sábado, 12 de julho de 2014

OMS: GAYS TÊM 19 VEZES MAIS CHANCES DE CONTRAIR HIV DO QUE A POPULAÇÃO EM GERAL

OMS recomenda antirretrovirais para gays como prevenção ao HIV



A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou, pela primeira vez, que homens gays sexualmente ativos tomem medicamentos antirretrovirais além de usar preservativos para evitar contaminação pelo HIV.

A organização afirma que o que chama de "medicamento de profilaxia pré-exposição" pode reduzir a incidência do HIV entre 20% e 25% globalmente, segundo estimativas.                        
Isto evitaria, segundo os cálculos da OMS, até 1 milhão de novos casos nesse grupo em um período de dez anos.

A entidade diz que esse grupo tem 19 vezes mais chance de contrair o HIV do que a população em geral.

"Taxas de infecção por HIV entre homens que têm relações sexuais com homens continuam altas quase em todos os lugares, e novas opções de prevenção são necessárias com urgência", afirmou a OMS em relatório divulgado nesta sexta-feira.

A OMS define que a "profilaxia pré-exposição é uma forma de as pessoas que não têm HIV, mas que correm o risco de infecção, prevenirem-se tomando uma única pílula (geralmente uma combinação de dois antirretrovirais) todos os dias".

Mas Gottfried Himschall, diretor do departamento de HIV da OMS, ressaltou à agência France Presse que "em um relacionamento estável em que ambos são soronegativos e não há risco, não há motivo algum para ingerir o medicamento".

A OMS também afirmou em sua declaração que grupos importantes - não apenas homens que têm relações sexuais com homens, mas também "detentos em prisões, pessoas que usam drogas injetáveis, prostitutas e transgêneros" - não estão recebendo serviços adequados em prevenção e tratamento do HIV e isso ameaça a resposta global ao avanço do vírus.

"Estas pessoas estão sob risco maior de infecção por HIV e, ainda assim, são as que têm menores possibilidades de acesso à prevenção do HIV, exames e serviços de tratamento. Em muitos países eles são deixados de fora dos planos nacionais (de combate ao) HIV e leis e políticas discriminatórias são grandes obstáculos ao acesso", informou a organização.

A OMS divulgou nesta sexta-feira as novas diretrizes para o tratamento e prevenção do HIV, "Diretrizes Consolidadas para Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para Populações-Chave".

As diretrizes foram anunciadas pouco antes da Conferência Internacional sobre Aids, que começa em Melbourne, na Austrália, no dia 20 de julho.


                 
Reduzindo novas infecções

As novas diretrizes destacam medidas que os países podem adotar para reduzir o número de novos casos de infecção por HIV e aumentar o acesso aos exames para detectar o vírus, tratamento e cuidado para as chamadas cinco "populações-chave": homens que têm relações sexuais com homens, detentos em prisões, pessoas que usam drogas injetáveis, prostitutas e transgêneros.
De acordo com a OMS estas populações são definidas como grupos que, devido a comportamentos específicos e de alto risco, têm um risco maior de contrair HIV.

"E também eles frequentemente têm questões legais e sociais relacionadas as seus comportamentos que aumentam a vulnerabilidade ao HIV", acrescentou a organização.

A OMS determinou o nível de risco destas populações.

"Estudos indicam que prostitutas têm 14 vezes mais chances de contrair o HIV do que outras mulheres, homens que têm relações sexuais com homens têm 19 vezes mais chances de ter HIV do que a população em geral e mulheres transgêneros têm quase 50 vezes mais chances de ter o HIV do que outros adultos. Para as pessoas que injetam drogas, os estudos mostram que os riscos de infecção por HIV também pode ser 50 vezes maior do que na população geral", informou a OMS em sua declaração.

"Nenhuma destas pessoas vive em isolamento", disse Himschall.

"Prostitutas e seus clientes têm maridos, esposas e parceiros. Alguns injetam drogas. Muitos têm filhos. O fracasso no fornecimento de serviços para as pessoas que estão expostas ao maior risco de HIV ameaça o progresso contra a epidemia global e ameaça a saúde e bem-estar dos indivíduos, suas famílias e de toda a comunidade", acrescentou.


OPINIÃO:

A mídia poderia mostrar a safadeza que acontece nos banheiros públicos masculinos. Poderia mostrar o que acontece dentro das boates homossexuais, que em grande parte delas há um quarto escuro para putaria. Poderia mostrar a realidade das saunas, dos bate-papos, das redes sociais gays, que há milhares de perfis de casais que vivem o tal do "relacionamento aberto". Poderia mostrar a realidade do sexo grupal tão comum no meio gay. Do número devastador de homens presos na pornografia. Poderia mostrar a realidade de barzinhos, estacionamentos... pois todos estes lugares têm uma coisa em comum: a promoção do sexo fácil entre homens. Não tem como o resultado ser outro! Só quem já passou e atualmente está na homossexualidade sabe bem de tudo isso. E é impossível maquiar a verdade, pois está escancarada nos ambientes homossexuais. Não é de assustar essa dos antirretrovirais, na verdade, era mais que esperado. Se você gosta de ser gay e estar entre este grupo com 19 vezes mais chances de contrair o HIV, problema é seu. Agora respeitem a decisão daqueles que desejam deixar a homossexualidade! Não são vocês que exigem tolerância? Passem a tolerar primeiro!.

6 comentários :

  1. Concordo em gênero,número e grau com a notícia.Na verdade, o que está escrito é o óbvio.O HIV e as outras doenças sexualmente transmissíveis são doenças que atacam pessoas que têm comportamentos de risco, em outras palavras, são doenças de gente promíscua e é evidente que a promiscuidade sexual é a regra entre os gays,os travestis, as prostitutas e os transgêneros.Resumindo: Essas doenças atacam pessoas que têm uma vida desregrada.Quanto aos gays, eu acredito que esses são muito mais promíscuos do que as prostitutas.Os gays ganham das prostitutas no quesito promiscuidade.As prostitutas são promíscuas durante uma fase da vida delas, até elas largarem a prostituição.Depois que elas largam a prostituição elas se acomodam um pouco.Os gays não!Os gays é a vida inteira na putaria e na promiscuidade, o negócio não para nunca!Do grupo GLBTT, talvez, as únicas que se salvam são as lésbicas!
    É bem difícil uma lésbica pegar AIDS!Nunca ouvi falar que no passado elas morreram dessa doença.É muito difícil tu encontrar uma lésbica com AIDS!Nesse aspecto,isso é um ponto a favor delas e contra os gays.Sem contar que muitas mulheres que se assumiram lésbica já tiveram relacionamentos com homens e até filhos com eles!O número de gays que teve filhos com mulher é bem menor do que o de lésbicas que tiveram filhos com homens!
    Acredito que as lésbicas, no geral, sejam até menos promíscuas do que as prostitutas!Creio eu que a natureza e a origem do lesbianismo são totalmente diferentes da homossexualidade masculina, até mesmo na questão da anatomia.
    O sexo anal apresenta um alto risco de contaminação se for comparado com o sexo vaginal,pois a mucosa do ânus é muito mais sensível do que a mucosa da vagina.
    Quanto a opinião do dono do blog no final.Estou totalmente de acordo com ele.É,realmente a mídia podia mostrar a safadeza das paradas do orgulho gay,com sexo em público e um monte de camisinhas no chão,podia mostrar a realidade do meio gay,que é um bacanal e uma promiscuidade generalizada.Mas isso não vai acontecer, a mídia não vai mostrar isso.Porque se ela fizer isso, o movimento gay vai dizer que a mídia está sendo preconceituosa e homofóbica!
    Se for feita uma reportagem bem aprofundada sobre o assunto, o movimento gay vai pra cima e vai acabar dizendo a mídia está mostrando que os gays são todos promíscuos!Mas e a maioria dos gays?Não é promíscua por acaso?
    Gostei dessa reportagem e da opinião do dono do blog!

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  2. E depois dizem que o sexo gay não traz problemas...

    Só me falou ago já esperado. Obrigado pelo post autor.

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  3. Galera temos que agradecer e muito a Organização Mundial de Saúde que não se calou diante de dados tão reveladores. Essa foi de lascar né não? É triste, mas sabemos que vai virar piada "antirretrovirais". Só os alienados de plantão para acreditar que a vida homossexual é só love love. Ninguém mostra os bastidores da "peça teatral" que a mídia faz. Quer dizer: a ciência autentica mostra sim, mostrou. Merece ser aplaudida de pé por ter sido tão franca! Como diz o nosso querido psiquiatra Eduardo Adnet: "a pior coisa que o movimento gay pode fazer é querer a Ciência como aliada".

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  4. Nós estamos em 2014.daqui a 10 anos,em 2024,as coisas não vão mudar muito e vão continuar iguais as de hoje.nos próximos dez anos,mais pessoas vão achar a homossexualidade uma coisa "normal" e mais pessoas vão aceitar o comportamento homossexual.mas o quadro geral não vai mudar muito.a putaria,a promiscuidade sexual com vários parceiros sexuais,o vazio e a solidão vão continuar sempre presentes.creio que o problema da homossexualidade e as doenças que ela pode trazer não está no preconceito e na aceitação da sociedade, mas sim no próprio comportamento homossexual.talvez esses problemas fiquem até mais escancarados e explícitos do que são hoje.

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  5. Ex-gay uma outra reportagem sobre os podres do meio gay.Tem uma reportagem de um site que diz assim:Gays que usam apps de encontros têm mais chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis do que aqueles que frequentam bares e casas noturnas GLBT.Um exemplo de aplicativo de pegação para gays é o Grindr, que muitos gays usam, mas não dizem que usam porque isso pode pegar mal. Uma outra reportagem de um site católico conservador falou o seguinte:
    Grindr, aplicativo para gays, impulsiona promiscuidade homossexual.Voltando ao site www.matogrossonoticias.com.br, aqui vai uma parte da notícia:

    Homem gays ou bissexuais que usam aplicativos de encontros sexuais, como Grindr, Scruff, Growlr e Recon, são mais propensos contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) do que os outros homossexuais masculinos que frequentam bares e casas noturnas LGBT. Foi esta a conclusão de um estudo feito em Los Angeles e publicado na última edição do jornal científico americano Sexually Transmitted Infections.

    Publicado no veículo cientifico especializado em DSTs, o estudo coletou dados e fez testes de doenças sexualmente transmissíveis com 7184 homens do Centro de Saúde Sexual de Los Angeles, entre 2011 e 2013. Levantamentos anteriores já sugeriam que gays e bissexuais que buscam relações sexuais online são mais propensos a praticar sexo sem proteção e a ter mais parceiros.Em 2013, um estudo da ONG de Nova York Community Healthcare Network já indicava dados similares ao do estudo de Los Angeles, revelando que 50% dos usuários gays e bissexuais de apps de encontros sexuais admitiam fazer sexo sem preservativo.
    Veja bem: 50% dos usuários gays e bissexuais dos aplicativos de encontros sexuais falaram que fizeram sexo sem preservativo.

    E olha depois que a quantidade de homens pesquisados não foi pequena, como em tantas outras pesquisas tendenciosas.Foram pesquisados mais de 7 mil homens em Los Angeles.

    Entre os mais de 7 mil homens pesquisados em Los Angeles, 34% tem apenas um parceiro sexual. 30% deles buscam encontros em lugares públicos e em sites especializados, como o Manhunt. Os outros 36% recorrem aos apps nos smartphones para atingir este objetivo.

    Os pesquisadores de Los Angeles buscaram identificar com a pesquisa se o uso de aplicativos deste tipo alterou os comportamentos de homens gays em relação ao risco de infecção. O estudo indica que parte dos usuários do aplicativo está fazendo sexo desprotegido e se expondo a mais riscos.

    A hipótese apontada pelos pesquisadores é que com os aplicativos de smartphone é mais fácil e mais rápido conhecer potenciais parceiros, aumentando assim as chances de sexo anônimo desprotegido. Consequentemente, o risco de pegar uma doença sexualmente transmissível é maior.

    Ainda segundo o estudo, os usuários de apps têm 23% mais chances de serem infectados com gonorreia. A probabilidade deles contraírem clamídia é 35% maior. O levantamento não conseguiu encontrar diferenças quanto ao diagnóstico positivo de HIV e sífilis.

    "Os avanços tecnológicos que tornam mais eficiente a reunião anônima sexual de parceiros podem ter o efeito indesejado de criar redes de indivíduos de usuários que podem ser mais propensos a ter doenças sexualmente transmissíveis do que outras pessoas”, escreveram os pesquisadores no estudo.

    Agora eu pergunto pra vocês: Será mesmo que a causa desses comportamentos de risco entre homossexuais masculinos é a tal da "homofobia" da sociedade ou é a promiscuidade desse meio? Vocês já devem saber a resposta.Qual a fonte dessa pesquisa? É a seguinte:

    http://www.matogrossonoticias.com.br/saude-e-bem-estar/gays-que-usam-apps-de-encontros-tem-mais-chances-de-contrair/121007

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  6. Oi autor. Teremos alguma nova postagem em breve?

    Abraços.

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