sexta-feira, 24 de abril de 2015

OS INTOLERANTES QUE EXIGEM TOLERÂNCIA

Quem luta por respeito e aceitação deveria respeitar. Quando isso não acontece, todo barulho que fazem não passa de hipocrisia.



Abusos sexuais resultam na atração homossexual sim, nós que passamos por este trauma e detestamos esta atração somos prova disso. No entanto, não são apenas abusos que fazem alguém conhecer a homossexualidade e também querer deixá-la. Independentemente do motivo é um direito da pessoa adulta e em sã consciência dizer: não quero esta forma de viver.

O Conselho Federal de Psicologia, com brechas em sua legislação, consegue impedir estes seres adultos e racionais de mudarem sua forma de pensar. O psicólogo só pode levá-lo à aceitação de um comportamento que o paciente voluntariamente e expressamente diz que não quer: aumentando ainda mais sua dor, conflitos e desespero.



Para este Conselho você pode ser, por exemplo, um transexual lésbico: um homem que adota aparência feminina, se modifica, para viver com uma mulher. Agora se o paciente não quer fazer modificações, quer permanecer com aparência masculina para viver também com uma mulher. Deseja que sua mente esteja em sintonia com seu corpo biológico. A mesma instituição proíbe. 

Ou seja: as mães podem ter filhos transexuais lésbicos, mas não podem ter filhos que venceram a atração indesejada pelo mesmo sexo. Esta é a filosofia. Transformam a homossexualidade numa cadeia, numa prisão, para os que voluntariamente querem sair dela. E o mais contraditório é que fazem isso sem comprovação empírica alguma. Absolutamente coisa alguma na biologia humana proíbe essa mudança. Ao contrário, favorece, quando é de livre e espontânea vontade.

O movimento gayzista manipula muito bem essa brecha quando está na mídia. 

Nossa resposta para eles sempre será: como eu vou ser algo que não quero ser?! Parece fácil dizer: não seja. Na prática sabemos que não é assim. E profissionais estão sendo impedidos de ajudar - mesmo havendo alguns que acham justo ajudar. A mídia gayzista logo os transformam em monstros. 

Estes bons profissionais sabem muito bem que as pessoas que convivem com a atração indesejada pelo mesmo sexo estão sendo mantidas presas no cativeiro da mente.

A maioria dessas pessoas procuram e conseguem ajuda na fé, mas sabem que existem centenas como elas que não vão escolher a fé. É por este motivo que buscamos direitos igualitários frente ao Conselho Federal de Psicologia. 

Homens e mulheres adultos e em sã consciência podem e devem receber auxílio para viverem como querem. Que ciência maluca é essa que permite um homem amputar um pênis porque diz ser mulher, mas não permite um homem em estado homossexual direcionar sua forma de pensar de acordo com sua biologia?! Para casar com uma mulher como deseja ele tem que virar uma mulher? Ele tem que ser um transexual lésbico? Não, obrigado! 

Não adianta saírem falando que somos bissexuais, sabemos muito bem o que somos: homossexuais que não querem ser homossexuais. Vocês complicam mais ainda quando tentam explicar o que não vivem na pele. Falem de vocês, do sentimento e vida de vocês. Da nossa, deixe que nós mesmos falamos.



Não adianta pregar que é por pressão religiosa, social, e todo esse blá-blá-blá. Somos seres adultos, em sã consciência, que temos liberdade individual. Tratem como criancinhas incapazes o grupo de vocês. Não almejamos casar com pessoas do mesmo sexo, ter filhos com pessoas do mesmo sexo, não almejamos nada disso. E essas pessoas que são mantidas de forma obrigada no meio de vocês só ferem e machucam pessoas que estão bem sendo gays. E isso é o que nos martiriza mais ainda: ferir outras pessoas na tentativa de viver algo que para nós não dá. 

Como vocês ouvem em todos os lugares, a sexualidade é um mundo vasto. E dentro desta vastidão estão inclusos aqueles que têm atrações indesejadas pelo mesmo sexo. Que querem viver a realidade de seus corpos e não a imensidão de possibilidades de suas mentes.



Não caiam nas armadilhas deste Conselho e na politicagem dos grupos GLBTT's$$$$$. Eles "lutam" contra preconceito, mas são altamente preconceituosos com nossa existência.

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