sábado, 22 de agosto de 2015

IMPRENSA BRASILEIRA: ELES SOBREVIVERAM À MÍDIA GAYZISTA


Não é novidade que a homossexualidade deixou de ser um bicho de sete cabeças graças a força da mídia. Se ela tivesse trabalhado apenas para o equilíbrio social, para o respeito das pessoas homossexuais, tudo estaria bem. No entanto, a avareza, a cobiça pelo dinheiro, deu espaço para a promoção da homossexualidade - um comportamento de origem empiricamente desconhecida. Fato que deve ser observado sempre! E não só isso, mas também ganharam espaço os objetivos desequilibrados do ativismo gay.

A maior evidencia disso foi a falsa "cura gay" - termo maldosamente aplicado a um projeto de lei que nada mais é do que a consolidação do direito de liberdade individual dos usuários do serviço psicológico. Um projeto que favorece quem voluntariamente quer deixar de ser homossexual por meio do auxílio dos profissionais dessa categoria.

Atualmente aqueles que procuram esses "especialistas" são convidados a permanecerem gays mesmo que não queiram. E quando encontram algum raríssimo psicólogo disposto a ajudar passam por duas situações comuns. 1ª) O psicólogo exige máximo anonimato para não ser transformado em monstro pelo movimento gay. Ou seja, há uma perseguição profissional. Uma limitação profissional. 2ª) Por ser um atendimento raro, em alguns casos, a consulta chega a ser uma extorsão. Pessoas desesperadas, à beira do suicídio, pagam o que têm. A egodistonia sexual resulta na maioria dos casos a vontade suicida.

Um colega que procurou ajuda no ano passado, descobriu a média de valores cobrados. Num consultório, pasmem: R$ 700,00 - segundo o profissional, pelo risco de perseguição que corria. A revisão da resolução do CFP deve acontecer também para que não haja esse aproveitamento do sofrimento alheio. O silêncio estranho da própria categoria pode está explicado nesses preços abusivos. 


O primeiro jornalista que se manifestou contrariamente ao apelo gayzista dentro da grande mídia foi Reinaldo Azevedo. No auge da bagunça promovida pela imprensa em 2013 ele escreveu sobre a importância do projeto de lei: 





"Pois bem: nos jornais desta quarta, vocês encontrarão o que já está nos sites e portais. Algo mais ou menos assim: “Comissão de Feliciano aprova projeto da cura gay”. É mentira dupla! Em primeiro lugar, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara não pertence ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Em segundo lugar, não existe projeto que prevê a cura gay. Isso é uma fantasia do jornalismo militante. Semelhante àquela que sustenta que o Estatuto do Nascituro é “Bolsa Estupro”. Tenho 51 anos. Quando eu tinha 20 e poucos, 30 e poucos e, acreditem, até 40 e poucos, era proibido fazer militância política em redação. Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado. Era proibido, por exemplo, mentir , simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê — e alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro".
Ao fato mais recente: a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou um Projeto de Decreto Legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. O texto ainda tem de passar pelas comissões de Seguridade Social e de Constituição e Justiça. Se alguém não conhece detalhes do debate — geralmente ignorados porque fica mais fácil fazer proselitismo onde há ignorância, especialmente a bem intencionada — explico tudo abaixo, nos mínimos detalhes,conforme fiz, por exemplo, no dia 2 de maio. Vamos ver.

O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa. Reproduzo a parte propositiva em azul.

Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que diabo dizem os trechos que seriam sustados.

“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”

Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

 Comento ( Reinaldo Azevedo )

Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º. Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas!

Entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a chamada “homofobia”. Trata-se de um delírio autoritário. Já escrevi muito a respeito e não entrarei em detalhes agora para não desviar o foco.

Vamos lá. Desde 22 de março de 1999, está em vigência a tal Resolução 1 (íntegra aqui), que cria óbices à atuação de psicólogos na relação com pacientes gays. Traz uma porção de “considerandos”, com os quais concordo (em azul), e depois as resoluções propriamente. Listo os ditos-cujos:

CONSIDERANDO que o psicólogo é um profissional da saúde;
CONSIDERANDO que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando, o psicólogo é frequentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade;
CONSIDERANDO que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;
CONSIDERANDO que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;
CONSIDERANDO que há, na sociedade, uma inquietação em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida sócio-culturalmente;
CONSIDERANDO que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações

Aí vem o conteúdo da resolução. O caput do Artigo 3º, com o qual ninguém mexe, é correto. Reproduzo:

“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”

Está claro, então, que os psicólogos não atuarão para favorecer a patologização da homossexualidade nem efetuarão tratamentos coercitivos. E a parte que cairia? Pois é… Transcrevo outra vez (em vermelho e em destaque):

Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Têm de cair mesmo!

Qual é o principal problema desses óbices? Cria-se um “padrão” não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade. Esses dois trechos são tão estupidamente subjetivos que se torna possível enquadrar um profissional — e puni-lo — com base no simples achismo, na mera opinião de um eventual adversário. Abrem-se as portas para a caça às bruxas. Digam-me cá: um psicólogo que resolvesse, sei lá, recomendar a abstinência sexual a um compulsivo (homo ou hétero) como forma de livrá-lo da infelicidade — já que as compulsões, segundo sei, tornam infelizes as pessoas —, poderia ou não ser enquadrado nesse texto? Um adversário intelectual não poderia acusá-lo de estar propondo “a cura”? Podemos ir mais longe: não se conhecem — ou o Conselho Federal já descobriu e não contou pra ninguém? — as causas da homossexualidade. Se um profissional chega a uma determinada terapia que homossexuais, voluntariamente, queiram experimentar, será o conselho a impedir? Com base em que evidência científica?

Há uma diferença entre “verdade” e “consenso da maioria influente”. Ademais, parece-me evidente que proibir um profissional de emitir uma opinião valorativa constitui uma óbvia infração constitucional. Questões ligadas a comportamento não são um teorema de Pitágoras. Quem é que tem o “a²= b²+c²” da homossexualidade? A resolução é obviamente autoritária e própria de um tempo em que se impõe a censura em nome do bem.

Ora, imaginem se um conselho de “físicos” ousaria impedir os cientistas de tentar contestar a relatividade. O que vai ali não é postura científica, mas ideologia. Se conceitos com sólida reputação de verdade, testados empiricamente, podem ser submetidos a um teste de estresse intelectual, por que não considerações que dizem respeito a valores humanos? Tenham paciência! O fato de eu não endossar determinadas hipóteses ou especulações não me dá o direito de proibir quem queira fazê-lo.

Fiz uma pesquisa antes de escrever esse texto. Não encontrei evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo. O governo da Califórnia, nos EUA, proibiu a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes. É coisa muito diferente do que fez o conselho no Brasil. Países que prezam a liberdade de expressão e que não querem usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade não se dão a desfrutes dessa natureza.

Dito isso, parece-me uma suma arrogância que um conselho profissional interfira nessa medida na atividade clínica dos profissionais e, atenção!, dos pacientes também! Assim, no mérito, não vejo nada de despropositado na proposta do deputado João Campos. Ao contrário: acho que ela derruba o que há de obviamente autoritário e, entendo, inconstitucional na resolução porque decidiu invadir também o território da liberdade de expressão, garantido pelo Artigo V da Constituição.

É preciso saber ler.

Proponho aqui um exercício aos meus colegas jornalistas. Imaginem um Conselho Federal de Jornalismo que emitisse a seguinte resolução, com poder para cassar o seu registro profissional:

“Os jornalistas não colaborarão com eventos e serviços que proponham qualquer forma de discriminação social”.

“Os jornalistas não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos contra pobres, negros, homossexuais, índios, mulheres, portadores de necessidades especiais, idosos, movimentos sociais e trabalhadores”

O idiota profissional diria: “Ah, está muito bem para mim! Eu não faria nada disso mesmo!”. Não, bobalhão, está tudo errado! Você se entregaria a uma “corte” de juízes que definiria, por sua própria conta, o que seria e o que não seria preconceito. Entendeu ou preciso pegar na mãozinha para ajudar a fazer o desenho? O problema daquele Parágrafo Único do Artigo 3º e do Artigo 4º é o subjetivismo. Ninguém pode ser obrigado, não numa democracia, a se submeter a um tribunal que pode dar a sentença máxima com base nos… próprios preconceitos.

Nem nos seus delírios mais autoritários ocorreria a um conselho profissional nos EUA, por exemplo, interferir dessa maneira na relação do psicólogo com o seu paciente. Uma coisa é afirmar, e está correto, que a homossexualidade não é doença; outra, distinta, é querer impedir que o profissional e quem o procura estabeleçam uma relação terapêutica que pode, sei lá, disciplinar um comportamento sexual sem que isso seja, necessariamente, uma “cura”.

Os tais trechos da resolução, entendo, são mesmo autoritários e inconstitucionais. E têm de cair. E o que parece, isto sim, não ter cura é a vocação de amplos setores da imprensa para a distorção. Cada vez mais, a notícia se transforma num instrumento para privilegiar “os bons” e satanizar “os maus”. Isso é militância política, não jornalismo.

Por Reinaldo Azevedo


Outro jornalista que percebeu a manipulação da mídia quanto ao projeto de lei foi Paulo Martins. Notório profissional da comunicação no estado paranaense. No vídeo o comunicador deixa claro: "O movimento gay está perseguindo psicólogos". 



Nesse outro vídeo o jornalista critica as falsas informações criadas pelo ativismo gay e veiculadas na grande imprensa: "a pauta do movimento gay ganha eco nas redações". "O movimento gay domina a redação na grande imprensa". 

Neste ano aconteceu a audiência pública sobre o direito de deixar a homossexualidade. Mais uma vez a mídia gayzista não perdoou. Na grande imprensa as chamadas e matérias dos jornais sobre o evento tentaram desvirtuar o foco. Buscaram persuadir os receptores das informações associando o tema com o também criado e distorcido pela mídia conservadorismo. 

Enquanto esses veículos de informação não reconhecem a realidade que há gays que querem deixar de ser gays voluntariamente. E há muitos que já mudaram. Omitindo essa possibilidade colocando "aspas" no termo ex-gay. A renomada Raquel Sheherazade não entrou no jogo de manipulação. Usando da imparcialidade deixou claro: "Mudar é um direito de qualquer cidadão!".

G1: Feliciano chama homossexualidade de 'modismo' ao falar com 'ex-gays'

Correio Braziliense: Feliciano convida "ex-gays" para audiência de Direitos Humanos na Câmara

Estado de Minas: Feliciano convida "ex-gays" para audiência de Direitos Humanos na Câmara

O SUL: Feliciano chama homossexualidade de “modismo” ao falar com “ex-gays”

UOL: Marco Feliciano dá voz aos 'ex-gays' na Câmara e os ativistas gays ficam revoltados



Felipe Moura também tem sobrevivido às inverdades midiáticas : 



É assim que acontece a alienação. Eles se infiltram nos meios de comunicação. Claro! Meios de comunicação prostituídos - porque se vendem para disseminação de ideologias e filosofias baratas como a decadente afirmação do O Globo.

Ainda bem que há pessoas racionais neste planeta que fazem bom uso de seus neurônios e são inconformadas com tudo que esse ativismo doentio tem lançado aos quatro ventos. Só faltava essa né? Agora a culpa do HIV não é de quem transa sem camisinha e sem responsabilidade! É, mais uma vez, culpa da tal "homofobia". Por favor... Por favor mesmo! Não deixem esse lixo entrar nas mentes de vocês.

Melhores frases de Felipe Moura:  

Preciso explicar que o preconceito não faz ninguém praticar sexo anal com ninguém? Espero que não! Transar, exceto em casos de estupro, é sempre uma escolha – que envolve riscos, especialmente neste caso.

Transferir a responsabilidade dos gays pelo cuidado com a própria saúde para a sociedade inteira é fazê-los de vítimas inescapáveis de seus próprios medos, em ALGUNS casos inevitavelmente exagerados por uma histeria em sentido clínico. Histeria esta também insuflada pelas mentiras da imprensa sobre os números de assassinatos homofóbicos, como se todos os gays assassinados - poucas centenas em um país de quase 60 mil homicídios por ano – fossem vítimas de ‘crime de ódio’ e boa parte não fosse morta pelos próprios parceiros gays, como as estatísticas constatam.

Uma cultura forte é aquela que incentiva os indivíduos, minoritários ou não, a se tornar responsáveis por suas escolhas, vencer seus medos e enfrentar os preconceitos reais ou imaginários da sociedade em torno, em vez de culpar os outros por todos os seus problemas.




O jornalismo se vende fácil. Em maior ou menor grau é usado para ludibriar as pessoas. Em assuntos delicados como a sexualidade humana. Como outros que envolvem apenas interesses pessoais e não de um grupo. Como percebe-se há uma minoria de profissionais que tentam sobreviver a este mercado prostituído.





VEJA TAMBÉM: 

EX-GAY: CIDADÃO PROIBIDO

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA: A FÁBRICA DE GAYS


domingo, 16 de agosto de 2015

DEIXARAM A HOMOSSEXUALIDADE E ADOTARAM A CASTIDADE - DOCUMENTÁRIO CATÓLICO

ASSISTAM AO DOCUMENTÁRIO CATÓLICO: "EXISTE UM OUTRO CAMINHO?"

Observação: A doutrinação religiosa presente neste documentário não representa a opinião deste canal, deste blog. Para este blog não são placas de igrejas que salvam humanos da morte eterna, mas a experiência pessoal que cada ser tem com o Criador. O que salva os homens da morte eterna não são tijolos sejam eles católicos ou evangélicos, mas o relacionamento que cada pessoa tem em sua intimidade com o Criador. Quanto as falas dos personagens reais deste filme, este blog quis evidenciar o caminho comum tanto de entrada como de saída do estado homossexual. E deixar claro que tanto a Ciência Autêntica como a Fé (em suas várias formas) não só resguardam, mas também comprovam a mudança de comportamento sexual - quando acontece voluntariamente.

MOVIMENTO CORES: ERROS E ACERTOS NAS PRIMEIRAS ATIVIDADES



Por JULIO SEVERO

A Igreja Batista da Lagoinha, que tem enorme potencial espiritual, está se vendendo barato para a Teologia da Missão Integral, que fatalmente leva a uma abertura à Teologia Gay.

O Movimento Cores, ligado à Igreja da Lagoinha, esteve presente na 18ª Parada LGBT em Belo Horizonte, MG, realizada em 19 de julho de 2015. O objetivo do grupo era falar sobre o amor de Cristo para os homossexuais.

“O Movimento Cores não podia ficar de fora, por amar cada um que estava ali e, principalmente, por amar a nossa missão de falar de Jesus para toda a comunidade LGBT. Missão dada é missão cumprida!” disse Priscila Coelho, idealizadora do projeto.

“A gente foi, sem preconceito, levar o amor de Jesus”, disse Priscila. “Eles entenderam que era um movimento cristão, mas que não era para julgá-los. […] A gente foi para falar a eles que Jesus os ama.”

Até esse ponto, nada de errado com a missão deles. Perfeito.

Entretanto, embora o site da Igreja da Lagoinha dissesse que o Movimento Cores levou mensagens como “Jesus ama todos,” “Você não está sozinho” e “Jesus morreu por todos,” o destaque nas fotos e nas mensagens ficou, estranhamente, para “Jesus cura a homofobia,” que não é um recado para os homossexuais e não tem absolutamente nada a ver com evangelismo. Esse recado é para quem se opõe ao homossexualismo, especialmente às campanhas para impor a agenda gay nas crianças e famílias.

O termo “Jesus Cura a Homofobia” não é uma invenção da Igreja da Lagoinha. Foi criado pelo pastor batista José Barbosa Junior, que é ligado à Teologia da Missão Integral (TMI). Barbosa tem uma página de Facebook chamada “Jesus Cura a Homofobia,” onde ele abertamente defende e ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação (PNE).

No que se refere a essa ideologia, Barbosa é a ovelha (totalmente) negra entre os pastores do Brasil.

Em reunião de 6 de agosto na Câmara Municipal de São Paulo para debater a aprovação da ideologia de gênero no PNE, enquanto católicos e evangélicos tentavam defender a família dessa ideologia, Barbosa, que participou por manobra de grupos homossexuais, disse “a Bíblia não é homofóbica, é o homofóbico que faz uma leitura errada da Bíblia”. Ao lado de Barbosa estava Cristiano Valério, “pastor” da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), a maior denominação protestante homossexual do mundo.

Barbosa fez campanha pública pela aprovação da ideologia de gênero no PNE em São Paulo. Para ele, proteger as crianças da ideologia de gênero é “homofobia.” Ele acabou se tornando, com sua TMI, o maior defensor evangélico hoje dessa ideologia no Brasil.

Defender a bandeira “Jesus Cura a Homofobia” é, pois, defender a ideologia de gênero. É uma estratégia ideológica que transforma em “pecado social” toda tentativa de proteger as crianças da propaganda homossexual. A Rússia, por exemplo, tem sido demonizada pela mídia ocidental exclusivamente por ter uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças.
Para entender a ameaça da ideologia de gênero, leia meu artigo “Doutrinação de gênero nas escolas: o perigo vem de longe.”

Barbosa é líder do movimento “Jesus Cura a Homofobia,” e sua estreia dessa bandeira foi na Parada Gay de São Paulo em junho. Toda a grande mídia esquerdista deu holofotes para ele, inclusive a Folha de S. Paulo. Desde então, Barbosa e sua bandeira estão sob os holofotes e glorificações da grande mídia esquerdista.

O que a Igreja da Lagoinha quer empunhando a bandeira ideológica de Barbosa? Quer tirar uma lasquinha da glória midiática que Barbosa está recebendo?

Por que a Igreja da Lagoinha quer misturar o Evangelho com a Teologia da Missão Integral (TMI) de Barbosa?

A Igreja da Lagoinha, por ser uma mescla pentecostal e neopentecostal, está sendo pioneira na absorção da TMI, que sempre foi predominante em igrejas não-pentecostais e não-neopentecostais.
No espírito da TMI, o Movimento Cores da Lagoinha foi à Parada LGBT de Belo Horizonte evangelizar e, ao mesmo tempo, fazer média com a mídia. Pelo menos, é o que mostrou o show de fotos da “evangelização,” onde o destaque foi todo para “Jesus Cura a Homofobia.”

Puro exibicionismo gospel. Foram para a “evangelização” pensando nas almas perdidas, no IBOPE e nos holofotes da mídia.

Como é que a Igreja da Lagoinha pretende servir ao mesmo tempo o Evangelho e a ideologia “Jesus Cura a Homofobia”? Jesus disse:

“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou será leal a um e desprezará o outro.” 
(Mateus 6:24 King James Atualizada)

E agora? Agradar a Deus ou à mídia esquerdista?

Se seguirmos a tendência politicamente correta “Jesus Cura a Homofobia,” teremos então, para evangelizar adeptos de Iemanjá, de portar cartazes dizendo “Jesus Cura a Iemanjafobia”? Para evangelizar estupradores, teremos de levantar bandeiras “Jesus Cura a Estuprofobia”? Para evangelizar mentirosos, teremos de promover a propaganda “Jesus Cura a Mentirofobia”? Teremos de dizer que as fobias (medos) a esses males são erradas?

O pecado homossexual agora tem de ser tratado como especial só porque a mídia e as elites esquerdistas tratam muito bem quem o valoriza?

Tudo o que eu precisaria fazer para ganhar de imediato a atenção da mídia seria colocar no meu blog “Jesus Cura a Homofobia.” Em poucas horas, a TV Globo e as grandes mídias me buscariam para entrevistas. Esse é o caminho largo e fácil.

Parafraseando a Bíblia, eu diria que o amor aos holofotes é a raiz de todos os males para evangélicos que querem chamar a atenção da mídia politicamente correta.

Será que está na hora de colocarem faixas na frente da igreja de Barbosa e da Igreja da Lagoinha dizendo: “Jesus Cura da Holofotelatria”?

Se a Igreja da Lagoinha pretende fazer parte da luta insana “Jesus Cura a Homofobia” de Barbosa, deveria primeiro entender as implicações do termo “homofobia,” que foi explicado pelo Dr. Myles Munroe, famoso pastor neopentecostal. Myles disse:


Homofobia: conceito errado e enganação. Não existe maior dano para a dignidade humana do que a enganação. Em toda a história o poder da enganação arruinou milhões de vidas, iniciou guerras mundiais e até mudou o clima das nações. Em nosso mundo pós-moderno há uma enganação colossal invadindo a própria estrutura moral das nações e desmantelando a própria essência da existência natural da humanidade. Na verdade, essa enganação está ameaçando a extinção da humanidade. O que é estupendo é que essa enganação não é nova, mas surgiu no contexto da existência humana no planeta há muito tempo, cinco mil anos atrás. No entanto, apesar da realidade de sua existência, historicamente sempre manteve seu lugar às margens da grande sociedade.

Qual é essa enganação? É a atração e relações anormais entre espécies humanas do mesmo sexo ou gênero tentando normalizar o anormal sob o pretexto de ser normal. Ainda que essa conduta anormal se disfarce de muitos rótulos, geralmente é descrita como homossexualidade. A própria palavra incorpora sua premissa básica e essa premissa é: é principalmente um impulso sexual. Os que decidiram adotar, praticar, incentivar, se entregar e sucumbir às paixões desse sexo e desejam honrar, promover e civilizar esse “estilo de vida” se tornaram, na geração passada, mais agressivos, ao ponto de usarem violência em alguns casos. Essa estratégia parece ser provocar medo, agressões psicológicas e passar uma imagem de autocompaixão e abuso. Termos como fanático, crime de ódio, mente fechada, conservador, anti-humano, anti-direitos civis, bullying, e o mais comum, fobia, são usados para isolar a maioria dos seres humanos, retratando-os como gente que não ama, insensíveis, impiedosos, odiadores de seres humanos, sem compaixão e incivilizados.

Minha opinião é que essa acusação de “homo-fobia” é a maior enganação de todas. Sua intenção é fazer com que os que são considerados “normais” sintam culpa por serem normais. Essa enganação é injusta, desonesta e perigosa. Seu efeito é fazer com que a maioria dos seres humanos se sinta culpada por não aceitar, glorificar e honrar essa conduta humana “anormal.”

A mentira da homofobia: É divertido que quando a maioria dos seres humanos responde e expressa sua discordância ou sua profunda preocupação sincera com a tentativa dos que adotam e praticam esse estilo de vida de impor esse estilo de vida humano “contrário à natureza” na sociedade, a resposta deles é interpretada como fobia ou medo.

Se essa acusação fosse feita por indivíduos ignorantes e desinformados talvez fosse motivo para dar risada, mas quando indivíduos inteligentes fazem essa alegação de fobia para uma pessoa inteligente responsável, temos de aceitar a ofensa em nível pessoal. Talvez o medo real seja o que eu chamaria de “verdadefobia” ou “realidadefobia.” Será que os que desejam ser considerados normais, aceitáveis, naturais e civilizados temem a verdade óbvia de que o que eles estão afirmando, reivindicando, promovendo e defendendo com lutas é por natureza anormal e contrário à natureza?
Entretanto, concordo com a acusação deles a partir de uma perspectiva. Sim, tenho medo de todo estilo de vida, orientação, preferência ou conduta que ameace a própria sobrevivência da raça humana.

Como não concordar com Myles Munroe?

Se a Igreja da Lagoinha quer misturar o Evangelho com a campanha “Jesus Cura a Homofobia” de Barbosa, campanha em cujo pacote está incluído a defesa da ideologia de gênero, o povo de Deus precisa, no espírito da resistência cristã, se manifestar e levantar faixas e bandeiras com as mensagens “Jesus Cura da Holofotelatria,” “Fora Ideologia de Gênero” e “Não Misture Evangelho com Ideologia Homossexual.”


Basta de misturas politicamente corretas. Voltemos ao Evangelho que salva, cura e liberta do homossexualismo!



Comentário: por acreditar no Movimento Cores. Na Igreja Lagoinha. E também nas advertências sadias de Julio Severo esta postagem foi republicada aqui. Como tudo que é novo sabemos que passa por progressos, por crescimento. Por criticas e algumas dessas, construtivas. E, se ouvidas, a maturidade do projeto o leva para lugares altos. Que seja o caso do Movimento Cores!

Pessoalmente minha vida mudou e meu coração deu ouvidos às Palavras de Deus não porque amaciaram as minhas práticas. Mas por elas terem me confrontado. Mas o confronto que eu precisava: aquele que vem junto com uma solução. Porque só ouvirmos falar que é errado, tem que deixar, e todo esse texto decorado. A real é que não muda em coisa alguma. Por isso o confronto divino funciona porque com a advertência está o remédio. Deus é Justíssimo. 

Sempre que leio as Sagradas Escrituras fico atônito com as frases afirmativas. E uma delas que cabe bem nessa postagem é a fala do messias que diz: "Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada" Mateus 10:34

Outra: "Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado" João 15:22

Cristo seria terrivelmente mau se viesse apenas nos apontar, mas, pelo contrário, veio mostrar a doença e também a cura. Ele é o médico especialista em curar enfermos pela doença pecado. Cabe a você se entender e refletir se precisa ou não deste médico, desta cura, de uma consulta particular com ele. 

Não há doenças que deixem de manifestar sinais no corpo, na carne. A doença, seja ela qual for, sempre manifesta dor. Desconforto. Feridas. Algo que evidencie que ela está ali. Essa forma de aparição da doença é compreensível, já que também é compreensível que isso resulte no seu tratamento, sua cicatrização e desaparecimento. 

"E, onde quer que entrava, ou em cidade, ou aldeias, ou no campo, apresentavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua roupa; e todos os que lhe tocavam saravam" Marcos 6:56

"E não podia fazer ali nenhuma obra maravilhosa; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. E estava admirado da [incredulidade] deles" Marcos 6:5,6

"Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores" Marcos 2:17

Essa postagem poderia finalizar com essa afirmativa do Salvador e deixar você meditar só nisso. No entanto, há uma imagem de uma outra manifestação semelhante, promovida por um ex-homossexual, mas em outra região do país. Uma das vozes da manifestação foi:

Clique para ampliar a imagem



Qual se aproxima do discurso do mundo. Qual se aproxima do discurso de Cristo?  A intenção não é comparar qual é melhor ou pior. Mas para que haja reflexão de qual se aproxima da verdade bíblica. Quem dá voz para a falsa "homofobia" que é vendida pela mídia prostituída e esquerdismo gayzista tem que lembrar que está no pacote esta imagem abaixo, que também sabemos que não é real. Basta apenas compararmos com religiões que, de fato, assassinam homossexuais. Compararmos com a verdade de Cristo que --> sara <-- quem --> quer ser sarado <-- espiritualmente. 



Infelizmente vivemos numa nação que generaliza tudo, já que a mídia doutrina assim. Movimento Cores é sugerido que na próxima, já que o alvo também é limpar a Igreja. Façam cartazes: JESUS CURA PASTORES FANÁTICOS E LEGALISTAS. JESUS TRANSFORMA PASTORES LEGALISTAS E INTOLERANTES EM VERDADEIROS PASTORES. JESUS TRANSFORMA MAUS PASTORES EM BONS PASTORES. 


É algo que a Igreja precisa mesmo ouvir, e ao mesmo tempo não alia o movimento à falsa causa gayzista que tem suas armadilhas por trás, notadas e reconhecidas até por não-cristãos. 

Quanto ao ataque contra cristãos eles só querem isso: 


Exemplos de manifestações que não desrespeitaram e resultaram no equilíbrio social:  


Em relação aos ataques contra psicólogos e a quem busca ajuda voluntariamente da [Ciência] para o fim das atrações indesejadas pelo mesmo sexo:


#FicaADicaDosIrmãos

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

ROZANGELA JUSTINO: DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE É UM DIREITO HUMANO E CONSTITUCIONAL


VOCÊ QUE É PSICÓLOGO OU ESTUDANTE ALÉM DO VÍDEO LEIA SOBRE O PRIMEIRO ENCONTRO DOS PSICÓLOGOS EM AÇÃO QUE ACONTECE EM SETEMBRO NA CAPITAL DO PAÍS: 

ADENDO: O evento de psicólogos está aberto para assistentes sociais, médicos, advogados e outros profissionais, enquanto houver vaga.



I ENCONTRO DOS PSICÓLOGOS EM AÇÃO

RESPONSABILIDADE DIANTE DA

PRODUÇÃO DE NOVOS SUJEITOS SOCIAIS E CULTURAIS

DATA: 4, 5 E 6 DE SETEMBRO DE 2015

(das 18 horas dia 4 até às 18h do dia 6)

Local: Instituto São Boaventura – SGAN 915 (Asa Norte), Brasília, DF

PÚBLICO ALVO: Psicólogos e Estudantes de Psicologia

JUSTIFICATIVA DO EVENTO:

Observamos que a partir dos anos 80 começou surgir intensa produção teórica para ser imposta como uma Nova Ordem Social; paralelamente, foram tendo visibilidade novos sujeitos sociais e culturais produzidos com finalidades políticas sob o disfarce de política anti-discriminação e preconceito.

Como os psicólogos estão lidando com tais mudanças sociais e culturais?

Neste encontro estaremos interagindo, trocando experiências, refletindo, e montando estratégias de ação a partir dos estudos e ações dos profissionais que irão abordar os temas:

PSICÓLOGO – AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL;

DIMENSÕES DO SABER EM PSICOLOGIA;

A IMPOSIÇÃO DE NOVAS TEORIAS E IDEOLOGIAS COMO UMA NOVA ORDEM SOCIAL

A TEORIA DA DESCONSTRUÇÃO SOCIAL ‘QUEER’ ;

A IDEOLOGIA DE GÊNERO E ORIENTAÇÃO SEXUAL;

JUDITH BUTLER: A “MÃE DA IDEOLOGIA DE GÊNERO;

A INTRODUÇÃO DO CONCEITO DE GÊNERO NA PSICOLOGIA - a experiência de John Money;

REFLEXÕES SOBRE NOTAS DE REPÚDIO DO SISTEMA CONSELHOS DE PSICOLOGIA À AUDIÊNCIA PÚBLICA OCORRIDA NO CONGRESSO NACIONAL, NA CDHM , COM FULCRO NA RESOLUÇÃO 01/99 DO CFP, APÓS OUVIDAS PESSOAS QUE DEIXARAM O SEXO COM IGUAIS;

HISTÓRICO DA RESOLUÇÃO 01/99 DO CFP – O QUE DIZ A OMS E O TRATADO DE PSIQUIATRIA DSM, USADO PELA OMS;

RELATO DE CASO CLINICO DE ADOLESCENTE VÍTIMA DE ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA – TÉCNICA DO DESENHO E RPG NA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL;

O RESGATE DA IDENTIDADE SEXUAL DE ORIGEM;

APOIO PSICOLÓGICO EM MEIO À CRISE DE IDENTIDADE;

POLÍTICAS PRÓ-LIBERAÇÃO DO ABORTO E DAS DROGAS;

FAMÍLIA: FATOR DE RISCO OU PROTEÇÃO PARA O USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS;

AÇÕES RESPONSÁVEIS DOS PSICÓLOGOS EM AÇÃO DIANTE DA PRODUÇÃO DE NOVOS SUJEITOS SOCIAIS E CULTURAIS

Preletores:

SP - Doutor em Filosofia e Mestre em Psicologia Social

João Lima (Biólogo e Prof. Universidade Metodista - SP)

SP - Psicóloga Ana Luiza Lima - CRP 06/34.092

(Especialista em Psicologia Jurídica)

RJ - Psicólogo Cristiano Luis Antonio – CRP 05/32839

(Especialista em Neuropsicologia)

RJ - Psicóloga Marcia Passarelles – CRP 05 20947

(Psicologia Social - Políticas públicas sobre drogas e vulnerabilidade social)

DF - Psicóloga Mariglauci M. Wegermann – CRP 01/18.360

(Terapeuta de Família e Teóloga)

DF - Psicóloga Rozangela Alves Justino, CRP 01/17655 (Psicodramatista, Terapeuta em EMDR e Brainspotting)

GO - Psicóloga Vênia Dias Teixeira- CRP 09/1226

(Psicanalista, Terapeuta de Família)

PR – Psicólogo Representante do CPPC

INVESTIMENTO:

R$250,00 até o dia 5 de agosto de 2015, enquanto houver vaga.

A partir desta data: R$300,00

ATENÇÃO:

Este valor cobrirá 4 refeições e a estadia em quarto para 4 pessoas.

Quem pernoitar do dia 6/7 acrescenta-se R$90,00 (com direito ao jantar do dia 6 e a estadia do dia 6/7, sem o café da manhã)

DEPÓSITO:

Conta Poupança em nome de Rozangela Alves Justino

Ag 0175 - Op 013 - CP 00 425 559-8

Ou CHEQUE para Caixa Postal 9638, Brasilia, DF CEP 70.040-976

Enviar nome completo + número do Registro Profissional ou nome da Faculdade e período cursado

+ comprovante do depósito para:

REGINA MEIRE: regina.meire@yahoo.com.br

OU foto do comprovante de pagamento para watts up: (11) 95482 2472

MAIORES INFORMAÇÕES:

(61) 99968840

rozangelajustino@gmail.com

Relembre a crítica do filósofo Olavo de Carvalho feita ao Conselho Federal de Psicologia. E em favor da psicóloga Rozangela Justino e em apoio aos homossexuais que buscam deixar a homossexualidade espontaneamente:


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