sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

EMPRESÁRIO MUDA DE SEXO ENJOA DE SER MULHER E VOLTA A VIVER COMO HOMEM

Decepção: Charles odiava a forma como os hormônios femininos mexia com seu emocional
o fazendo mal-humorado, e sexo não era o que ele esperava

Você já deve ter ouvido falar ou lido notícias de casos em que homens trocam de sexo. Mas há ainda um relato ainda mais curioso, como relatou o jornal Daily Mail há alguns anos: o de um empresário que havia se transformado em mulher, se arrependeu e voltou a ser homem.



Sam Hashimi era um milionário britânico divorciado e com dois filhos. Em 1997, o empreendedor resolveu que queria mudar de sexo, gastou aproximadamente £ 100 mil (o que hoje é equivalente a quase R$ 375 mil) com cirurgias e passou a se chamar Samantha Kane.

O resultado foi excelente e “ele” ficou com traços tão femininos que conseguiu ter um relacionamento sério com um homem de negócio também muito rico. Depois de ter mudado de sexo, Hashimi (então Samantha Kane) mudou de profissão, deixando de ser apenas um empresário e passando a atuar como designer de interiores, além de começar a frequentar a badalada “alta sociedade” do principado de Mônaco.





Não era bem isso que eu esperava


Porém, em 2004, após sete anos da troca de sexo, o britânico se abalou com o afastamento dos filhos e o término de um casamento de 12 anos (quando ainda era Sam Hashimi) e percebeu que havia cometido um “engano”, como ele mesmo relata. De acordo com sua própria narrativa, ele teria enjoado da vida de mulher — odiando ir às compras e o fato de os hormônios femininos terem afetado seu emocional, além de ter se decepcionado com as relações sexuais com homens.

Arrependido, Hashimi desembolsou mais £ 25 mil (R$ 95 mil) para realizar três novas cirurgias em uma clínica em Londres especializada em troca de sexo. Nessas operações, o empresário teve seus implantes mamários de silicone removidos e pedaços da pele da sua barriga foram usados como enxertos na reconstituição do seu órgão genital.



              Charles Kane ao lado de sua mulher


Assim, Sam Hashimi, que já havia se tornado Samantha Kane, virou Charles Kane. Contudo, nem tudo voltou a ser como era antes. Seu organismo foi tão modificado que ele deixou de produzir os níveis necessários de testosterona, por isso ele precisa injetar doses diárias do hormônio masculino.

Além disso, sua relação com mulheres ficou mais complicada, isso porque muitas delas desistiam de se relacionar com Kane depois de saber sua história. Conforme ele conta, suas investidas como homem novamente terminaram em rejeição e até humilhação. Porém, o britânico encontrou uma jovem de 28 anos chamada Victoria, que não se importou com o passado incomum de Charles.



Opinião: Como é bom ter grana né não?! O cara achava que era uma mulher, foi viver o que imaginava, não gostou, ficou com algumas cicatrizes e sequelas mas pelo menos pôde constatar que aquilo era apenas algo fantasioso. A grana o ajudou a voltar ao estado original e não precisa ficar dando explicação para ninguém. 

É por isso que eu sou apaixonado pela liberdade individual, pelo livre arbítrio. Nós seres humanos temos disso mesmo de precisar sentir na pele para chegarmos a uma conclusão. E é uma garantia que temos tanto do Criador, quanto do Estado. É um direito eu precisar constatar se é ou não aquilo que quero para mim. Totalmente justo. 

O grande causador da confusão são os rótulos que nos pregam e que aceitamos quando somos inocentes. As armadilhas de grupos ativistas. Colocam desde sempre na cabeça da gente, da sociedade, que se é assim e não se pode mudar - algo que de tanto ouvido vai enraizando, se tornando uma verdade. No fim é isso que nos consultórios acaba sendo tratado. A dissociação dessa ideia. O refazer do pensar sobre o assunto. Os especialistas nos levam a compreender que somos livres e todo este bloqueio foi construído. 

Nascemos corpos com mentes neutras. A mente que se forma, cria personalidade, tem vontades. É resultado de uma construção. Os rótulos podem servir para cada tipo de mente. Para cada forma de pensar. Sua mente, são seus valores, é você. E você não veio ao mundo com valores e princípios, com personalidade, mas sim foram construídos. De forma indireta ou direta, mas sempre construídos. Não existe bebezinhos heterossexuais, gays, trans, e muito menos bebezinho travesti. 

Nos primeiros anos de nossa vida somos tão neutros ainda que nem sabemos que temos sexo. Só estamos num corpo que nem sabemos para quê funciona. Por isso é mais uma loucura afirmar nasci gay, nasci hétero... Você nasceu num corpo masculino ou feminino e sua mente até certa idade nem sabia disso. Quando comparam orientação sexual com raça... que vergonha! Quando vocês ouvirem estas afirmações saibam que tal pessoa nem se deu o trabalho de pensar. Só está propagando a bandeira de alguém ou de algum grupo ativista. Ou seja: trata-se de um alienado. Seja compreensivo!


A maior prova de que não se nasce biologicamente homossexual está nesta simples equação:


Mulheres héteros. Mulheres bi. Mulheres transexuais homens. Todas são exatamente idênticas biologicamente. Todas podem parir filhos. Todas têm a mesma ossada. Todas têm uma locomotiva de hormônios femininos. Nos raios X são iguais. Nos laboratórios também. A diferença não está na biologia de cada uma, mas na mente, na forma de pensar de cada uma. Não é o corpo que é hétero, gay, bi ou trans, mas a mente. E a mente é quem dirige o corpo. O psicólogo Gikovate explica isso muito bem. Leia o livro dele Sexualidade Sem Fronteiras. Você percebe facilmente que podemos transitar nas possibilidades emocionais e sexuais oferecidas basta permitir-se, para alguns, confrontar-se.  

Reflita e perceba que a identidade do corpo é uma, e da mente é outra. A identidade interna do corpo é imutável. Com ela sim NASCEMOS e MORREMOS. 

A identidade da mente não. Está em constante mutação. Em todos os aspectos da vida. 

A identidade do corpo favorece as mentes heterossexuais. É como um encaixe perfeito. Você vai dirigir o corpo da forma como ele está programado para ser dirigido. As demais mentes não são doentes, são apenas resultado de uma construção que difere da identidade do corpo. E no fim sempre vai funcionar assim: cabe a pessoa se ela quer viver a identidade do corpo, ou da sua mente. 

E sabe o que é melhor? A identidade do seu corpo é fixa a da sua mente não. Hoje sua mente pode jurar que não tem jeito deixar de ser gay, mas amanhã ela pode pensar diferente. E seu corpinho está prontinho para essa nova forma de pensar. 

A ciência já descobriu que o cérebro é plástico. A mente maleável. A todo momento podemos decidir nos reconstruir. 

Se eu não gosto do resultado da construção direta e/ou indireta que resultou na minha atual forma de pensar, ser, agir. Na minha fase madura, que tenho o total controle, posso reconstruir tudinho. 

O mais incrível desse papo todo é parar e pensar como pode né! Algo tinha que ser fixo para termos um norte. Para quando estivermos perdidos retornarmos. Se você está se sentindo assim, perdido, confuso, sem identidade, olhe bem dentro de si. Olhe para a vida interna do seu corpo. O avanço tecnológico, a mídia mentirosa, os grupos ativistas, tudo isso nunca vai conseguir mudar algo: a identidade interna do seu corpo. O caminho para sua mente.


As forças deste mundo, os poderosos, sabendo disso fecham logo o quê? Proíbem o quê? Os especialistas da mente de ajudarem quem voluntariamente pede auxílio. Incrível né?! Eles sabem exatamente onde está a solução e a demonizam, atribuem um caráter muito negativo e a sociedade cai no jogo. 

Outro crime é a propagação dessa mentira que se nasce assim. Que é impossível mudar. Algo ridículo que deveria ser proibido. É o mesmo que sentenciar, colocar atrás das grades, alguém que na verdade é livre. Mas como já dito aqui - todo esse esquema é necessário porque no fim resulta em poder e dinheiro. Em massa de alienados.

Nesta postagem não escrevo com base na fé e na espiritualidade. Digo como cidadão: você é livre. Conselho de Psicologia nenhum pode proibir um profissional de te auxiliar na reconstrução de uma nova forma de pensar. Se seu corpo está biologicamente propício para uma vida com o sexo oposto e voluntariamente você quer isso, por quê te proíbem? Eles não estão nem ai para sua dor. Se você morrer nem vai fazer diferença para eles. O que importa é poder, dinheiro, votos nas urnas. 


Abandone os rótulos e nem de psicólogo você vai precisar! Permita-se. Reconstrua-se. Tem nojo, impotência, medo, receio do sexo oposto? Tais sensações comprovam mais ainda que não se trata de genética, mas de uma aversão. Um bloqueio claramente mental. E te garanto que qualquer especialista vai dizer: para vencer o medo, só enfrentando o medo. 

Você pode não ter grana como Charles Kane, mas tem as mesmas ferramentas mentais. 

Lembrando que se você gosta de viver como sua mente deseja, mesmo sendo contrário a identidade do seu corpo. Você está fazendo uso da sua liberdade individual. Sabendo bem o que é isso não tire a dos outros quando ouvir "não quero ser gay" ou "vou deixar de ser gay".

As postagens daqui galera só têm como objetivo te fazer usar os neurônios. Te fazer meditar num assunto tabu. Não quero que você seja heterossexual, mas livre. Livre deste sistema ridículo criado por seres humanos egoístas e podres. 

Você é livre cara! Você é livre menina! Você é livre!!!
Ordene isso para sua mente. Ordene isso para seu coração.


"A dor constrói, ou nos destrói" 
Augusto Cury





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

EU ERA TÃO GAY QUANTO QUALQUER GAY PODERIA SER

Quem acompanha o blog já viu o Claudemiro por aqui. Ele é autor do livro "Sexualidade Masculina: Escolha ou Destino?". Além da obra também é conhecido por deixar claro que homossexualidade não tem nada a ver com demônios. Nesta entrevista você vai conhecê-lo um pouco mais.  

por Thiago Cortês

No dia 22 de janeiro, na Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares, na cidade de Taguatinga, no subúrbio do Distrito Federal, acontecia o curso “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”, voltado exclusivamente para lideranças evangélicas.

Por volta das 21h30, os palestrantes Airton Williams e Claudemir Ferreira Soares foram notificados a comparecer ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para prestar esclarecimentos sobre o curso. O deputado federal Jean Wyllys assumiu a autoria de uma das denúncias. Em entrevista exclusiva, um dos palestrantes, Claudemir, conta sua história e alerta: “o movimento LGBT só se move em direção aos cofres públicos”.


Você se apresenta como ex-gay. Como foi esse processo de mudança?


Em primeiro lugar, é importante deixar claro o que devemos entender pelos termos “gay” e “ex-gay”. Ambos referem-se a identidades socialmente construídas. A identidade gay visa afirmar um estilo de vida de quem se adequa à prática do homossexualismo e não se incomoda com a atração por pessoas do mesmo sexo. Quanto ao termo “ex-gay”, ele só tem sentido no que se propõe a desconstruir a mítica identidade gay. Portanto, tanto os termos “gay” quanto “ex-gay” são afeitos exclusivamente ao campo das disputas ideológicas.

Quanto ao que você chama de “processo de mudança”, digo, de saída que, no meu caso, não houve nenhum “processo”. Aconteceu de maneira instantânea, radical, completa e definitiva. Até os 22 anos, eu era tão gay quanto qualquer gay poderia ser. Assumi por volta dos 19 anos, mas fui iniciado no homossexualismo por volta dos 7 anos, e sentia atração por indivíduos do sexo masculino “desde que me entendia por gente”.

E como foi essa mudança radical e definitiva?

Um dia, por volta dos 22 anos, fui “forçado” por uma forte chuva a entrar em uma igreja evangélica na periferia do Distrito Federal. O pregador era um homem muito simples e de pouco estudo. Apesar disso, em determinado momento da pregação ele disse: “um homem só pode saber se sua vida agrada a Deus se ele souber do que Deus se agrada”.

A logicidade e a profundidade filosófica daquela única frase colocou em xeque toda a minha forte convicção acerca de Deus, Bíblia, igreja, evangélicos e homossexualidade. É bom lembrar que eu costumava odiar a maioria dos crentes e suas igrejas! Porém, depois de ouvir aquela afirmação do pastor, decidi fazer o seguinte “pacto”: se eu estivesse errado e o “Deus dos crentes” mudasse minha forma de pensar, eu O serviria para sempre.

Fui à frente, em sinal de que estava aceitando Jesus, chorei bastante e, no dia seguinte, comecei a estudar a Bíblia compulsivamente. Isso ocorreu em 30 de março de 1997. Desde aquela data, livrei-me instantaneamente da atração pelo mesmo sexo, abandonei o homossexualismo e renunciei à identidade gay.

Como o movimento LGBT trata pessoas que se apresentam como ex-gays?

Nenhuma entidade do movimento LGBT luta por tolerância. A luta desse “movimento” é por apenas uma coisa: dinheiro público! O povo brasileiro não entende de Políticas Públicas, Convênios, ONGs, etc. Por isso, acredita na lorota de “luta pelos direitos humanos para a população LGBT” que os ativistas gays apregoam na mídia e junto ao Poder Público. Não por acaso, os líderes desse “movimento” fazem tudo o que podem para evitar que seja dada visibilidade àqueles que eles chamam de “ex-homossexuais”.

Por que o movimento LGBT se ressente de ex-gays?

Esses líderes não odeiam quem se livrou da atração pelo mesmo sexo, abandonou o homossexualismo e renunciou à identidade gay. Eles apenas querem nos calar para não atrapalharmos os “negócios” do “movimento”. Eles sabem que é possível mudar de orientação sexual…

Alguém do movimento admitiu que é possível mudar de orientação sexual?

Ninguém menos que a senadora e sexóloga Marta Suplicy, militante no movimento homossexual desde os anos 80, e o Dr. Luiz Mott, antropólogo, decano do movimento homossexual no Brasil, afirmam expressamente que é possível deixar de sentir atração por pessoas do mesmo sexo e desenvolver a atração pelo sexo oposto. Suplicy declara esse fato em seu livro “Sexo para Adolescentes”. Mott, por sua vez, discorre demoradamente sobre o tema ex-gays em seu livro “Crônicas de Gay Assumido”.

Portanto, dizer que “não existe ex-gay” é uma afirmação tão estúpida que nem mesmo os ativistas gays acreditam nela. O problema entre o ex-gay e o dono de uma ONG LGBT é que o primeiro constitui a antítese personificada de absolutamente tudo o que o segundo pode utilizar para ludibriar a opinião pública e surrupiar os recursos públicos que são supostamente destinados a “combater a homofobia”. Só isso.

Em geral, como ficam as vidas das pessoas que se declaram ex-gays ou ex-lésbicas?

Sofremos um duplo preconceito: os héteros dizem que não existimos e os gays que estamos mentindo. A imprensa nos retrata de maneira caricata, como mentirosos. As universidades nos ignoram. Nesse caso, há um dogma em praticamente todas as universidades públicas no Brasil segundo o qual é “antiético” pesquisar a possibilidade de mudança de orientação sexual.



Por que o curso voltado a pastores no DF foi interrompido?

Em primeiro lugar, é importante dizer exatamente isso: o curso foi in-ter-rom-pi-do. Depois da interrupção, por volta das 21h30 da quinta-feira, 22, prosseguimos normalmente com as atividades do curso. Em nenhum momento o MPDFT embargou, suspendeu ou fez algo parecido contra a realização do curso.

Quanto ao motivo da interrupção, à noite, acredito que o MPDFT tenha sido ludibriado por um grupo de sociopatas que se valeu da função pública e do poder político e institucional de que dispõe para convencer aquele Parquet de que estávamos praticando um crime.

Mas, oficialmente, por que o Ministério Público interveio?

É bom deixar claro que foram feitas duas denúncias contra nós. Na primeira, uma Coordenadora-Geral de um órgão da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República (o “Balcão de Negócios” do “movimento”), dizendo haver recebido uma denúncia do Conselho Regional de Psicologia (CRP-01), solicitou providências ao Promotor do MPDFT. Na segunda, a Coordenadora-Assistente do “CREAS da Diversidade”, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano e Social do Governo do Distrito Federal, em parceria com dois psicólogos, elaborou um “Relatório Psicossocial”, fundamentado em “falas” de “lideranças do movimento LGBT do DF” e julgamentos temerários de um livro que nenhum deles leu (o meu livro: “Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?”). Em seguida, a Coordenadora-Assistente encaminhou ao MPDFT o tal Relatório, acompanhado de cópia da capa e da contracapa do meu livro, endossando, assim, a sanha denuncista.

O deputado federal Jean Wyllys veio a público criticar o curso em diferentes ocasiões e assumiu a autoria de uma das denúncias. O que você acha que o irritou tanto?

Adolescentes costumam ser ousados, mas também têm horror à possibilidade de serem considerados “incapazes” ou “fracos”. No afã de parecerem corajosos, fazem as piores besteiras. O deputado é uma criança…No máximo, um adolescente. Digo isso porque as coisas ditas e feitas por ele guardam total correlação com as peraltices típicas da adolescência. Por outro lado, é bom não esquecermos que o tal “movimento” só se move em direção aos cofres públicos. O nosso curso constitui, de fato, uma ameaça aos vultosos ganhos financeiros dos donos de ONGs LGBT e, por conseguinte, de muitos cabos eleitorais de alguns parlamentares.

Você considera que esse episódio abre um precedente perigoso?

Se os cristãos e pesquisadores brasileiros não acharem que esse episódio demonstrou a força dos sociopatas que estão encastelados em órgãos públicos, ocupando cargos de confiança e exercendo funções de Direção e Assessoria, acho que o procedente é tenebroso e temo pelo que será do futuro das próximas gerações que amam Jesus e apreciam a boa ciência.

Por outro lado, se os seguidores de Cristo e a comunidade científica (aquela parcela não alinhada à ditadura do “politicamente correto”) entender que esse episódio expôs o quão ridículos e estúpidos podem ser esse grupo delinquentes, poderão elaborar estratégias simples para colocá-los no devido lugar: na cadeia ou, no mínimo, fora de qualquer função pública.

O que você diria para os evangélicos que se surpreenderam com o episódio?

Acho que os evangélicos que se surpreenderam com esses fatos ocorridos aqui no Distrito Federal devem prestar mais atenção ao que está escrito na Bíblia acerca do combate que todo cristão autêntico terá de travar até o dia de Cristo. Nesse sentido, eu encorajo o povo de Deus a ser mais crente nas Escrituras e ousar desafiar explícita e publicamente os poderes desse mundo tenebroso. É um erro teológico grotesco acreditar que temos de “nos submeter a toda e qualquer autoridade”. Isso, na verdade, é um ataque frontal aos ensinos bíblicos e, a meu ver, uma “desculpa santa” para a covardia. Ao invés disso, temos de orar pelas pessoas que se encontram em posição de autoridade, mas denunciar seus atos malignos que contrariem o propósito de Deus para seus filhos e criaturas!

P.S. Um novo livro de Claudemiro deve sair este ano.




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