sexta-feira, 30 de maio de 2014

EX-GAY: CIDADÃO PROIBIDO



Já não existem milhões de ex-heterossexuais? 
Sim, assim como existem ex-homossexuais!


Médico E.T.F.M; Médico especialista em Bioética

Já conheci muitos médicos, psicólogos e pedagogos que “acreditam” que a homossexualidade continua sendo um distúrbio ou transtorno intrinsecamente temporário; mas que pode se manter tanto pela vida inteira, quanto por um curto período nos seres humanos.

A permanência sugere depender principalmente da convicção do individuo: de que aquela tendência/atração sexual “lhe pertence” ou não.

Alguns até ousam comparar com um “vício ou dependência química”, que pode ser abdicado totalmente ou dominar totalmente o ser em questão. Ou seja, apesar de algumas pessoas terem momentos duradouros de “tesão”, excitação ou libido por influência de indivíduos do mesmo sexo (alguns até por animais ou objetos); estes sentimentos/fetiches ou emoções/bizarrices só serão perenes (ou não) especialmente se houver vazão e crença de que “devem ser perpétuos” (ou não).

Eu sou um destes que interpreta a homossexualidade como uma fase, uma “tentação comum” que pode ser comparada ao “adultério” para fins didáticos. Entendo haver simplificadamente dois tipos de adúlteros: um genuíno e outro em potencial; ambos limitados temporalmente pela “vontade”.

O “genuíno” se envolve amorosamente (não necessariamente sexualmente) com outras pessoas na vida real, o “potencial” deseja e fantasia apenas na sua mente um relacionamento extraconjugal.

Ambos os tipos de adúlteros só são assim identificados enquanto mantiverem “atuações físicas ou estimulações psicológicas” de relação ou conteúdo amorosos com outras pessoas que não seu cônjuge.

Entretanto, estes também deveriam deixar imediatamente de ser “tipificados como adúlteros” (por si mesmo e por seus observadores) assim que abandonassem estas “atividades” (mentais ou realmente práticas), demonstrando sua fidelidade matrimonial.

A homossexualidade tende a funcionar de similar modo (deveria ser vista assim, na minha impressão); de forma que julgo mais correto descrever que alguém tem práticas/condutas ou ideias/pensamentos homossexuais, em vez deste “ser” homossexual (tendo em vista sua categórica temporalidade em vez de uma essência imutável).

Mas, ciente do rotineiro uso de verbos intransitivos para se referir a um “manifestante” da homossexualidade, irei me utilizar deste mesmo “estilo” corrente também; contudo apenas para me fazer entender melhor neste texto.

Ser médico favorece que pessoas pouco íntimas -de grupos ou comunidades afins- tenham iniciativa de compartilhar diversos conflitos sigilosos que afetaram direta ou indiretamente sua sanidade ou felicidade. Provavelmente, por isso, já tive oportunidade de conhecer inúmeros ex-gays “de verdade”.

Baseado nos que encontrei, estimo que haja outras centenas de milhares, só no Brasil.

Porém, todos os verdadeiros cidadãos ex-gays que conheci me disseram que passaram por severas discriminações e diversas retaliações, especialmente por parte de convictos cidadãos (outrora colegas e amigos) gays, durante (e por causa da) sua tentativa de abandono da homossexualidade.

Seria por isso que poucas pessoas conhecem algum ex-gay convincente?

Afinal, um cidadão tem direito de “mudar” a sua preferência sexual; ou deve ser proibido deste “descabido” intento?

Será que este fato real – um ex-gay satisfeito por abandonar a homossexualidade – poderia “constranger” os homossexuais praticantes e convictos, sendo, por isso, os supostos “dissidentes” combatidos, desacreditados e desrespeitados justificadamente?

Ora, um heterossexual tem “direito de virar” homossexual a qualquer hora, mesmo após décadas de heterossexualidade estrita. E apesar deste “EX” sempre ser acusado de ter vivido nos anos passados como um enrustido infeliz (numa pseudo-heterossexualidade) acabam tendo aceitação de sua “mudança de orientação” a qualquer momento.

Mas, será que jamais um suposto homossexual estrito poderia fazer o caminho inverso, similarmente?

Talvez na nossa sociedade só se possa mudar de opção sexual uma vez “por encarnação”, caso se presuma ter “nascido heterossexual”; sendo sempre vedada alguma mudança caso se especule minimamente este já vir de algum “antecedente homossexual”?

Ou seja, apesar de não existir um gene gay (que ninguém encontrou ainda, mas há quem tenha mais fé na sua existência do que em Deus), certamente há fanáticos que interpretam a afetividade congênere, como se esta fosse “dominante” sobre uma “recessiva” heterossexualidade.

Ademais, a fábula da moda ainda é: “uma vez gay = gay para sempre”.

Parece brincadeira, mas seria este o infantil algoritmo que se espalhou na sociedade e que – talvez tendenciosamente – construiu um discreto preconceito contra a simples existência de ex-gays?

Curiosamente, todos os ex-gays que conheci afirmaram ainda que desejariam ter tido um acolhimento especializado: apoio psicológico ou psiquiátrico durante o período em que se “esforçaram” para abandonar espontaneamente as rotinas/hábitos/vícios relacionados ao “exercício” prévio da homossexualidade.

Embora tenham atingido seu intento praticamente sozinhos, com o suporte de sua convicção (de voltarem para a heterossexualidade), quase 100% destes ex-gays afirmaram também que tentaram encontrar (mas não tiveram êxito) profissionais de saúde disponíveis – oportunamente – para lhes orientar nesta decisiva transição.

Geralmente, apenas poucos cidadãos cristãos ou familiares lhe ofereceram solidariedade e compreensão durante momentos de angústia, depressão ou ansiedade relacionados à homossexualidade e seu progressivo abandono voluntário.

Então, seria digno e necessário obrigar um ex-gay (ou pretenso ex-gay) a voltar para (ou manter-se restrito a) “sua” homossexualidade, suportando passivamente quaisquer sofrimentos físicos ou psicológicos oriundos do firme desejo de descarte dos elementos relacionados à sodomia?

Convém relembrar que a OMS define que “saúde é o estado de mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”.

Ora, inúmeros ex-gays consideraram que sua passada “crise homossexual” foi muito prejudicial a todos estes elementos que constituiriam sua “plenitude” física, mental e social. Surpreso?

Quantos homossexuais já afirmaram o mesmo do seu passado heterossexual?

Quase todos os que conheci! Similarmente, no próprio entendimento de vários ex-gays, seu agudo ou crônico antecedente homossexual foi percebido como uma fase de “distúrbio ou transtorno psicológico temporário”, mas que afetou sobremaneira seu bem-estar.

E ninguém teria autoridade de dizer o contrário, acusando-os de antemão de estarem mentindo sobre si ou –preconceituosamente- desacreditando sua autopercepção.

Porém, para certas comunidades LGBTs, parece que o testemunho destes possíveis “ex-associados” sobre sua própria preferência sexual – só a vigente, não a posterior – não seria mais digno de crédito, enquanto seria digno os de quaisquer indivíduos que abandonaram a heterossexualidade para dar vazão a experiências homossexuais (entendendo similarmente ser esta livre mudança mais saudável e bem-vinda para sua vida)?

È irrefutável que, certamente, há inúmeros outros gays com potencial e desejo de se tornarem heterossexuais (novamente?), assim como as dezenas de atuais ex-gays que conheci.

Isto é um fato lógico e racional, tanto que nenhuma pessoa física ou jurídica deveria condenar ou restringir estas almas viventes – geralmente adultos emancipados – de buscarem um melhor “estado de saúde e felicidade” (na sua visão e entendimento), por meio inclusive de apoio profissional; seja médico, psicológico, pedagógico ou qualquer outro.

Será que estes cidadãos (ex-gays) não teriam autonomia, liberdade ou direito de procurar o auxílio que julguem necessário para reduzir seu sofrimento; ou mesmo de acelerar a inadiável resolução de seus problemas sexuais, em vez de transparecer que o Estado simplesmente ignora (ou até impede) a atenção necessária?

Reafirmo que – assim como gays se dizem mais “felizes” após manifestaram sua homossexualidade – é fato equivalente que vários ex-gays se dizem muito mais “saudáveis/satisfeitos” após testemunharem (coerentemente) um completo abandono da homossexualidade em seu dia-a-dia: estando alguns destes já contentes/equilibrados em pleno exercício da heterossexualidade (por meio de um fiel casamento), ou ainda solteiros e no aguardo do parceiro heterossexual ideal (para constituir sua família).

Por que (por um lado) seria crime preconceituoso e discriminatório impedir que “Gays + Lésbicas + Bissexuais + Transexuais + Travestis” buscassem auxilio especializado para exercer sua “plena e irrestrita” homossexualidade; mas (por outro lado) seria lícito desejável e necessário (para poucos brasileiros?) que se impeça que qualquer um desses ex-GLBTT “mudem de idéia” e consigam alcançar o estado de ex-homossexualidade ou heterossexualidade absoluta?

Faz parte da literatura acadêmica tradicional (reafirmada por recentes pesquisas sérias), que vários ex-gays já indicaram criteriosamente que foram fatores externos -ocorridos durante sua infância- os mais importantes para lhes induzir a questionar sua “heterossexualidade nativa/original” prematuramente.

Vários destes ex-gays entenderam –inclusive- que não “nasceram gays”, antes afirmam que, em algum momento da fase pré-puberal (em que ainda não sabiam lidar com os sofrimentos do mundo, nem com conturbados relacionamentos entre adultos ou mesmo com as carícias recebidas), foram levados a interpretar que “poderia ser mais conveniente” dar vazão ao “perfil homossexual”.

Porém, só após chegarem à maturidade e percorrerem o paradigmático caminho de abandono da homossexualidade, alguns conseguiram compreender e defender convictamente que, se não fosse à desestruturação do seu lar durante a infância (conflitos familiares, violência doméstica, rejeição ou desamor materno/paterno), ou mesmo os sutis primeiros estímulos prazerosos precoces (alguns nem tão sutis) feitos por pessoas do mesmo sexo, jamais teriam abandonado a heterossexualidade e se confundido temporariamente em “outra” preferência sexual.

Mas, parece que, para certas associações parciais, o status de “ex-gay” tem de ser algo inverossímil; impossível de existir por livre e espontânea vontade, sendo uma espécie de cidadão completamente proibido na sociedade moderna?

Afinal, a quem interessa manter o patético mito de que “não existe ex-homossexual”: à ciência ou às comunidades LGBTs?
Afinal, por que interessa tanto ignorar a existência de tamanha quantidade de cidadãos “deste tipo” ao nosso derredor? Reformulando a pergunta: o fato de existirem incontáveis e genuínos ex-gays, por acaso colocaria em risco alguns planos e interesses escusos de “alguns grupos”?

Será que se identificassem e se pesquisassem criteriosamente “apenas” algumas centenas de ex-gays, já seria possível questionar solidamente a precoce – e talvez mal embasada – exclusão dos diagnósticos de base sodomita, “escondidos” abruptamente do ensino médico e psicológico?

Ou mesmo, esta “inesperada descoberta” colocaria em xeque a tentativa de proibição da atuação psiquiátrica e psicoterapêutica nos indivíduos que – ainda hoje – mendigam ajuda para abandonar desejos ou memórias (indesejáveis) de praticas homossexuais?

Acredito que haja muitas mais pessoas (inclusive psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos fora do meu circulo de convívio) que acreditam – como eu – que provar que existem crescentes ex-gays (isto é, ex-manifestantes de sodomia), colocaria “por terra” vários planos inconstitucionais do grupo político LGBT: como de ter cotas gays em concursos públicos, cotas gays em vestibulares e até cotas gays em todas as empresas deste país.

Será que colocaria por terra também os projetos de lei para influenciar os “filhos dos outros” a questionarem sua heterossexualidade precocemente, invadindo e até desrespeitando a educação e autoridade dos próprios pais?

Será que provar que seria possível abandonar 100% das tentações e práticas homossexuais voluntariamente e saudavelmente, desmistificaria a “fantástica necessidade” de propostas mirabolantes, como o PLC 122/2006 ou qualquer sucessor piorado que cinicamente eleva os homossexuais acima dos heterossexuais (inclusive os ex-gays) em direitos civis?

Será que provar que a homossexualidade pode ser apenas um período delimitado na vida de milhares/milhões de futuros ex-gays, mas também uma fonte de sofrimento psicológico (para muitos destes) passível de auxílio psicoterápico ou psiquiátrico; poderia ser inconveniente para as ideologias das comunidades LGBTs, uma das muitas facetas da política de forçado controle populacional no mundo?

Afinal, por que, em vários países de primeiro mundo, se abre caminho para serviços profissionais de acolhimento e reorientação sexual (de adultos voluntários ao abandono da homossexualidade ou de crianças e adolescentes vitimas de abusos homossexuais) e não se ousa propor privilégios civis e jurídicos para o cidadão gay; mas, justamente na República Federativa do Brasil, país emergente estratégico no cenário geopolítico internacional, se deseja incitar abusivamente a elevação do percentual de gays na população (inclusive infanto-juvenil) por meio de privilégios em todas as esferas possíveis?

Para ficar mais claro, eu acho muito sensata e digna a possibilidade de se “intervir na homossexualidade” dos que desejam abdicar desta entidade, de forma que ilustrarei esta opinião metaforicamente: tal qual se pode intervir em simples nevos de pele (benignos e malignos).

Há nevos que nascem com os indivíduos e outros que surgem pela interação com o meio ambiente.

Alguns podem prejudicar de antemão e mesmo os inofensivos ainda poderão malignizar após persistentes atritos e reações ambientais (de uma simpática queratose solar pode surgir um melanoma, por exemplo).

Em todos os casos, são opcionais as intervenções.

Similarmente vejo os desejos e manifestações de homossexualidade: -(1) Alguns sinais de homossexualidade sugerem “malignidade” para a sanidade mental dos indivíduos, especialmente quando são frutos de interação com agentes externos criminosos (como assédio, sedução, estupro ou sodomização infantil), cujos “sinais” certamente não surgiriam se não tivessem ocorrido os eventos “traumáticos” correlatos.

A vítima deste “sinal” pode sofrer muito, tanto que fatalmente vai ceder – sem amparo – e deixar que este se expanda e perpetue em seu corpo.

Ninguém costuma saber oportunamente como se “tratar” sozinho, pois sua inocência nem enxerga as potencialidades daquela “mancha”, muito menos sem acesso a algum profissional que poderia explicar e ajudar terapeuticamente. -(2) Outros sinais de homossexualidade não sugerem “malignidade” para a sanidade mental, mas podem ser indesejáveis pelo individuo mesmo assim.

Geralmente estes surgem da curiosidade de novas experiências (que favorecem a interação com inúmeros fatores externos) já na fase adulta, mas que podem, em algum momento, incomodar por qualquer razão e não serem mais desejáveis.

Daí, alguns já se convencem a eliminar sozinhos este “sinal” que surgiu ou cresceu mais do que devia “sabe lá Deus como”; tanto que buscam e consideram bem-vindo o auxílio especializado que permita resolver esta “mácula” da forma mais eficiente/eficaz/efetiva disponível.

Eu poderia me estender em elucubrações análogas destas figuras de linguagem (terapia de sinais da homossexualidade x terapia de nevos da pele), mas creio que os leitores já entenderam a lógica e o paralelismo por trás da parábola inicial.

Certamente há quem goste de seu “nevo sodomita”, mas não se pode condenar quem não gosta (ou é indiferente) e quer “tratá-lo”!

“Nevos sodomitas” podem nascer e sumir espontaneamente em qualquer um; e sempre haverá quem “se orgulhe” de vê-los crescer mais e mais, assim como sempre haverá quem abomine ou sofra com a presença de um similar “sinal”, a ponto de buscar extirpá-lo definitivamente antes que cresça mais.

Afinal, estes “elementos superficiais” são opcionais, cuja intervenção adequada (quando voluntária) não gera qualquer prejuízo ao ser, enquanto a não intervenção (quando solicitada e ignorada) pode até gerar -sim- prejuízos futuros ao mesmo ser, inclusive se esta “pinta” vier a aprofundar e metastatizar inapropriadamente para outras áreas (no entendimento daquele indivíduo).

Decifrando esta intervenção voluntária: em vez do bisturi se usaria o diálogo com conhecimento (psicologia+psiquiatria+psicopedagogia, principalmente); no lugar da lidocaína se aplicaria solidariedade com paciência; substituir-se-iam agulhas, fios ou curativos pela reflexão, a lógica e a fé…

Até eventuais medicações paliativas (como ansiolíticos ou antidepressivos, para sintomas correlatos) poderiam ser úteis temporariamente para as freqüentes comorbidades.

Para os ainda incrédulos do real abandono de “fases” homossexuais e sua consequente demanda de apoio profissional (se solicitado sem coação), peço que reflitam sobre os mamíferos e a seleção natural: há momentos de atos de homossexualidade entre os animais heterossexuais, ou há momentos de atos heterossexuais entre os animais homossexuais?

É óbvio que qualquer espécie sexuada se extinguiria se fosse estritamente homossexual.

Aos menos os possíveis exemplares “homossexuais convictos” (existem?), seriam excluídos pela “seleção natural”.

Porém, não conheço estudos/pesquisas que sugiram que algum animal insistiu numa aparente “homossexualidade nativa”; apesar das oportunidades de envolvimentos com parceiros do sexo oposto.

Reafirmo que desconheço qualquer fato que transpareça que um exemplar “saudável” se manteve numa suposta “fidelidade á sua homossexualidade” até morrer, sem tentativa de gerar descendência.

E creio até que, se algum mamífero deixou de se procriar apesar de oportunidades reais, este deveria ter alguma patologia ou distúrbio sério, mas não por ser “homossexual de berço”.

Apesar de limitados intelectualmente e impulsionados por instintos diversos, os animais não costumam “ir contra a natureza”, tendo inclusive um ou inúmeros envolvimentos heterossexuais ao longo de sua oportuna vida, construindo a chance de ter uma prole “dele e do parceiro selecionado”.

Mas, ainda que fosse possível existir um animal com o “incrível gene da homossexualidade”, somente se este fosse “estuprado” teria algum risco de ter esta genética passada adiante, sendo ainda diluída pela metade com o parceiro violentador (que provavelmente não corroboraria darwinianamente com outro gene homossexual aos seus herdeiros comuns).

Por que será que a evolução dos mamíferos exclui ou dilui os “saudáveis vestígios de homossexualidade” da sua história terrestre, apesar das aparentes (e efêmeras) manifestações de homossexualidade no reino (irracional) animal?

Alguém já se questionou se a presença de “situações” de sodomização nas gerações de mamíferos seria algo “consciente”, duradouro, normal e desejável realmente, inclusive de um ponto de vista genético e evolutivo?

Concluindo, o que falta para tantos cientistas da área de saúde pararem de cultivar (omissa e indiretamente) o infundado dogma de uma pretensa “raça gay” entre os homo sapiens, apesar de terem acesso a fartas evidências contrárias a qualquer “fé pró-gay”?

Seria medo de retaliações (de uma minoria)?

Ou seriam meros interesses políticos, financeiros ou pessoais enrustidos; talvez até entre alguns supostos ícones da academia ou representantes de conselhos profissionais?

Deve haver outras hipóteses; mas, por favor, responda a estas questões quem for capaz.

*Nota: O texto original deste artigo se encontra na posse de seu autor, devidamente registrado e cuidadosamente arquivado, a fim de que não venha, porventura, a ocorrer que este artigo seja duplicado, ou mesmo citado, de modo adulterado e/ou fora dos objetivos para os quais foi originalmente escrito.


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19 comentários :

  1. Se eu fosse ativista gay , estaria nesse momento querendo metralhar o autor do artigo , bem como quem publicou, fiz uma leitura rápida, contudo o texto trás vários argumentos coerentes e dignos de analise e aceitação , ótima reflexão .

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  2. Ex-gay eu vi que tu postou comentários no site O Dia Online sobre uma reportagem a respeito dos ex-gays, que os ex-gays defendem a psicóloga Marisa Lobo da cassação que ela sofreu do Conselho Federal de Psicologia. Tem uma comunidade no facebook chamada os Ex-gays. Na minha opinião, os ex-gays nessa página deveriam explicar com riqueza de detalhes as razões pelas quais eles são ex-gays. Eles deveriam dizer que o mundo GLBT é promiscuo, futil,vazio, depressivo e que os ex-gays só existem por causa da PROMISCUIDADE SEXUAL e da COMPULSÃO SEXUAL presente nesse meio e NÃO POR CAUSA DA HOMOFOBIA da sociedade.Os ex-gays deveriam explicar detalhadamente como funciona o meio gay e dizer que a mídia, o movimento gay e o Conselho Federal de Psicologia tratam da questão de maneira distorcida.Nesse ponto, os ex-gays estão deixando a desejar, pois deveriam explicar melhor os seus motivos para abandonar o meio homossexual. A mídia e o movimento gay quer convencer todo mundo que os ex-gays existem por causa da homofobia e do preconceito que os homossexuais sofrem por causa da sociedade. E estão conseguindo isso.

    É bom que se diga que os ex-gays não estão abandonando a homossexualidade por causa da homofobia da sociedade ou pra poder abafar as suas tendências homossexuais. Aliás, muitos ex-gays, que estão casados com mulheres e têm filhos, estão muito mais felizes do que quando eles estavam na homossexualidade. Aliás, os ex-gays estão fugindo, mas do que? Ora, fugindo da PROMISCUIDADE SEXUAL, das instabilidades e mais do que tudo, fugindo de um destino que espera a esmagadora maioria dos homossexuais quando chegam na velhice: A SOLIDÃO!

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    1. Nossa Lucas, seu último parágrafo foi uma poesia! Bem amigão. O que queremos não é atacar os homossexuais. Se eles querem viver o que o mundo gay oferece é um direito deles. Nós queremos colocar em pauta a homossexualidade egodistônica - que ninguém respeita, que ninguém ouve, que ninguém ajuda. A promiscuidade, a solidão, na verdade, é algo que ninguém precisa falar, pois é inerente ao meio homossexual. Quanto ao texto acima, o que achou?

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  3. Gostei bastante do texto acima, ele fala as verdades que muita não escuta ou finge não escutar por causa da praga do politicamente correto.Desculpa se eu fui repetitivo nos meus argumentos, mas infelizmente tudo o que eu disse sobre o meio gay é a mais pura verdade e que infelizmente vem sendo ignorada por questões políticas e ideológicas. Realmente, a última frase foi bem boa, eu fechei com chave de ouro. Quanto ao texto, eu concordo com o que está escrito. Ex-heterossexual existe e todos aplaudem, agora ex-gay ninguém acredita e todo mundo desconfia!

    A CID e a OMS podem retirar a orientação sexual egodistônica da lista de doenças.Mas os homossexuais egodistônicos vão continuar existindo, quer essas organizações queiram ou não. É bom essas que essas organizações e os gays em geral saibam que os egodistônicos existem e que não estão nem um pouco contentes com a sua egodistonia sexual.

    Ao mesmo tempo que avança o ativismo gay, de certa forma os ex-gays ganharam um pouco de visibilidade!

    Ex-gay é uma coisa proibida, principalmente quando se trata da homossexualidade masculina! Agora, quanto a homossexualidade feminina, no caso das ex-lésbicas, isso é menos visível e as ex-lésbicas existem em menor número do que os ex-gays!

    Olha como a mídia trata a questão! Quando a Daniela Mercury assumiu que está tendo um caso com uma mulher, ela foi em vários programas de TV, falou sobre o assunto e todo mundo aplaudiu ou foram obrigados a achar bonito o casamento dela com uma mulher!

    Questão bem diferente do caso da atriz Claudia Gimenez da Globo, que depois de 10 anos de relacionamento com uma mulher, se separou e agora mudou de lado e está com um homem! Nesse caso, a mídia não fez um estardalhaço e não falou sobre o caso. Numa entrevista que a Claudia Gimenez deu , ela falou o seguinte: "Eu não tinha vaidade, não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que eu sou agora!Tinha a necessidade de ser amada e como eu era gorda e não tinha a capacidade de conquistar um homem, eu me joguei nas mulheres"!Foi mais ou menos isso que ela diz. Depois ela fala, que quando ela era pequena ela sofreu abuso sexual por parte de alguém, provavelmente um homem.

    Depois do que ela falou adivinha o que aconteceu? A patrulha GLBT, principalmente as lésbicas não gostaram do que ela falou e foram pra cima dela. O ativismo lésbico chamou a Claudia Gimenez de atriz medíocre

    Essa é a tal tolerância dos ditos tolerantes! Pra um lado vale, pro outro lado não vale!

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    1. Lucas, num outro comentário você falou que em 2015 vão tirar a homossexualidade egodistônica das CIDs, mas eu fiquei pensando. Existem profissionais sérios, que defendem a ciência autêntica. Por causa destes eu acho que vai ser difícil tirar viu. E se conseguirem vai ser por meio de muita briga, muita briga mesmo. Porque não só existem profissionais sérios lá fora, mas também milhares de homossexuais egodistônicos indo procurar as clínicas. Talvez o plano de retirar seja frustrado. O que acha?

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  4. A próxima CID(Classificação internacional de doenças), que vai sair em 2015 é a CID-11. Em 2014, a gente ainda está na CID-10. Além da orientação sexual egodistônica eles vão retirar da próxima edição o transexualismo, o travestismo fetichista e o transtorno do relacionamento sexual. Ser transex não vai mais ser uma doença como é até agora. Se eles retirarem a orientação sexual egodistônica da CID-11, isso não vai adiantar nada, porque os homossexuais egodistônicos vão continuar existindo, quer essas organizações queiram ou não.Independentemente disso, sempre vão existir profissionais sérios que nunca vão se dobrar ao politicamente correto dos dias de hoje.Infelizmente, eu acho que o plano de retirar a orientação sexual egodistônica da CID-11 vai ser bem-sucedido e não tem como evitar isso.
    Quanto ao fato da homossexualidade ser doença ou não! A associação americana de psiquiatria em dezembro de 1973, retirou a homossexualidade da lista de doenças por pressão política do movimento gay. Houve uma votação e ela não foi unânime. Na época, 55% dos psiquiatras votaram pela retirada da homossexualidade da lista de doenças, enquanto 45% votaram para manter a homossexualidade na lista de doenças. Como se vê, a votação foi apertada.

    Para haver unanimidade, a votação deveria ter sido assim: 85% dos psiquiatras votaram pela retirada da homossexualidade da lista de doenças, enquanto 15% votaram pela manutenção da homossexualidade na lista de doenças. Os argumentos para normalizar a homossexualidade foram os seguintes: Que são duas pessoas adultas que fazem sexo consensual e o que duas pessoas adultas fazem na sua intimidade ninguém tem nada a ver com isso e ninguém tem que se meter nisso! Ou que não existe nenhuma diferença entre a saúde mental de um homossexual e de um heterossexual e que os homossexuais são tão ajustados quanto os heterossexuais! E não existe nenhuma diferença entre um relacionamento homossexual e um relacionamento heterossexual e que os dois tipos de relacionamento podem ser duradouros e monogâmicos! A verdade é que tudo isso não reflete a realidade e está longe de ser verdade, muito longe!

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    1. Décadas de teorias deixas para trás por uma decisão política. Hoje muitas pessoas pagam as consequências desse ato.

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  5. Os ativistas gays dizem o seguinte: que a homossexualidade é genética e se ela é genética, ela é normal e o que é normal tem que ser aceito. Vamos supor o seguinte: que a ciência prove que uma pessoa nasce gay ou lésbica, que isso vem de dentro do útero e isso genético. Na verdade, isso vai ser um tiro no próprio pé do movimento gay. Porque isso vai ser uma prova de que a homossexualidade é uma coisa anormal. A ciência chegou a uma conclusão.Nós já sabemos o que é a homossexualidade; a homossexualidade é uma anomalia congênita, uma síndrome genética tal como é a Síndrome de Down, a Síndrome de Turner, a síndrome de Klinefelter. E tudo que é uma anomalia tem que ser corrigido antes da pessoa nascer.Caso, a conclusão seja essa e isso só uma hipótese, os homossexuais não devem ser respeitados por serem anomalia? Deveriam ser tratados com todo o respeito e não sofrerem violência por serem uma anomalia.

    Penso eu que saber se um homossexual nasce assim ou se isso é um comportamento adquirido ou aprendido pouco ou nada vai mudar! Um negro nasce negro e o racismo não acabou por causa disso, uma pessoa nasce com Síndrome de Down e ainda hoje existem pessoas preconceituosas contra quem tem síndrome de Down!

    O que me impressiona é que mais de 40 anos depois dessa decisão da Associação americana de psiquiatria, a ciência ainda não tenha encontrado a causa da homossexualidade. Muitas teorias e estudos foram feitos, mas nenhum chegou a uma conclusão. Por exemplo, no caso da psicopatia que é o transtorno de personalidade anti-social, estudando o cérebro dos psicopatas com técnicas de neuroimagem eles viram que os psicopatas têm um problema no sistema límbico do cérebro responsável pela empatia e pela compaixão. Como o sistema límbico deles não funciona e eles já nascem assim, eles nunca se arrependem ou tem remorso do que eles fazem. A mesma coisa a pedofilia, alguns anos atrás, eles olharam o cérebro dos pedófilos e viram que a pedofilia é causada ou pode ser causada por uma má ligação no cérebro. Essa descoberta foi importante e no futuro pode surgir um tratamento e até uma cura para a pedofilia. O autismo é a mesma coisa. Já para homossexualidade, nós estamos vendo tantos avanços.Várias teorias,hipóteses e estudos e nenhuma conclusão até agora. Desculpa se eu ofendi alguém no meu comentário ou com o que eu escrevi. No mais é isso!

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  6. Caras, a pessoas não querem admitir que pode ser sim uma doença?

    Tudo bem, talvez no sentido clássico de doença, de deixar mal fisicamente. Mas algo de deixar mal, confuso na cabeça.

    Eu sou um gay egodistônico. E quero ter direito a um tratamento.

    Maldita ideologia gay, sério. Fez mal a muita gente. Inclusive a mim, que devo ter vários problemas psicológicos, e com certeza uma parcela vem da homossexualidade egodistônica.

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    1. Sim anônimo. A gente fica mal mesmo... continue lutando pelos seus direitos cara. Tente todas as formas que puder para realizar o seu sonho. Clínicas abertas, por enquanto, só fora do país. Vai aprendendo sobre sua sexualidade. Aqui tem materiais bacanas. Fique livre para ler só o que for de seu interesse.

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  7. Ex gay, aqui tem uma excelente reportagem para você dar uma olhada, da revista VEJA.

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/06/02/ninguem-nasce-gay-nem-sai-do-armario-os-perigos-da-propaganda-homossexual-na-midia-conservadora/

    Espero que te ajude a outros tópicos, já que indiretamente tem alguma relação ao tema desse tópico.

    Abraços.

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    1. Valeu! Publicado na página do Facebook. Sempre que puder continue ajudando!!! \0/

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  8. É importante que os familiares dos homossexuais egodistônicos saibam que eles têm desejos por pessoas do mesmo sexo e que os ajudem a controlar esses desejos e a abandonar a prática homossexual. Os ex-gays têm todo o direito do mundo de viver uma vida heterossexual se eles assim quiserem.
    É preciso que os homossexuais egodistônicos não sejam discriminados por seus familiares nem pela sociedade em geral. Os homossexuais egodistônicos devem contar para a sua família a razão e o motivo da sua egodistonia sexual.Eles devem dizer exatamente como é o meio gay, com suas traições,instabilidades,promiscuidade sexual, compulsão sexual, vazio, depressão e solidão!Eles devem ter todo o apoio dos seus entes queridos, contando que não existe uma felicidade verdadeira e genuína no meio homossexual,que o destino da maioria dos homossexuais na velhice é a solidão e que por essas razões eles desejam abandonar a vida homossexual. Se os homossexuais egodistônicos receberem o apoio e a compreensão de seus familiares nessa luta, isso vai jogar por terra o discurso oficial da homofobia e do preconceito da sociedade. A homofobia e o preconceito da sociedade não são a causa da existência dos ex-gays! A causa são todas as instabilidades já conhecidas do meio gay!

    O movimento gay dá um tiro no próprio pé banalizando a palavra homofobia, acusando qualquer pessoa que for contrária a prática homossexual de homofóbica!

    Porém, a homofobia não está no ocidente! A homofobia está no Oriente Médio e em países da África, onde os gays são presos e até mortos! E sobre isso o movimento gay não diz nada e fica bem calado!

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  9. A questão é contar pra família... Isso é o difícil. Principalmente se: 1) Você não é o do tipo afeminado; 2) Sua família é homofóbica; 3) Digamos que eles te "aceitem" (coloco entre aspas, porque na real ninguém aceita nada, mas por conveniência, finge que tá tudo bem); 4) Ao aceitarem você, eles vão dizer para você ser feliz como gay mesmo, e se fosse falar que é um egodistônico, eles vão rir, falar que você tá pirado, que ninguém pode deixar de virar gay, ou seja eles te darão apoio pra você praticar a homossexualidade, mas não para sair, se for o caso.

    Ou seja a cultura gay é tão podre, que coloca essas m***** nas cabeças das pessoas, a ponto de nem com a família você poder contar. Para eles não existe e nunca existiu um ex gay, que não passa de um sujeito enrustido. E a pessoa nasceu gay, e vai morrer gay.

    O que fazer???

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  10. Ja tive horas de nao saber se realmente consiguiria me tornar um ex-gay, mas parece que achei onde verdadeiramente eu posso achar quem me ajude. Estou cansado dessa vida!!! Quem puder me ajudar, por favor, me ajude!

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    Respostas
    1. Cara, tudo é possível enquanto estivermos vivos. Envia um e-mail para oexgay@gmail.com. Vamos nos falando por lá. Aguardo seu contato.

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    2. Eu estou tentando abandonar os pensamentos homossexuais. Nunca tive uma relação com um homem, mas sinto atração. O mesmo não ocorre com as mulheres. Não considero isso normal, principalmente analisando os argumentos da mídia, que fala em "opção". Se eu tivesse o poder de decidir, claro que eu não teria atração homossexual! Além de, para mim, não ser natural o sexo com homens, a sociedade ainda cria toda uma rede de valores novos para você e sobre você. Eu não tenho muita confiança em mim mesmo, acho que não consigo efetuar uma relação sexual com uma mulher. Existe um medo de falhar...

      O que eu realmente quero é estar livre de qualquer pensamento homossexual. Estar livre para amar uma mulher, ter uma família, me sentir mais homem.

      Acredito em Deus e também em vidas passadas. Por isso, tentarei uma terapia de Regressão para verificar se tenho algum trauma que me impede de me relacionar com mulheres. Acho que isso é possível.

      Caso tudo dê errado, eu ainda tentarei ir para o exterior para procurar por uma clínica de reorientação. Eu sei aonde quero chegar, e vou chegar, em nome de Jesus!

      Que Deus coroe as nossas lutas com a vitória! Só nós sabemos o quanto sofremos!

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    3. Cara valeu por passar por aqui. Seu comentário foi para a página do face. Suas palavras representam uma verdade que não só merece, como tem que ser democraticamente ouvida e respeitada.

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    4. Sou eu quem agradeço!

      O site é um grande aliado na minha luta contra a homossexualidade!

      E tomara que minhas palavras sirvam de inspiração a outros que buscam restaurar a sua identidade!

      Abraço!

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