando abolir os termos clássicos Homossexualismo ou Homossexualidade desta mesma abordagem, tornaria inviável até mesmo a simples avaliação dos estudos e das pesquisas sobre o tema, haja vista que a grande maioria dos estudos não utiliza o termo homoafetividade, mas sim homossexualidade, homossexualismo e, em alguns poucos casos, homo-erotismo (termo também amplamente utilizado na indústria pornográfica homossexual).

A Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21), por exemplo, é uma síndrome genética autêntica, portanto absolutamente irreversível, pois não há poder nos seres humanos para alterar esta codificação genética patológica. Diferentemente, em comportamentos aprendidos (como no jogo patológico, ou no vício pela pornografia, por exemplo), a reversibilidade é não somente plenamente possível, como são abundantes os casos de pessoas que já não mais se encontram sob o domínio de tais vícios.

Mesmo a despeito destes fatos, a multidão de indivíduos que experimentaram a reversibilidade da condição homossexual é solenemente ignorada pela mídia, esta última repleta de incansáveis ativistas militantes do Homossexualismo (que não é a mesma coisa que Homossexualidade, como exposto no artigo anterior), e isto pelas razões as mais diversas, principalmente por motivações de cunho íntimo e caracteriológico (ou quando a manipulação política de grupos é ignorada).

Também nos Transtornos da Identidade Sexual (considerados patológicos e arrolados na Classificação Internacional de Doenças - CID), sobretudo no Transexualismo, se fosse este último de origem genética, sua origem deveria, obrigatoriamente, ser histórica e também sujeita à “seleção natural” do Evolucionismo. E se a argumentação da suposta origem genética para o Transexualismo fosse válida, a “seleção natural” teria “se esquecido” de lidar com estes indivíduos, pois a intervenção cirúrgica para mudança de sexo jamais seria necessária, pois a “evolução” já teria se encarregado de “adaptar” a anatomo-fisiologia destes indivíduos. O que, sabemos, jamais aconteceu.

Transexualismo, Travestismo Bivalente, Travestismo Fetichista, Transtorno de Identidade Sexual na Infância, Transtornos Múltiplos da Preferência Sexual e o Transtorno da Maturação Sexual - Doenças Psiquiátricas segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID)

- Transexualismo. F64.0 - "Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico e do desejo de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado. (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Travestismo bivalente. F64.1 - "Este termo designa o fato de usar vestimentas do sexo oposto durante uma parte de sua existência, de modo a satisfazer a experiência temporária de pertencer ao sexo oposto, mas sem desejo de alteração sexual mais permanente ou de uma transformação cirúrgica; a mudança de vestimenta não se acompanha de excitação sexual. (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Travestismo fetichista. F65.1 - "Vestir roupas do sexo oposto, principalmente com o objetivo de obter excitação sexual e de criar a aparência de pessoa do sexo oposto. O travestismo fetichista se distingue do travestismo transexual pela sua associação clara com uma excitação sexual e pela necessidade de se remover as roupas uma vez que o orgasmo ocorra e haja declínio da excitação sexual. Pode ocorrer como fase preliminar no desenvolvimento do transexualismo." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Transtornos múltiplos da preferência sexual. F65.6 - "Por vezes uma pessoa apresenta mais de uma anomalia da preferência sexual sem que nenhuma delas esteja em primeiro plano. A associação mais freqüente agrupa o fetichismo, o travestismo e o sadomasoquismo." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Transtorno de identidade sexual na infância. F64.2 - "Transtorno que usualmente primeiro se manifesta no início da infância (e sempre bem antes da puberdade), caracterizado por um persistente em intenso sofrimento com relação a pertencer a um dado sexo, junto com o desejo de ser (ou a insistência de que se é) do outro sexo. Há uma preocupação persistente com a roupa e as atividades do sexo oposto e repúdio do próprio sexo. O diagnóstico requer uma profunda perturbação de identidade sexual normal; não é suficiente que uma menina seja levada a traquinas ou que o menino tenha uma atitude afeminada." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Transtorno da maturação sexual. F66.0 - "O paciente está incerto quanto a sua identidade sexual ou sua orientação sexual, e seu sofrimento comporta ansiedade ou depressão. Comumente isto ocorre em adolescentes que não estão certos da sua orientação (homo, hetero ou bissexual), ou em indivíduos que após um período de orientação sexual aparentemente estável (freqüentemente ligada a uma relação duradoura) descobre que sua orientação sexual está mudando." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Nas definições da própria Classificação Internacional de Doenças (CID), quando esta afirma: "pode buscar tratamento para alterá-la" e "descobre que sua orientação sexual está mudando" admite a mudança da orientação sexual, como acabamos de ver acima.

(Cf. CIDs: F66.1 e F66.0)

A Argumentação Teológica Judaico-Cristã e a Islâmica no que diz respeito ao fato de ninguém nascer Homossexual.

Segundo um recente estudo demográfico que pesquisou 230 nações e territórios, conduzido em 2010 pelo Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Lifee divulgado pelo jornal norte-americano, The Washington Times, 5.8 Bilhões de indivíduos (adultos e crianças) ao redor do mundo possuem religião. Isto representa cerca de 85 porcento de toda a população mundial. Um terço da população mundial é Cristã. Estima-se que a população mundial hoje seja de cerca de 7 Bilhões de pessoas (2013).

Segundo os dados deste levantamento (e de outros semelhantes), 2.2 Bilhões de pessoas são Cristãs (32 porcento da população mundial), 1.6 Bilhão são Muçulmanos (23 porcento) e 1 Bilhão são Hindus (15 porcento da população mundial). Os judeus respondem por 14 milhões de indivíduos. Há 500 milhões de Budistas no mundo (7 porcento da população mundial), tendo sido também contabilizados indivíduos pertencentes às seguintes religiões: Baha’i, Jainismo, Sikhismo, Xintoísmo, Taoísmo, Tenrikyo, Zoroastrianismo, religiões chinesas, africanas e ameríndias.

No Ocidente, as duas religiões mais influentes são, de longe, a Cristã e a Judaica.

De cunho estritamente pessoal e individual, o posicionamento diante das declarações escriturísticas é uma questão de decisão, porém as Escrituras Sagradas, o Antigo Testamento, a Torah e o Tanah Judaico e o Novo Testamento são simples e absolutamente irrefutáveis no que tange às suas abordagens sobre a questão do Homossexualismo. Ou seja, a argumentação teológica, seja ela Cristã, Judaica ou Judaico-Cristã, é literalmente impossível de ser contraposta, salvo pela fraude (o que não é a Verdade).

Tanto o Novo Testamento, como o Antigo Testamento, o Tanah - Velho Testamento em Hebraico, e também o Alcorão dos muçulmanos são impossíveis de serem contraditos em suas respectivas posições no que tange ao Homossexualismo. Seria algo pior do que esmurrar ponta de faca, sendo como tentar sustentar o peso de um elefante com a estrutura do próprio crânio, ou seja, impossível, visto que não existe a menor possibilidade de se contrapor às afirmações escriturísticas quando mencionam o Homossexualismo.

Se a linguagem significa alguma coisa, e se Deus quis ser entendido pelos homens que ele mesmo criou, o que se poderia dizer a fim tentar se contrapor ao que está escrito?

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação. Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão. Com nenhuma destas coisas vos contaminareis, porque com todas estas coisas se contaminaram as nações que eu lanço de diante de vós. E a terra se contaminou; e eu visitei nela a sua iniqüidade, e ela vomitou os seus moradores.” Levítico 18:22-25 

O trecho bíblico acima é aceito, e de modo inquestionável, tanto pelos judeus como pelos cristãos, sendo o Antigo Testamento comum a ambas as religiões. A diferença fundamental, neste caso, é que o Novo Testamento de Jesus Cristo oferece o perdão gratuito a todos os infratores da Lei de Moisés, e isto por ter ele próprio, o Senhor Jesus Cristo, cumprido toda a Lei e conquistado para nós a justiça da própria Lei através de sua obediência à Lei, sua morte e sua ressurreição, ao passo que o Antigo Testamento requer a obediência às exigências já cumpridas pelo Messias de Deus.

Todavia, em nenhum lugar do Novo Testamento existe qualquer sombra de concordância para com o comportamento homossexual, ou seja, assim e no mesmo nível do que o adultério, é condenável aos olhos de Deus. A novidade do Evangelho é o perdão e a salvação gratuita, por meio da fé, oferecida pelo Senhor Jesus Cristo.

Há quem procure argumentar que existe um problema de interpretação sobre o que a Bíblia diz sobre o Homossexualismo, seria o que chamam de “interpretações fundamentalistas”. Mas que problema de interpretação poderia haver diante do seguinte versículo bíblico?

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.” Levítico 18

Se existe “interpretação fundamentalista” deste versículo, também teria de haver problemas para se interpretar:

“Não matarás.” Êxodo 20.13

“Não adulterarás.” Êxodo 20.14

“Não furtarás.” Êxodo 20.15

Novamente, se a linguagem significa alguma coisa, e se Deus quis ser entendido pelos homens, de que outro modo poderia ser interpretado o que acima se pode ler?

Outra argumentação, esta já bem mais elaborada, assevera que por não mais estarmos no Tempo da Lei de Moisés, estes versículos bíblicos já não mais teriam nenhuma influência sobre os Cristãos (no sentido do cumprimento da Lei de Moisés). A argumentação vai ainda um pouco mais além, pois, segundo dizem, na Lei de Moisés também está escrito:

“Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera.” Levítico 20:10

Todavia, esta questão já foi definitivamente encerrada pelo próprio Senhor Jesus Cristo quando ele diz:

“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” Mateus 5:17,18

E diante da situação de uma mulher pega em adultério, o que fez o Senhor Jesus Cristo? Apedrejou-a? Não, mas a perdoou. E a mesma atitude ele continua a ter para com todos que o buscam. Jesus Cristo cumpriu a Lei, morreu em nosso lugar, ressuscitou e oferece o perdão pela fé n'Ele.

Os Eunucos citados pelo Senhor Jesus Cristo no Evangelho não são os Homossexuais

“Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir admita.” Mateus 19:12

Os primeiros eunucos da sequência acima são uma evidente referência às diversas anomalias congênitas envolvendo o desenvolvimento natural do aparelho sexual e a incapacidade para a cópula e reprodutiva. Testículos ou ovários anormais ou mesmo uma mistura de ovário e testículo (os hermafroditas) são apenas alguns exemplos de tais anomalias.
Quanto aos segundos eunucos da sequência utilizada pelo Senhor Jesus, os eunucos a quem os homens fizeram tais, estes são os homens castrados em razão de sua função específica de cuidar de mulheres de reis e de imperadores, algo fartamente registrado na História (Egito, Babilônia, Pérsia, Roma, para citar alguns exemplos). A castração (orquidectomia) ou a emasculação (amputação dos órgãos genitais) tinha a finalidade de impedir que tais homens tivessem relações sexuais com as mulheres de seus senhores.
Já quanto ao terceiro grupo da sequência, a referência é também evidente: trata-se da deliberada e espontânea vontade de abstinência sexual. É o Celibato voluntário.

O que existe em comum nos três grupos de eunucos citados no Evangelho é justamente a ausência das relações sexuais. E isto evidentemente nada têm a ver com homossexualidade ou com homossexualismo, pois a maioria dos homossexuais pratica relações sexuais. A argumentação de que os eunucos de nascença seriam os homossexuais é teologicamente insustentável enquanto argumentação e absolutamente impossível no que diz respeito à interpretação bíblica, pois neste último caso trataria-se de uma contradição escriturística, o que evidentemente não é o caso, e nem mesmo poderia ser.

O Homossexualismo e o Alcorão dos Muçulmanos

No Alcorão, existe uma certa semelhança com o Antigo Testamento especificamente no que diz respeito à inadmissibilidade do comportamento homossexual, sendo o Alcorão dos muçulmanos sobremodo mais rígido e impiedoso para com os homossexuais. Diferentemente da abordagem amorosa do Senhor Jesus Cristo para com todos os pecadores, o Alcorão prega a inevitável morte e a destruição de seus transgressores.

“E (enviamos) Lot, que disse ao seu povo: Cometeis abominação como ninguém no mundo jamais cometeu antes de vós, acercando-vos licenciosamente dos homens, em vez das mulheres. Realmente, sois um povo transgressor. E a resposta do seu povo só constituiu em dizer (uns aos outros): Expulsai-vos da vossa cidade porque são pessoas que desejam ser puras. Porém, salvamo-los, juntamente com a sua família, exceto a sua mulher, que se contou entre os que foram deixados para trás. E desencadeamos sobre eles uma tempestade. Repara, pois, qual foi o destino dos pecadores!” Alcorão Surata 7:80-84.

“O castigo, para aqueles que lutam contra Alá e contra o seu mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.” Alcorão, Surata 5,33

Sem intentar me aprofundar no que diz o Alcorão sobre o Homossexualismo, a prática o demonstra, de modo explícito e inequívoco, que a religião islâmica é a mais intolerante de todas com respeitos aos homossexuais. Até hoje, países como o Irã e a Arábia Saudita, por exemplo, literalmente executam muitos homossexuais (na maioria das vezes por enforcamento). Basta uma pesquisa de apenas alguns segundos a fim de que se encontrem notícias a esse respeito.

Conclusão

Quer seja sob a perspectiva científica, quer seja sob a perspectiva teológica, ou mesmo religiosa, não existe nenhuma sustentação para a argumentação de que as pessoas já nasçam homossexuais. Do ponto de vista científico, como já explanado acima, trata-se de mera especulação pseudocientífica, senão de deliberada distorção dos fatos. Na perspectiva religiosa, ou teológica, a situação fica ainda pior, algo como se Deus não soubesse o que estava fazendo ao criar o homem à Sua imagem e semelhança. O Criador imprimiu no código genético dos seres humanos uma codificação imutável, inflexível e absolutamente impossível de ser alterada: Homens são homens por criação (XY) e mulheres idem (XX). A conformação anatômica de ambos permanecerá sendo a mesma a cada bebê que nasça. A única modificação possível (cruenta e artificial) é pela mutilação cirúrgica do órgão genital masculino (opção de alguns Transexuais), e/ou a administração hormonal com a finalidade de alterar o balanço endocrinológico natural presente nos seres humanos.

Já quanto às ciências cujo corpo de estudos inclui o comportamento humano (Psiquiatria, Psicologia, Antropologia, Sociologia, dentre outras), estas estarão cada vez mais amordaçadas e impedidas de prestar auxílio a quem o desejar, e isto na medida do avanço da propaganda e da militância homossexual, seja às custas da evidente propaganda midiática pró-homossexualismo ou do cerceamento ilegítimo e tirânico das liberdades individuais e coletivas. Todavia, não há ninguém sobre a face da terra que possa negar a ciência autêntica, contradizê-la ou anulá-la. O único caminho para tal é a fraude científica, a perseguição religiosa, a opressão e a tirania.

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- O Alcorão dos Muçulmanos

- The Pew Research Center

- Jews Offering New Alternatives for Healing, JOHNAH International, Institute for Gender Affirmation

- A Bíblia (Edição Revista e Atualizada no Brasil)

*Nota: O texto original deste artigo se encontra na posse de seu autor, devidamente registrado e cuidadosamente arquivado, a fim de que não venha, porventura, a ocorrer que este artigo seja duplicado, ou mesmo citado, de modo adulterado e/ou fora dos objetivos para os quais foi originalmente escrito. Está, deste modo, e portanto, desautorizada a sua utilização para qualquer que seja a finalidade, salvo por consentimento devidamente expresso do autor.

Dr Eduardo Adnet

Médico Especialista em Psiquiatria

Titulado pela Associação Brasileira de Psiquiatria e

Associação Médica Brasileira.


*O livro My Genes Made Me Do It! - Homosexuality and the scientific evidence(Meus Genes me Obrigaram a fazê-lo! - A Homossexualidade e as Evidências Científicas) está disponível para download gratuito (em Inglês), em versão PDF,aqui.






Médico E.T.F.M; Médico especialista em Bioética

Já não existem milhões de ex-heterossexuais? 
Sim, assim como existem ex-homossexuais!

Já conheci muitos médicos, psicólogos e pedagogos que “acreditam” que a homossexualidade continua sendo um distúrbio ou transtorno intrinsecamente temporário; mas que pode se manter tanto pela vida inteira, quanto por um curto período nos seres humanos.

A permanência sugere depender principalmente da convicção do individuo: de que aquela tendência/atração sexual “lhe pertence” ou não.

Alguns até ousam comparar com um “vício ou dependência química”, que pode ser abdicado totalmente ou dominar totalmente o ser em questão. Ou seja, apesar de algumas pessoas terem momentos duradouros de “tesão”, excitação ou libido por influência de indivíduos do mesmo sexo (alguns até por animais ou objetos); estes sentimentos/fetiches ou emoções/bizarrices só serão perenes (ou não) especialmente se houver vazão e crença de que “devem ser perpétuos” (ou não).

Eu sou um destes que interpreta a homossexualidade como uma fase, uma “tentação comum” que pode ser comparada ao “adultério” para fins didáticos. Entendo haver simplificadamente dois tipos de adúlteros: um genuíno e outro em potencial; ambos limitados temporalmente pela “vontade”.



O “genuíno” se envolve amorosamente (não necessariamente sexualmente) com outras pessoas na vida real, o “potencial” deseja e fantasia apenas na sua mente um relacionamento extraconjugal.


Ambos os tipos de adúlteros só são assim identificados enquanto mantiverem “atuações físicas ou estimulações psicológicas” de relação ou conteúdo amorosos com outras pessoas que não seu cônjuge.

Entretanto, estes também deveriam deixar imediatamente de ser “tipificados como adúlteros” (por si mesmo e por seus observadores) assim que abandonassem estas “atividades” (mentais ou realmente práticas), demonstrando sua fidelidade matrimonial.

A homossexualidade tende a funcionar de similar modo (deveria ser vista assim, na minha impressão); de forma que julgo mais correto descrever que alguém tem práticas/condutas ou ideias/pensamentos homossexuais, em vez deste “ser” homossexual (tendo em vista sua categórica temporalidade em vez de uma essência imutável).

Mas, ciente do rotineiro uso de verbos intransitivos para se referir a um “manifestante” da homossexualidade, irei me utilizar deste mesmo “estilo” corrente também; contudo apenas para me fazer entender melhor neste texto.

Ser médico favorece que pessoas pouco íntimas -de grupos ou comunidades afins- tenham iniciativa de compartilhar diversos conflitos sigilosos que afetaram direta ou indiretamente sua sanidade ou felicidade. Provavelmente, por isso, já tive oportunidade de conhecer inúmeros ex-gays “de verdade”.

Baseado nos que encontrei, estimo que haja outras centenas de milhares, só no Brasil.

Porém, todos os verdadeiros cidadãos ex-gays que conheci me disseram que passaram por severas discriminações e diversas retaliações, especialmente por parte de convictos cidadãos (outrora colegas e amigos) gays, durante (e por causa da) sua tentativa de abandono da homossexualidade.

Seria por isso que poucas pessoas conhecem algum ex-gay convincente?

Afinal, um cidadão tem direito de “mudar” a sua preferência sexual; ou deve ser proibido deste “descabido” intento?

Será que este fato real – um ex-gay satisfeito por abandonar a homossexualidade – poderia “constranger” os homossexuais praticantes e convictos, sendo, por isso, os supostos “dissidentes” combatidos, desacreditados e desrespeitados justificadamente?

Ora, um heterossexual tem “direito de virar” homossexual a qualquer hora, mesmo após décadas de heterossexualidade estrita. E apesar deste “EX” sempre ser acusado de ter vivido nos anos passados como um enrustido infeliz (numa pseudo-heterossexualidade) acabam tendo aceitação de sua “mudança de orientação” a qualquer momento.

Mas, será que jamais um suposto homossexual estrito poderia fazer o caminho inverso, similarmente?

Talvez na nossa sociedade só se possa mudar de opção sexual uma vez “por encarnação”, caso se presuma ter “nascido heterossexual”; sendo sempre vedada alguma mudança caso se especule minimamente este já vir de algum “antecedente homossexual”?

Ou seja, apesar de não existir um gene gay (que ninguém encontrou ainda, mas há quem tenha mais fé na sua existência do que em Deus), certamente há fanáticos que interpretam a afetividade congênere, como se esta fosse “dominante” sobre uma “recessiva” heterossexualidade.

Ademais, a fábula da moda ainda é: “uma vez gay = gay para sempre”.

Parece brincadeira, mas seria este o infantil algoritmo que se espalhou na sociedade e que – talvez tendenciosamente – construiu um discreto preconceito contra a simples existência de ex-gays?

Curiosamente, todos os ex-gays que conheci afirmaram ainda que desejariam ter tido um acolhimento especializado: apoio psicológico ou psiquiátrico durante o período em que se “esforçaram” para abandonar espontaneamente as rotinas/hábitos/vícios relacionados ao “exercício” prévio da homossexualidade.

Embora tenham atingido seu intento praticamente sozinhos, com o suporte de sua convicção (de voltarem para a heterossexualidade), quase 100% destes ex-gays afirmaram também que tentaram encontrar (mas não tiveram êxito) profissionais de saúde disponíveis – oportunamente – para lhes orientar nesta decisiva transição.

Geralmente, apenas poucos cidadãos cristãos ou familiares lhe ofereceram solidariedade e compreensão durante momentos de angústia, depressão ou ansiedade relacionados à homossexualidade e seu progressivo abandono voluntário.

Então, seria digno e necessário obrigar um ex-gay (ou pretenso ex-gay) a voltar para (ou manter-se restrito a) “sua” homossexualidade, suportando passivamente quaisquer sofrimentos físicos ou psicológicos oriundos do firme desejo de descarte dos elementos relacionados à sodomia?

Convém relembrar que a OMS define que “saúde é o estado de mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”.

Ora, inúmeros ex-gays consideraram que sua passada “crise homossexual” foi muito prejudicial a todos estes elementos que constituiriam sua “plenitude” física, mental e social. Surpreso?

Quantos homossexuais já afirmaram o mesmo do seu passado heterossexual?

Quase todos os que conheci! Similarmente, no próprio entendimento de vários ex-gays, seu agudo ou crônico antecedente homossexual foi percebido como uma fase de “distúrbio ou transtorno psicológico temporário”, mas que afetou sobremaneira seu bem-estar.

E ninguém teria autoridade de dizer o contrário, acusando-os de antemão de estarem mentindo sobre si ou –preconceituosamente- desacreditando sua autopercepção.

Porém, para certas comunidades LGBTs, parece que o testemunho destes possíveis “ex-associados” sobre sua própria preferência sexual – só a vigente, não a posterior – não seria mais digno de crédito, enquanto seria digno os de quaisquer indivíduos que abandonaram a heterossexualidade para dar vazão a experiências homossexuais (entendendo similarmente ser esta livre mudança mais saudável e bem-vinda para sua vida)?

È irrefutável que, certamente, há inúmeros outros gays com potencial e desejo de se tornarem heterossexuais (novamente?), assim como as dezenas de atuais ex-gays que conheci.

Isto é um fato lógico e racional, tanto que nenhuma pessoa física ou jurídica deveria condenar ou restringir estas almas viventes – geralmente adultos emancipados – de buscarem um melhor “estado de saúde e felicidade” (na sua visão e entendimento), por meio inclusive de apoio profissional; seja médico, psicológico, pedagógico ou qualquer outro.

Será que estes cidadãos (ex-gays) não teriam autonomia, liberdade ou direito de procurar o auxílio que julguem necessário para reduzir seu sofrimento; ou mesmo de acelerar a inadiável resolução de seus problemas sexuais, em vez de transparecer que o Estado simplesmente ignora (ou até impede) a atenção necessária?

Reafirmo que – assim como gays se dizem mais “felizes” após manifestaram sua homossexualidade – é fato equivalente que vários ex-gays se dizem muito mais “saudáveis/satisfeitos” após testemunharem (coerentemente) um completo abandono da homossexualidade em seu dia-a-dia: estando alguns destes já contentes/equilibrados em pleno exercício da heterossexualidade (por meio de um fiel casamento), ou ainda solteiros e no aguardo do parceiro heterossexual ideal (para constituir sua família).

Por que (por um lado) seria crime preconceituoso e discriminatório impedir que “Gays + Lésbicas + Bissexuais + Transexuais + Travestis” buscassem auxilio especializado para exercer sua “plena e irrestrita” homossexualidade; mas (por outro lado) seria lícito desejável e necessário (para poucos brasileiros?) que se impeça que qualquer um desses ex-GLBTT “mudem de idéia” e consigam alcançar o estado de ex-homossexualidade ou heterossexualidade absoluta?

Faz parte da literatura acadêmica tradicional (reafirmada por recentes pesquisas sérias), que vários ex-gays já indicaram criteriosamente que foram fatores externos -ocorridos durante sua infância- os mais importantes para lhes induzir a questionar sua “heterossexualidade nativa/original” prematuramente.

Vários destes ex-gays entenderam –inclusive- que não “nasceram gays”, antes afirmam que, em algum momento da fase pré-puberal (em que ainda não sabiam lidar com os sofrimentos do mundo, nem com conturbados relacionamentos entre adultos ou mesmo com as carícias recebidas), foram levados a interpretar que “poderia ser mais conveniente” dar vazão ao “perfil homossexual”.

Porém, só após chegarem à maturidade e percorrerem o paradigmático caminho de abandono da homossexualidade, alguns conseguiram compreender e defender convictamente que, se não fosse à desestruturação do seu lar durante a infância (conflitos familiares, violência doméstica, rejeição ou desamor materno/paterno), ou mesmo os sutis primeiros estímulos prazerosos precoces (alguns nem tão sutis) feitos por pessoas do mesmo sexo, jamais teriam abandonado a heterossexualidade e se confundido temporariamente em “outra” preferência sexual.

Mas, parece que, para certas associações parciais, o status de “ex-gay” tem de ser algo inverossímil; impossível de existir por livre e espontânea vontade, sendo uma espécie de cidadão completamente proibido na sociedade moderna?

Afinal, a quem interessa manter o patético mito de que “não existe ex-homossexual”: à ciência ou às comunidades LGBTs?


Já não existem milhões de ex-heterossexuais?
Sim, assim como existem ex-homossexuais!

Afinal, por que interessa tanto ignorar a existência de tamanha quantidade de cidadãos “deste tipo” ao nosso derredor? Reformulando a pergunta: o fato de existirem incontáveis e genuínos ex-gays, por acaso colocaria em risco alguns planos e interesses escusos de “alguns grupos”?

Será que se identificassem e se pesquisassem criteriosamente “apenas” algumas centenas de ex-gays, já seria possível questionar solidamente a precoce – e talvez mal embasada – exclusão dos diagnósticos de base sodomita, “escondidos” abruptamente do ensino médico e psicológico?

Ou mesmo, esta “inesperada descoberta” colocaria em xeque a tentativa de proibição da atuação psiquiátrica e psicoterapêutica nos indivíduos que – ainda hoje – mendigam ajuda para abandonar desejos ou memórias (indesejáveis) de praticas homossexuais?

Acredito que haja muitas mais pessoas (inclusive psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos fora do meu circulo de convívio) que acreditam – como eu – que provar que existem crescentes ex-gays (isto é, ex-manifestantes de sodomia), colocaria “por terra” vários planos inconstitucionais do grupo político LGBT: como de ter cotas gays em concursos públicos, cotas gays em vestibulares e até cotas gays em todas as empresas deste país.

Será que colocaria por terra também os projetos de lei para influenciar os “filhos dos outros” a questionarem sua heterossexualidade precocemente, invadindo e até desrespeitando a educação e autoridade dos próprios pais?

Será que provar que seria possível abandonar 100% das tentações e práticas homossexuais voluntariamente e saudavelmente, desmistificaria a “fantástica necessidade” de propostas mirabolantes, como o PLC 122/2006 ou qualquer sucessor piorado que cinicamente eleva os homossexuais acima dos heterossexuais (inclusive os ex-gays) em direitos civis?

Será que provar que a homossexualidade pode ser apenas um período delimitado na vida de milhares/milhões de futuros ex-gays, mas também uma fonte de sofrimento psicológico (para muitos destes) passível de auxílio psicoterápico ou psiquiátrico; poderia ser inconveniente para as ideologias das comunidades LGBTs, uma das muitas facetas da política de forçado controle populacional no mundo?

Afinal, por que, em vários países de primeiro mundo, se abre caminho para serviços profissionais de acolhimento e reorientação sexual (de adultos voluntários ao abandono da homossexualidade ou de crianças e adolescentes vitimas de abusos homossexuais) e não se ousa propor privilégios civis e jurídicos para o cidadão gay; mas, justamente na República Federativa do Brasil, país emergente estratégico no cenário geopolítico internacional, se deseja incitar abusivamente a elevação do percentual de gays na população (inclusive infanto-juvenil) por meio de privilégios em todas as esferas possíveis?

Para ficar mais claro, eu acho muito sensata e digna a possibilidade de se “intervir na homossexualidade” dos que desejam abdicar desta entidade, de forma que ilustrarei esta opinião metaforicamente: tal qual se pode intervir em simples nevos de pele (benignos e malignos).

Há nevos que nascem com os indivíduos e outros que surgem pela interação com o meio ambiente.

Alguns podem prejudicar de antemão e mesmo os inofensivos ainda poderão malignizar após persistentes atritos e reações ambientais (de uma simpática queratose solar pode surgir um melanoma, por exemplo).

Em todos os casos, são opcionais as intervenções.

Similarmente vejo os desejos e manifestações de homossexualidade: -(1) Alguns sinais de homossexualidade sugerem “malignidade” para a sanidade mental dos indivíduos, especialmente quando são frutos de interação com agentes externos criminosos (como assédio, sedução, estupro ou sodomização infantil), cujos “sinais” certamente não surgiriam se não tivessem ocorrido os eventos “traumáticos” correlatos.

A vítima deste “sinal” pode sofrer muito, tanto que fatalmente vai ceder – sem amparo – e deixar que este se expanda e perpetue em seu corpo.

Ninguém costuma saber oportunamente como se “tratar” sozinho, pois sua inocência nem enxerga as potencialidades daquela “mancha”, muito menos sem acesso a algum profissional que poderia explicar e ajudar terapeuticamente. -(2) Outros sinais de homossexualidade não sugerem “malignidade” para a sanidade mental, mas podem ser indesejáveis pelo individuo mesmo assim.

Geralmente estes surgem da curiosidade de novas experiências (que favorecem a interação com inúmeros fatores externos) já na fase adulta, mas que podem, em algum momento, incomodar por qualquer razão e não serem mais desejáveis.

Daí, alguns já se convencem a eliminar sozinhos este “sinal” que surgiu ou cresceu mais do que devia “sabe lá Deus como”; tanto que buscam e consideram bem-vindo o auxílio especializado que permita resolver esta “mácula” da forma mais eficiente/eficaz/efetiva disponível.

Eu poderia me estender em elucubrações análogas destas figuras de linguagem (terapia de sinais da homossexualidade x terapia de nevos da pele), mas creio que os leitores já entenderam a lógica e o paralelismo por trás da parábola inicial.

Certamente há quem goste de seu “nevo sodomita”, mas não se pode condenar quem não gosta (ou é indiferente) e quer “tratá-lo”!

“Nevos sodomitas” podem nascer e sumir espontaneamente em qualquer um; e sempre haverá quem “se orgulhe” de vê-los crescer mais e mais, assim como sempre haverá quem abomine ou sofra com a presença de um similar “sinal”, a ponto de buscar extirpá-lo definitivamente antes que cresça mais.

Afinal, estes “elementos superficiais” são opcionais, cuja intervenção adequada (quando voluntária) não gera qualquer prejuízo ao ser, enquanto a não intervenção (quando solicitada e ignorada) pode até gerar -sim- prejuízos futuros ao mesmo ser, inclusive se esta “pinta” vier a aprofundar e metastatizar inapropriadamente para outras áreas (no entendimento daquele indivíduo).

Decifrando esta intervenção voluntária: em vez do bisturi se usaria o diálogo com conhecimento (psicologia+psiquiatria+psicopedagogia, principalmente); no lugar da lidocaína se aplicaria solidariedade com paciência; substituir-se-iam agulhas, fios ou curativos pela reflexão, a lógica e a fé…

Até eventuais medicações paliativas (como ansiolíticos ou antidepressivos, para sintomas correlatos) poderiam ser úteis temporariamente para as freqüentes comorbidades.

Para os ainda incrédulos do real abandono de “fases” homossexuais e sua consequente demanda de apoio profissional (se solicitado sem coação), peço que reflitam sobre os mamíferos e a seleção natural: há momentos de atos de homossexualidade entre os animais heterossexuais, ou há momentos de atos heterossexuais entre os animais homossexuais?

É óbvio que qualquer espécie sexuada se extinguiria se fosse estritamente homossexual.

Aos menos os possíveis exemplares “homossexuais convictos” (existem?), seriam excluídos pela “seleção natural”.

Porém, não conheço estudos/pesquisas que sugiram que algum animal insistiu numa aparente “homossexualidade nativa”; apesar das oportunidades de envolvimentos com parceiros do sexo oposto.

Reafirmo que desconheço qualquer fato que transpareça que um exemplar “saudável” se manteve numa suposta “fidelidade á sua homossexualidade” até morrer, sem tentativa de gerar descendência.

E creio até que, se algum mamífero deixou de se procriar apesar de oportunidades reais, este deveria ter alguma patologia ou distúrbio sério, mas não por ser “homossexual de berço”.

Apesar de limitados intelectualmente e impulsionados por instintos diversos, os animais não costumam “ir contra a natureza”, tendo inclusive um ou inúmeros envolvimentos heterossexuais ao longo de sua oportuna vida, construindo a chance de ter uma prole “dele e do parceiro selecionado”.

Mas, ainda que fosse possível existir um animal com o “incrível gene da homossexualidade”, somente se este fosse “estuprado” teria algum risco de ter esta genética passada adiante, sendo ainda diluída pela metade com o parceiro violentador (que provavelmente não corroboraria darwinianamente com outro gene homossexual aos seus herdeiros comuns).

Por que será que a evolução dos mamíferos exclui ou dilui os “saudáveis vestígios de homossexualidade” da sua história terrestre, apesar das aparentes (e efêmeras) manifestações de homossexualidade no reino (irracional) animal?

Alguém já se questionou se a presença de “situações” de sodomização nas gerações de mamíferos seria algo “consciente”, duradouro, normal e desejável realmente, inclusive de um ponto de vista genético e evolutivo?

Concluindo, o que falta para tantos cientistas da área de saúde pararem de cultivar (omissa e indiretamente) o infundado dogma de uma pretensa “raça gay” entre os homo sapiens, apesar de terem acesso a fartas evidências contrárias a qualquer “fé pró-gay”?

Seria medo de retaliações (de uma minoria)?

Ou seriam meros interesses políticos, financeiros ou pessoais enrustidos; talvez até entre alguns supostos ícones da academia ou representantes de conselhos profissionais?

Deve haver outras hipóteses; mas, por favor, responda a estas questões quem for capaz.



*Nota: O texto original deste artigo se encontra na posse de seu autor, devidamente registrado e cuidadosamente arquivado, a fim de que não venha, porventura, a ocorrer que este artigo seja duplicado, ou mesmo citado, de modo adulterado e/ou fora dos objetivos para os quais foi originalmente escrito.








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  1. Cara quanto a um gene feminino que influencie a orientação sexual no homem homossexual existe? Obrigado.

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    1. Biologicamente não há coisa alguma que comprove influências na orientação sexual. A biologia consegue explicar o fato de um corpo ser masculino (ter pênis) ou feminino (ter vagina). O que passa disso a própria biologia chama de doença, anormalidade, caso raro, como é a síndrome de Klinefelter que ocorre quando uma pessoa do sexo masculino apresenta um cromossomo X a mais. Quando sai do padrão XX E XY o corpo de alguma forma sofre mutações. A orientação sexual está mais próxima dos profissionais que estudam a mente.

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