sexta-feira, 30 de maio de 2014

EX-GAY: CIDADÃO PROIBIDO



Já não existem milhões de ex-heterossexuais? 
Sim, assim como existem ex-homossexuais!


Médico E.T.F.M; Médico especialista em Bioética

Já conheci muitos médicos, psicólogos e pedagogos que “acreditam” que a homossexualidade continua sendo um distúrbio ou transtorno intrinsecamente temporário; mas que pode se manter tanto pela vida inteira, quanto por um curto período nos seres humanos.

A permanência sugere depender principalmente da convicção do individuo: de que aquela tendência/atração sexual “lhe pertence” ou não.

Alguns até ousam comparar com um “vício ou dependência química”, que pode ser abdicado totalmente ou dominar totalmente o ser em questão. Ou seja, apesar de algumas pessoas terem momentos duradouros de “tesão”, excitação ou libido por influência de indivíduos do mesmo sexo (alguns até por animais ou objetos); estes sentimentos/fetiches ou emoções/bizarrices só serão perenes (ou não) especialmente se houver vazão e crença de que “devem ser perpétuos” (ou não).

Eu sou um destes que interpreta a homossexualidade como uma fase, uma “tentação comum” que pode ser comparada ao “adultério” para fins didáticos. Entendo haver simplificadamente dois tipos de adúlteros: um genuíno e outro em potencial; ambos limitados temporalmente pela “vontade”.

O “genuíno” se envolve amorosamente (não necessariamente sexualmente) com outras pessoas na vida real, o “potencial” deseja e fantasia apenas na sua mente um relacionamento extraconjugal.

Ambos os tipos de adúlteros só são assim identificados enquanto mantiverem “atuações físicas ou estimulações psicológicas” de relação ou conteúdo amorosos com outras pessoas que não seu cônjuge.

Entretanto, estes também deveriam deixar imediatamente de ser “tipificados como adúlteros” (por si mesmo e por seus observadores) assim que abandonassem estas “atividades” (mentais ou realmente práticas), demonstrando sua fidelidade matrimonial.

A homossexualidade tende a funcionar de similar modo (deveria ser vista assim, na minha impressão); de forma que julgo mais correto descrever que alguém tem práticas/condutas ou ideias/pensamentos homossexuais, em vez deste “ser” homossexual (tendo em vista sua categórica temporalidade em vez de uma essência imutável).

Mas, ciente do rotineiro uso de verbos intransitivos para se referir a um “manifestante” da homossexualidade, irei me utilizar deste mesmo “estilo” corrente também; contudo apenas para me fazer entender melhor neste texto.

Ser médico favorece que pessoas pouco íntimas -de grupos ou comunidades afins- tenham iniciativa de compartilhar diversos conflitos sigilosos que afetaram direta ou indiretamente sua sanidade ou felicidade. Provavelmente, por isso, já tive oportunidade de conhecer inúmeros ex-gays “de verdade”.

Baseado nos que encontrei, estimo que haja outras centenas de milhares, só no Brasil.

Porém, todos os verdadeiros cidadãos ex-gays que conheci me disseram que passaram por severas discriminações e diversas retaliações, especialmente por parte de convictos cidadãos (outrora colegas e amigos) gays, durante (e por causa da) sua tentativa de abandono da homossexualidade.

Seria por isso que poucas pessoas conhecem algum ex-gay convincente?

Afinal, um cidadão tem direito de “mudar” a sua preferência sexual; ou deve ser proibido deste “descabido” intento?

Será que este fato real – um ex-gay satisfeito por abandonar a homossexualidade – poderia “constranger” os homossexuais praticantes e convictos, sendo, por isso, os supostos “dissidentes” combatidos, desacreditados e desrespeitados justificadamente?

Ora, um heterossexual tem “direito de virar” homossexual a qualquer hora, mesmo após décadas de heterossexualidade estrita. E apesar deste “EX” sempre ser acusado de ter vivido nos anos passados como um enrustido infeliz (numa pseudo-heterossexualidade) acabam tendo aceitação de sua “mudança de orientação” a qualquer momento.

Mas, será que jamais um suposto homossexual estrito poderia fazer o caminho inverso, similarmente?

Talvez na nossa sociedade só se possa mudar de opção sexual uma vez “por encarnação”, caso se presuma ter “nascido heterossexual”; sendo sempre vedada alguma mudança caso se especule minimamente este já vir de algum “antecedente homossexual”?

Ou seja, apesar de não existir um gene gay (que ninguém encontrou ainda, mas há quem tenha mais fé na sua existência do que em Deus), certamente há fanáticos que interpretam a afetividade congênere, como se esta fosse “dominante” sobre uma “recessiva” heterossexualidade.

Ademais, a fábula da moda ainda é: “uma vez gay = gay para sempre”.

Parece brincadeira, mas seria este o infantil algoritmo que se espalhou na sociedade e que – talvez tendenciosamente – construiu um discreto preconceito contra a simples existência de ex-gays?

Curiosamente, todos os ex-gays que conheci afirmaram ainda que desejariam ter tido um acolhimento especializado: apoio psicológico ou psiquiátrico durante o período em que se “esforçaram” para abandonar espontaneamente as rotinas/hábitos/vícios relacionados ao “exercício” prévio da homossexualidade.

Embora tenham atingido seu intento praticamente sozinhos, com o suporte de sua convicção (de voltarem para a heterossexualidade), quase 100% destes ex-gays afirmaram também que tentaram encontrar (mas não tiveram êxito) profissionais de saúde disponíveis – oportunamente – para lhes orientar nesta decisiva transição.

Geralmente, apenas poucos cidadãos cristãos ou familiares lhe ofereceram solidariedade e compreensão durante momentos de angústia, depressão ou ansiedade relacionados à homossexualidade e seu progressivo abandono voluntário.

Então, seria digno e necessário obrigar um ex-gay (ou pretenso ex-gay) a voltar para (ou manter-se restrito a) “sua” homossexualidade, suportando passivamente quaisquer sofrimentos físicos ou psicológicos oriundos do firme desejo de descarte dos elementos relacionados à sodomia?

Convém relembrar que a OMS define que “saúde é o estado de mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”.

Ora, inúmeros ex-gays consideraram que sua passada “crise homossexual” foi muito prejudicial a todos estes elementos que constituiriam sua “plenitude” física, mental e social. Surpreso?

Quantos homossexuais já afirmaram o mesmo do seu passado heterossexual?

Quase todos os que conheci! Similarmente, no próprio entendimento de vários ex-gays, seu agudo ou crônico antecedente homossexual foi percebido como uma fase de “distúrbio ou transtorno psicológico temporário”, mas que afetou sobremaneira seu bem-estar.

E ninguém teria autoridade de dizer o contrário, acusando-os de antemão de estarem mentindo sobre si ou –preconceituosamente- desacreditando sua autopercepção.

Porém, para certas comunidades LGBTs, parece que o testemunho destes possíveis “ex-associados” sobre sua própria preferência sexual – só a vigente, não a posterior – não seria mais digno de crédito, enquanto seria digno os de quaisquer indivíduos que abandonaram a heterossexualidade para dar vazão a experiências homossexuais (entendendo similarmente ser esta livre mudança mais saudável e bem-vinda para sua vida)?

È irrefutável que, certamente, há inúmeros outros gays com potencial e desejo de se tornarem heterossexuais (novamente?), assim como as dezenas de atuais ex-gays que conheci.

Isto é um fato lógico e racional, tanto que nenhuma pessoa física ou jurídica deveria condenar ou restringir estas almas viventes – geralmente adultos emancipados – de buscarem um melhor “estado de saúde e felicidade” (na sua visão e entendimento), por meio inclusive de apoio profissional; seja médico, psicológico, pedagógico ou qualquer outro.

Será que estes cidadãos (ex-gays) não teriam autonomia, liberdade ou direito de procurar o auxílio que julguem necessário para reduzir seu sofrimento; ou mesmo de acelerar a inadiável resolução de seus problemas sexuais, em vez de transparecer que o Estado simplesmente ignora (ou até impede) a atenção necessária?

Reafirmo que – assim como gays se dizem mais “felizes” após manifestaram sua homossexualidade – é fato equivalente que vários ex-gays se dizem muito mais “saudáveis/satisfeitos” após testemunharem (coerentemente) um completo abandono da homossexualidade em seu dia-a-dia: estando alguns destes já contentes/equilibrados em pleno exercício da heterossexualidade (por meio de um fiel casamento), ou ainda solteiros e no aguardo do parceiro heterossexual ideal (para constituir sua família).

Por que (por um lado) seria crime preconceituoso e discriminatório impedir que “Gays + Lésbicas + Bissexuais + Transexuais + Travestis” buscassem auxilio especializado para exercer sua “plena e irrestrita” homossexualidade; mas (por outro lado) seria lícito desejável e necessário (para poucos brasileiros?) que se impeça que qualquer um desses ex-GLBTT “mudem de idéia” e consigam alcançar o estado de ex-homossexualidade ou heterossexualidade absoluta?

Faz parte da literatura acadêmica tradicional (reafirmada por recentes pesquisas sérias), que vários ex-gays já indicaram criteriosamente que foram fatores externos -ocorridos durante sua infância- os mais importantes para lhes induzir a questionar sua “heterossexualidade nativa/original” prematuramente.

Vários destes ex-gays entenderam –inclusive- que não “nasceram gays”, antes afirmam que, em algum momento da fase pré-puberal (em que ainda não sabiam lidar com os sofrimentos do mundo, nem com conturbados relacionamentos entre adultos ou mesmo com as carícias recebidas), foram levados a interpretar que “poderia ser mais conveniente” dar vazão ao “perfil homossexual”.

Porém, só após chegarem à maturidade e percorrerem o paradigmático caminho de abandono da homossexualidade, alguns conseguiram compreender e defender convictamente que, se não fosse à desestruturação do seu lar durante a infância (conflitos familiares, violência doméstica, rejeição ou desamor materno/paterno), ou mesmo os sutis primeiros estímulos prazerosos precoces (alguns nem tão sutis) feitos por pessoas do mesmo sexo, jamais teriam abandonado a heterossexualidade e se confundido temporariamente em “outra” preferência sexual.

Mas, parece que, para certas associações parciais, o status de “ex-gay” tem de ser algo inverossímil; impossível de existir por livre e espontânea vontade, sendo uma espécie de cidadão completamente proibido na sociedade moderna?

Afinal, a quem interessa manter o patético mito de que “não existe ex-homossexual”: à ciência ou às comunidades LGBTs?
Afinal, por que interessa tanto ignorar a existência de tamanha quantidade de cidadãos “deste tipo” ao nosso derredor? Reformulando a pergunta: o fato de existirem incontáveis e genuínos ex-gays, por acaso colocaria em risco alguns planos e interesses escusos de “alguns grupos”?

Será que se identificassem e se pesquisassem criteriosamente “apenas” algumas centenas de ex-gays, já seria possível questionar solidamente a precoce – e talvez mal embasada – exclusão dos diagnósticos de base sodomita, “escondidos” abruptamente do ensino médico e psicológico?

Ou mesmo, esta “inesperada descoberta” colocaria em xeque a tentativa de proibição da atuação psiquiátrica e psicoterapêutica nos indivíduos que – ainda hoje – mendigam ajuda para abandonar desejos ou memórias (indesejáveis) de praticas homossexuais?

Acredito que haja muitas mais pessoas (inclusive psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos fora do meu circulo de convívio) que acreditam – como eu – que provar que existem crescentes ex-gays (isto é, ex-manifestantes de sodomia), colocaria “por terra” vários planos inconstitucionais do grupo político LGBT: como de ter cotas gays em concursos públicos, cotas gays em vestibulares e até cotas gays em todas as empresas deste país.

Será que colocaria por terra também os projetos de lei para influenciar os “filhos dos outros” a questionarem sua heterossexualidade precocemente, invadindo e até desrespeitando a educação e autoridade dos próprios pais?

Será que provar que seria possível abandonar 100% das tentações e práticas homossexuais voluntariamente e saudavelmente, desmistificaria a “fantástica necessidade” de propostas mirabolantes, como o PLC 122/2006 ou qualquer sucessor piorado que cinicamente eleva os homossexuais acima dos heterossexuais (inclusive os ex-gays) em direitos civis?

Será que provar que a homossexualidade pode ser apenas um período delimitado na vida de milhares/milhões de futuros ex-gays, mas também uma fonte de sofrimento psicológico (para muitos destes) passível de auxílio psicoterápico ou psiquiátrico; poderia ser inconveniente para as ideologias das comunidades LGBTs, uma das muitas facetas da política de forçado controle populacional no mundo?

Afinal, por que, em vários países de primeiro mundo, se abre caminho para serviços profissionais de acolhimento e reorientação sexual (de adultos voluntários ao abandono da homossexualidade ou de crianças e adolescentes vitimas de abusos homossexuais) e não se ousa propor privilégios civis e jurídicos para o cidadão gay; mas, justamente na República Federativa do Brasil, país emergente estratégico no cenário geopolítico internacional, se deseja incitar abusivamente a elevação do percentual de gays na população (inclusive infanto-juvenil) por meio de privilégios em todas as esferas possíveis?

Para ficar mais claro, eu acho muito sensata e digna a possibilidade de se “intervir na homossexualidade” dos que desejam abdicar desta entidade, de forma que ilustrarei esta opinião metaforicamente: tal qual se pode intervir em simples nevos de pele (benignos e malignos).

Há nevos que nascem com os indivíduos e outros que surgem pela interação com o meio ambiente.

Alguns podem prejudicar de antemão e mesmo os inofensivos ainda poderão malignizar após persistentes atritos e reações ambientais (de uma simpática queratose solar pode surgir um melanoma, por exemplo).

Em todos os casos, são opcionais as intervenções.

Similarmente vejo os desejos e manifestações de homossexualidade: -(1) Alguns sinais de homossexualidade sugerem “malignidade” para a sanidade mental dos indivíduos, especialmente quando são frutos de interação com agentes externos criminosos (como assédio, sedução, estupro ou sodomização infantil), cujos “sinais” certamente não surgiriam se não tivessem ocorrido os eventos “traumáticos” correlatos.

A vítima deste “sinal” pode sofrer muito, tanto que fatalmente vai ceder – sem amparo – e deixar que este se expanda e perpetue em seu corpo.

Ninguém costuma saber oportunamente como se “tratar” sozinho, pois sua inocência nem enxerga as potencialidades daquela “mancha”, muito menos sem acesso a algum profissional que poderia explicar e ajudar terapeuticamente. -(2) Outros sinais de homossexualidade não sugerem “malignidade” para a sanidade mental, mas podem ser indesejáveis pelo individuo mesmo assim.

Geralmente estes surgem da curiosidade de novas experiências (que favorecem a interação com inúmeros fatores externos) já na fase adulta, mas que podem, em algum momento, incomodar por qualquer razão e não serem mais desejáveis.

Daí, alguns já se convencem a eliminar sozinhos este “sinal” que surgiu ou cresceu mais do que devia “sabe lá Deus como”; tanto que buscam e consideram bem-vindo o auxílio especializado que permita resolver esta “mácula” da forma mais eficiente/eficaz/efetiva disponível.

Eu poderia me estender em elucubrações análogas destas figuras de linguagem (terapia de sinais da homossexualidade x terapia de nevos da pele), mas creio que os leitores já entenderam a lógica e o paralelismo por trás da parábola inicial.

Certamente há quem goste de seu “nevo sodomita”, mas não se pode condenar quem não gosta (ou é indiferente) e quer “tratá-lo”!

“Nevos sodomitas” podem nascer e sumir espontaneamente em qualquer um; e sempre haverá quem “se orgulhe” de vê-los crescer mais e mais, assim como sempre haverá quem abomine ou sofra com a presença de um similar “sinal”, a ponto de buscar extirpá-lo definitivamente antes que cresça mais.

Afinal, estes “elementos superficiais” são opcionais, cuja intervenção adequada (quando voluntária) não gera qualquer prejuízo ao ser, enquanto a não intervenção (quando solicitada e ignorada) pode até gerar -sim- prejuízos futuros ao mesmo ser, inclusive se esta “pinta” vier a aprofundar e metastatizar inapropriadamente para outras áreas (no entendimento daquele indivíduo).

Decifrando esta intervenção voluntária: em vez do bisturi se usaria o diálogo com conhecimento (psicologia+psiquiatria+psicopedagogia, principalmente); no lugar da lidocaína se aplicaria solidariedade com paciência; substituir-se-iam agulhas, fios ou curativos pela reflexão, a lógica e a fé…

Até eventuais medicações paliativas (como ansiolíticos ou antidepressivos, para sintomas correlatos) poderiam ser úteis temporariamente para as freqüentes comorbidades.

Para os ainda incrédulos do real abandono de “fases” homossexuais e sua consequente demanda de apoio profissional (se solicitado sem coação), peço que reflitam sobre os mamíferos e a seleção natural: há momentos de atos de homossexualidade entre os animais heterossexuais, ou há momentos de atos heterossexuais entre os animais homossexuais?

É óbvio que qualquer espécie sexuada se extinguiria se fosse estritamente homossexual.

Aos menos os possíveis exemplares “homossexuais convictos” (existem?), seriam excluídos pela “seleção natural”.

Porém, não conheço estudos/pesquisas que sugiram que algum animal insistiu numa aparente “homossexualidade nativa”; apesar das oportunidades de envolvimentos com parceiros do sexo oposto.

Reafirmo que desconheço qualquer fato que transpareça que um exemplar “saudável” se manteve numa suposta “fidelidade á sua homossexualidade” até morrer, sem tentativa de gerar descendência.

E creio até que, se algum mamífero deixou de se procriar apesar de oportunidades reais, este deveria ter alguma patologia ou distúrbio sério, mas não por ser “homossexual de berço”.

Apesar de limitados intelectualmente e impulsionados por instintos diversos, os animais não costumam “ir contra a natureza”, tendo inclusive um ou inúmeros envolvimentos heterossexuais ao longo de sua oportuna vida, construindo a chance de ter uma prole “dele e do parceiro selecionado”.

Mas, ainda que fosse possível existir um animal com o “incrível gene da homossexualidade”, somente se este fosse “estuprado” teria algum risco de ter esta genética passada adiante, sendo ainda diluída pela metade com o parceiro violentador (que provavelmente não corroboraria darwinianamente com outro gene homossexual aos seus herdeiros comuns).

Por que será que a evolução dos mamíferos exclui ou dilui os “saudáveis vestígios de homossexualidade” da sua história terrestre, apesar das aparentes (e efêmeras) manifestações de homossexualidade no reino (irracional) animal?

Alguém já se questionou se a presença de “situações” de sodomização nas gerações de mamíferos seria algo “consciente”, duradouro, normal e desejável realmente, inclusive de um ponto de vista genético e evolutivo?

Concluindo, o que falta para tantos cientistas da área de saúde pararem de cultivar (omissa e indiretamente) o infundado dogma de uma pretensa “raça gay” entre os homo sapiens, apesar de terem acesso a fartas evidências contrárias a qualquer “fé pró-gay”?

Seria medo de retaliações (de uma minoria)?

Ou seriam meros interesses políticos, financeiros ou pessoais enrustidos; talvez até entre alguns supostos ícones da academia ou representantes de conselhos profissionais?

Deve haver outras hipóteses; mas, por favor, responda a estas questões quem for capaz.

*Nota: O texto original deste artigo se encontra na posse de seu autor, devidamente registrado e cuidadosamente arquivado, a fim de que não venha, porventura, a ocorrer que este artigo seja duplicado, ou mesmo citado, de modo adulterado e/ou fora dos objetivos para os quais foi originalmente escrito.


VEJA TAMBÉM:

MARISA LOBO: DEFENDO A LIBERDADE DE QUEM QUER DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE

INTERNAUTA OPINA SOBRE PROJETO DE LEI QUE RESGUARDA DIREITO DOS EGODISTÔNICOS

ROZANGELA JUSTINO: DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE É UM DIREITO HUMANO E CONSTITUCIONAL

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE

IMPRENSA BRASILEIRA: ELES SOBREVIVERAM À MÍDIA GAYZISTA



sexta-feira, 23 de maio de 2014

"DEUS TE AMA MAIS DO QUE QUALQUER CARA QUE NUNCA VAI TE AMAR"

CARTA DE UM EX-HOMOSSEXUAL. PREPARADO PARA UM BOM TEXTO?



E ai maninhos como vai a vida fora da net? Então... eu já postei algo sobre ele aqui no blog, mas com essa frase ai não teve como né, ele voltou, hehe. Estou falando do americano Michael Glatze. Mais um homem que deixou para trás o estilo de vida homossexual. Uhuu!!! \0/ \0/

Vamos conhecer mais sobre ele? Inclusive já foi matéria aqui no Brasil em 2011. Revista Época. Vamos ler uma carta escrita por ele? Vamos sim! As melhores partes realcei [quase que realço tudo, pois todas as palavras são cheias de sentimento e verdades]. Coloque o cinto ai, respire fundo e boa leitura! 

Michael Glatze, ex-ativista gay para a juventude:

"O homossexualismo conquistou-me facilmente, porque eu já estava fraco.


Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai, quando eu tinha 13. Ainda jovem, já me encontrava confuso sobre quem eu era e como me sentia em relação aos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de notar em mim uma “atração” por garotos, fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14 anos. Aos 20, declarei-me gay para todos ao meu redor.

Aos 22, tornei-me editor da primeira revista direcionada ao público jovem gay masculino. No conteúdo fotográfico desta revista o que havia era pornografia, mas percebi que eu poderia utilizá-la como uma plataforma para coisas maiores e melhores.

Como esperado, a Young Gay America (revista) apareceu. Ela procurava preencher a lacuna criada pela outra revista para a qual eu havia trabalhado – isto é, algo não tão pornográfico, direcionado ao público jovem gay americano. A Young Gay America decolou.

O público gay respondeu entusiasticamente à revista. Ela recebeu prêmios, reconhecimento, respeito e muitas honras, incluindo o prêmio Modelo do Ano, da grande organização gay Fórum da Igualdade – que foi concedido ao primeiro ministro canadense Jean Chritien um ano mais tarde – além de um grande número de citações na mídia, desde a PBS até o Seattle Time, da MSNBC, à capa da Time magazine.

Produzi, com a ajuda das afiliadas à PBS e do Fórum da Igualdade, o primeiro grande documentário a abordar o suicídio de jovens gays, “Jim in Bold”, que rodou por todo o mundo e recebeu prêmios como melhor filme em diversos festivais.

A Young Gay America criou uma exibição fotográfica com diversas fotos e depoimentos de jovens gays de diversos locais do continente norte americano, que viajou pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

A Young Gay America lançou a YGA Magazine em 2004, para fingir proporcionar uma “contrapartida virtuosa” às demais revistas direcionadas à juventude gay. Eu digo “fingir” porque a verdade é que a YGA era tão prejudicial quanto qualquer outra, apenas não tão massivamente pornográfica, por isso mais “respeitável”.

Eu levei quase 16 anos para descobrir que o homossexualismo por si mesmo não é exatamente “virtuoso”. Foi difícil clarear meus sentimentos sobre este assunto, dado que a minha vida estava tão atrelada a ele.

O homossexualismo, dirigido às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Ele destrói as mentes impressionáveis e confunde o desenvolvimento de sua sexualidade. Eu não havia percebido isso até meus 30 anos de idade.

A YGA Magazine teve sua primeira edição esgotada em diversas cidades americanas. Houve um suporte extremo, de todos os lados, para a YGA: escolas, grupos de pais, livrarias, associações governamentais, todos pareciam querê-la. Ela acertou em cheio no espírito atual de “aceitação e promoção” do homossexualismo e eu fui considerado um líder. Fui convidado a palestrar no prestigioso Fórum JFK Jr. da Escola Kennedy de Governo, em Harvard, em 2005.

Foi então, depois de ver minhas palavras gravadas em um vídeo durante aquela “performance”, que eu comecei, seriamente, a questionar o que eu estava fazendo com minha vida e minha influência.

Como eu não conhecia ninguém para quem pudesse apresentar meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um crescente relacionamento com Ele, graças a uma crise debilitante de cólicas intestinais causada por comportamentos que acabaram prejudicando meu estômago.

Logo eu comecei a entender coisas que jamais imaginaria que pudessem ser reais, tais como o fato de estar liderando um movimento de pecado e corrupção – que não deve soar como se minha descoberta tenha sido baseada em dogma, porque decididamente, não foi. Eu cheguei às conclusões sozinho.

Tornou-se claro para mim, conforme eu REALMENTE PENSAVA SOBRE ISSO – e realmente rezava – que o homossexualismo nos impede de encontrar nosso próprio eu interior. Não podemos enxergar a verdade quando estamos cegados pelo homossexualismo.

Nós acreditamos, sob a influência do homossexualismo, que a luxúria não é somente aceitável, mas uma virtude. Porém, não existe um “desejo” homossexual desvinculado da luxúria.

Em negação a este fato, eu havia lutado para apagar essa verdade a todo o custo e participado em diversos meios para tirar das mãos humanas a responsabilidade de lutar contra as tentações da luxúria e outros comportamentos desregrados. Eu estava certo – graças à cultura e aos líderes mundiais – de que estava fazendo a coisa certa.

Guiado pela busca da verdade, porque nada estava bem, olhei para o interior. Jesus Cristo repetidamente nos adverte para não confiarmos em ninguém a não ser nEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus reside no coração e na mente de cada homem.

O que eu descobri – o que eu aprendi – sobre a homossexualidade foi surpreendente: o modo como eu “descobri” meus desejos homossexuais no tempo da escola, foi notando que eu olhava para outros rapazes. O modo como me curei - quando ficou claro que eu deveria fazê-lo ou me arriscaria a machucar mais pessoas – foi prestando atenção a mim mesmo.

Toda vez que eu era tentado à luxúria, eu percebia, reconhecia e lidava com isso. Chamava pelo nome certo e depois apenas deixava que desaparecesse sozinha. Uma diferença enorme e vital existe entre uma admiração superficial – de você mesmo e dos outros – e uma admiração integral. Quando amamos a nós mesmos integralmente, não necessitamos de mais nada que venha do mundo “exterior” do desejo lascivo, do reconhecimento dos outros ou da satisfação física.

O homossexualismo evita um maior aprofundamento por causa da superficialidade e das atrações inspiradas pela luxúria – pelo menos enquanto ele permanecer “aceito” pela lei. Como resultado, inúmeras pessoas perdem-se de seu eu mais verdadeiro, seu Cristo interior dado por Deus.

O homossexualismo, para mim, começou na idade dos 13 anos e terminou – uma vez que eu me fechei às influências exteriores e me foquei intensamente na verdade interior – aos 30 anos, quando descobri as profundezas do meu eu dado por Deus.

Deus é tido como um inimigo por muitos no movimento homossexual porque Ele os relembra daquilo que verdadeiramente deveriam ser. As pessoas nesta situação preferem permanecer “tranquilamente ignorantes”, silenciando a verdade àqueles que se atrevem a proclamá-la, através da oposição, condenação e nomeando-os como “racistas”, “insensíveis”, “maus” e "preconceituosos”.

Curar-se das feridas causadas pelo homossexualismo não é fácil – obviamente há pouco suporte. O apoio que resta é ridicularizado, silenciado pela retórica ou tornado ilegal pela manipulação das leis. Eu tive que ir discernindo entre minha própria vergonha e as vozes de desaprovação de todos aqueles que eu conhecia, para conseguir curar-me. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas considerem que a conversão esteja totalmente fora de cogitação e muito menos se ela funciona ou não.

Na minha experiência, livrar-me da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bonita e maravilhosa que eu jamais havia experimentado em toda a minha vida.

A luxúria nos toma de nossos próprios corpos, fazendo com que nossa psique fique atrelada à forma física de outra pessoa. É por isso que o sexo homossexual – e todas as outras práticas sexuais baseadas na luxúria – nunca é satisfatório: é um processo neurótico ao invés de natural, normal. Normal é normal – e tem sido chamado desta forma por uma razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, fere o normal”. O homossexualismo nos tira de nosso estado normal, de estarmos perfeitamente unidos em todas as coisas e nos divide, fazendo com que sempre desejemos um objeto físico externo o qual não podemos nunca possuir. As pessoas homossexuais – assim como todas as pessoas – anseiam pelo mítico amor verdadeiro, que realmente existe. O problema do homossexualismo é que o verdadeiro amor somente aparece quando não temos nada impedindo-o de brilhar a partir do nosso interior. Não podemos ser totalmente nós mesmos quando nossas mentes estão presas em um ciclo e mentalidade de grupo que sancionam, protegem e celebram a luxúria.

Deus veio até mim quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e chateado. Ele me disse – através da oração – que não havia nada que eu devesse temer e que eu estava em casa: o que eu precisava era apenas fazer uma faxina na minha mente.

Eu creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Eu acredito que seja por isso que o cristianismo assusta tanto as pessoas. Ele as lembra de suas próprias consciências, que todos nós possuímos.

A consciência nos diz o que é certo e errado e é um guia através do qual podemos crescer e nos tornarmos seres humanos mais fortes e mais livres. Libertar-se do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que deve ser feita é livrar-se das mentalidades que dividem e conquistam a humanidade.

A verdade sobre o sexo pode ser encontrada se todos aceitarmos que nossa cultura apoia comportamentos que ferem a vida. A culpa não pode ser uma razão para evitarem-se as questões difíceis.

O homossexualismo tirou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira e outra, perpetuadas através da mídia nacional, tendo como alvo as crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que livros infantis gays estão sendo distribuídos nas escolas e exigidos como leitura obrigatória.

A Polônia, um pais tão acostumado com a destruição de seu povo por influências externas, está tentando bravamente impedir a União Europeia de doutrinar suas crianças com propaganda homossexual. Em resposta, a UE tem chamado o primeiro ministro polonês de “repulsivo”.

Eu fui repulsivo por muito tempo; e ainda estou lidando com toda a minha culpa. Como um líder do movimento pelos “direitos homossexuais”, por diversas vezes eu me dirigi ao público. Se eu pudesse voltar atrás em muito do que disse, eu o faria. Agora eu sei que a homossexualidade é luxúria e pornografia unidas uma a outra. Jamais deixarei alguém tentar convencer-me do contrário, não importa quão habilidosas sejam suas palavras ou quão tristes suas histórias. Eu vi. Eu conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por uma razão. Ela existe para que possamos ser nós mesmos. Ela existe para que possamos compartilhar este perfeito eu com o mundo, para fazer o mundo perfeito. Não se tratam de esquemas sofisticados ou de ideais estranhos – trata-se da Verdade.

Curar-se dos pecados do mundo não acontecerá em um instante, mas acontecerá sim – se não impedirmos pelo orgulho. No final, Deus vence, caso você não saiba."


Fonte: How a 'gay rights' leader became straight. WorldNetDaily







Esta foto representa um contraste do passado e presente de Michael Glatze. No fundo está ele com um "namorado" da época. Na frente com sua esposa Rebecca.


"Deus te ama mais do que qualquer cara que nunca vai te amar. Não coloque a sua fé em um homem, um pouco de carne. Isso é o que fazemos quando estamos presos na identidade gay, quando estamos presos na caverna. Vamos de cara em cara, procurando alguém para amar-nos e fazer-nos sentir bem, mas Deus é muito melhor do que todos os outros "mestres" lá fora" 
Michael Glatze





Casamento de Michael Glatze



Michael Glatze contou com apoio psicológico no processo de restauração de sua sexualidade. O Dr. Joseph Nicolosi o acompanhou. Você pode conferir uma entrevista clicando aqui. Está em inglês, mas é só traduzir com o tradutor do Google.

domingo, 11 de maio de 2014

PSIQUIATRA ALERTA: "NINGUÉM NASCE HOMOSSEXUAL"

"A imensidão de evidências aponta para o fato de tratar-se de um comportamento aprendido (condicionamento mental) nada tendo a ver com genética" 



Desde que escrevi o artigo Homossexualismo e Homossexualidade, o que já faz algum tempo, só tem crescido o número de pessoas que me enviam mensagens por email ou buscam contato telefônico. Na esmagadora maioria das vezes, estes contatos são de pessoas interessadas em saber mais sobre o tema, cuja abordagem científica tem sido progressivamente desencorajada por pressões da chamada militância gay. Já quanto às críticas e até mesmo certas hostilidades que já sofri por parte de alguns homossexuais militantes da dita “causa gay”, numericamente são tão poucos que não seria nenhum exagero considerá-los como um conjunto estatisticamente insignificante. 

Outrossim, o que realmente incomoda é a má leitura que alguns fazem sobre o artigo que escrevi. A princípio pode até parecer um contrassenso, mas o que, na realidade, sempre busquei foi não apenas dissociar o tópico Homossexualidade de ideologias políticas e de abordagens pseudocientíficas (falsa ciência), mas cooperar com os próprios homossexuais no sentido de poder oferecer-lhes substrato científico a fim de que possam não somente se precaver, mas também se defender dos que buscam utilizá-los como massa de manobra ideológico-política, o que nada tem a ver com o estudo ou com a compreensão da Homossexualidade em si (per se).

Também incomoda, e bastante, a deliberada difusão de informações inverídicas, especulativas e até mesmo mentirosas em relação ao que a ciência tem a dizer sobre a Homossexualidade. Como já dito no artigo anterior, afirmar que homossexualidade não é doença em razão de ter sido eliminada esta categoria diagnóstica do DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) por uma simples votação (e sob a pressão do movimento gay norte-americano) já se constitui em um franco absurdo, em uma falácia pseudocientífica. Porém, afirmar que as pessoas já nascem homossexuais vai ainda mais além, tratando-se não somente de um outro absurdo, mas de uma repudiável aberração pseudocientífica. Seria algo como dizer que os nossos olhos foram criados para servir como cabeça de martelo ou que o nosso corpo deveria ser apoiado sobre o nariz ao invés dos pés.

Simplesmente não há escapatória para a sustentação de um argumento retórico tão surpreendentemente falso (digo retórico, pois de científico não possui absolutamente nada), pois ninguém nasce homossexual, como claramente o demonstram os fatos, o que veremos a seguir.

Nem a Criação e nem o Evolucionismo pode sustentar a argumentação de que alguém já nasce Homossexual

Embora antagônicas e fortemente opostas entre si, nem a exposição evolucionista e muito menos a visão teológica da existência têm como deixar de tornar insustentável e insubsistente a argumentação de que alguém já nasça homossexual.

Já se nasce Homossexual - Uma Assertiva inviável sob o ponto de vista Materialista (Evolução)

Como postula a teoria evolucionista, seríamos resultado da chamada “seleção natural”, sob cuja suposta ação subsistem ou se extinguem espécies. Em sendo assim, e já que a tal “seleção natural” necessita ora de milhares, ora de milhões (dependendo do autor) de anos para se expressar, e já que indivíduos de um dos dois sexos possuem pares cromossômicas diferentes (XX ou XY), já há muito parceiros do mesmo sexo simplesmente teriam deixado de existir, pois a reprodução nessa situação é absolutamente impossível.

Do mesmo modo, e seguindo a inevitável conversão de argumentos, se existisse algo como um “gene gay”, pelas mesmas razões não poderia existir um único indivíduo homossexual sobre a face da terra, pois a “evolução” já teria se encarregado de extingui-los, há muito tempo, e isto pelos mecanismos da própria e tal “seleção natural”.

Pelo raciocínio evolucionista, seria algo como se os caranguejos insistissem em copular somente com ostras, e estas o aceitando como sendo algo "natual", o resultado não poderia ser outro senão a irremediável extinção de ambas as espécies. Não haveria mais nem caranguejos, nem ostras, e muito menos caranguejo-ostras (ou ostras-caranguejo).

Isto sem falar que não existe absolutamente nada na ciência que, sequer possa, ainda que minimamente, sugerir que haja qualquer influência genética no comportamento homossexual. E repito, não existe nada a esse respeito! Nunca jamais nenhuma amostragem estatística, pesquisa ou estudo pôde ser conclusivo ou definitivo na busca por um suposto gene homossexual. Muito pelo contrário, os estudos envolvendo gêmeos homozigóticos (termo da genética que indica que os alelos de codificação genética são idênticos em conceptos univitelinos) se constituem em uma das mais poderosas evidências contra a argumentação de que a Homossexualidade seja genética.

Se o movimento gay (não me refiro aos homossexuais como um todo, mas sim a um segmento deles - os deliberados promotores do Homossexualismo como estilo de vida) busca um aliado em defesa de suas argumentações, a pior coisa que podem fazer é buscar a ciência como aliada, pois é ela mesma uma das mais poderosas adversárias contra a argumentação de que o Homossexualismo seja genético ou de que alguém, simplesmente, “já nasce gay”.

Estudos e trabalhos científicos, quer sejam de pesquisa, quer de simples levantamentos estatísticos, ou buscas por amostragens, se unidos, se constituem em uma objeção uníssona e absolutamente oposta à argumentação de que indivíduos já nascem homossexuais.

Na grande maioria dos casos, estudos com gêmeos univitelinos demonstram que não existe qualquer influência da genética sobre a expressão da sexualidade dos gêmeos. Em outras palavras, são muito mais numerosos os gêmeos univitelinos que divergem quanto à homossexualidade do que os que convergem.

Dr. Neil E. Whitehead, autor de uma das publicações mais conhecidas sobre as origens da Homossexualidade, My Genes Made Me Do It! - a Scientific Look at Sexual Orientation (Meus genes me obrigaram a fazê-lo, uma Observação Científica sobre a Orientação Sexual) chegou a compilar mais de 10.000 publicações científicas, durante cerca de vinte anos, e absolutamente nada jamais foi encontrado que pudesse sugerir a existência de qualquer influência genética sobre o comportamento homossexual.

Como médico especialista em Psiquiatria, lamento que os estudos sobre as origens da Homossexualidade estejam sendo tão fortemente desencorajados. Trata-se do mesmo tipo de pressão que o movimento gay norte-americano exerceu sobre a APA (American Psychiatric Association - Associação Psiquiátrica Americana) a fim de remover a homossexualidade do seu rol de transtornos mentais catalogados. Contudo, o que para esse movimento possa parecer algo como que um triunfo, o que na realidade conseguiram obter foi o suscitar da curiosidade alheia a respeito de uma decisão tão desprovida de fundamentação científica. O resultado foi, ainda que de certo modo tardio, uma explosão de retomada de estudos e de pesquisas que, em sua imensa maioria, depõem fortemente contra a argumentação de que indivíduos já nasçam homossexuais ou que haja algum componente genético para a expressão do comportamento homossexual.

Estudos tecnicamente mal Conduzidos (Metodologia Precária - ou Deficiente) e outros Absolutamente Inconclusivos

No que diz respeito a famosos e também muito problemáticos estudos sobre as origens da Homossexualidade (e também da Sexualidade Humana), cito alguns dos mais conhecidos:

- Dr. Simon LeVay - Brain Differences (inconclusivo)

- Brain Plasticity - A Fact Acknowledged by All Neuroscientists (inconclusivo)

- Michael Bailey and Richard Pillard - The Twins Study (inconclusivo)

- Dean Hamer - The Gay Gene on the X Chromosone (inconclusivo)

Discorrer sobre cada um destes quatro estudos demandaria espaço suficiente para a confecção de livro (s), o que foge ao nosso objetivo, é óbvio. Porém, poupo a quem quiser ser dispensado da investigação de tais estudos (o de Simon LeVay, por exemplo, é algo como um bastião da argumentação psedudocientífica pró-genes gay, não de sua parte, mas dos que se utilizam de modo ilegítimo de suas pesquisas) pois ninguém encontrará, sequer uma única vírgula, nesses estudos que possa corroborar a falsa assertiva de que indivíduos já nascem homossexuais.

Repito o que anteriormente já disse: Não me posiciono contra os homossexuais, mas me posiciono, isto sim, e de modo firme, contra a pseudociência (falsa ciência), e é ela própria a responsável por estudos torcidos, alguns deliberadamente forjados, sobre as origens da Homossexualidade, a respeito do que a imensidão de evidências aponta para o fato de tratar-se de um comportamento aprendido (condicionamento mental) nada tendo a ver com genética. Também ao lado deles me posiciono (ao lado dos homossexuais) a fim de, no que Deus me permitir, prover-lhes de informações (e também a seus pais, caso assim desejem) a fim de contrapor, em sólidas bases, a argumentação que diz respeito à suposta irreversibilidade da condição homossexual. Por simples definição, todo comportamento nascido sob a pressão do condicionamento mental é reversível, caso contrário sequer poderia ser chamado de condicionamento psíquico.

Se pessoas que anteriormente sujeitas e desesperançosas quanto à sua condição homossexual fizeram de tudo a fim de ocultar sua situação, muito menos após terem seu condicionamento mental (e sexual) revertido se exporão a juízos e a críticas alheias. Se antes buscavam ocultar sua sexualidade, estando ainda a ela sujeitas de modo aparentemente implacável, muito mais agora, tendo experimentado a reversibilidade se disporão à exposição pública. A argumentação sobre a irreversibilidade da homossexualidade (já se nasce gay) é tão insustentável como postular a irreversibilidade de qualquer outro condicionamento mental, como veremos a seguir.

Aqui um detalhe importante: Na simples e mera argumentação pró-homossexualismo, costuma-se dizer que pressões sociais anti-homossexualismo (o que costumam, inadequadamente sob as perspectivas etimológica, semântica e da terminologia da Psicopatologia, chamar de homofobia) seriam as causas principais por trás do desconforto de muitos em conviver com a própria homossexualidade (latente ou manifesta), o que, segundo eles, estaria por trás da egodistonia sexual ou do Transtorno do relacionamento sexual.

- Orientação sexual egodistônica (F66.1) - Definição: "Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

- Transtorno do relacionamento sexual (F66.2) - Definição: "A identidade ou a orientação sexual (hetero, homo ou bissexual) leva a dificuldades no estabelecimento e manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual." (Classificação Internacional de Doenças - CID) 

Porém, e se fosse assim, este mesmo argumento teria que, obrigatoriamente, valer para a Egodistonia Sexual (desarmonia com as suas consciências e auto-percepção da identidade de suas personalidades - ou seja, destoam do eu) de qualquer forma de expressão sexual, visto que o determinismo genético para as expressões sexuais, salvo no que diz respeito à Anatomia e à Fisiologia Médicas, carece de comprovação.

O único comportamento da sexualidade humana harmônico com o fenótipo dos indivíduos, ou seja, homens (cromossomas XY) ou mulheres (XX) é o Heterossexual, pois possuem seus respectivos aparelhos sexuais naturais em plena conformidade com os seus respectivos fenótipos. Fenótipo é o amplo conjunto das características herdadas de um ser humano e que se expressam desde a embriogênese, por exemplo: forma (morfologia anatômica), desenvolvimento celular, bioquímica corporal, fisiológica e também comportamentais (psicofenogenótipo). É o Fenótipo (genética) que determina que os homens (XY) nasçam com o aparelho sexual masculino (próstata, vesícula seminal, dutos deferentes, testículos, pênis) e que as mulheres nasçam com seu aparelho sexual já geneticamente determinado (ovários, útero, trompas, vagina, clitóris). A cópula destes indivíduos produz a multiplicação de seres humanos invariavelmente semelhantes aos pais, ou seja, homens ou mulheres, tanto pela interação genética como pela anátomo-fisiológica (o aparelho sexual e endocrinológico), salvo em algumas, e em seu conjunto raríssimas, síndromes genéticas autênticas, tais como a Síndrome de Turner(ausência parcial ou total de um cromossomo X - X0), na Síndrome de Klinefelter(XXY) e na Síndrome XYY. São as chamadas Mutações Genéticas, as quais são, todas elas, patológicas e que nada têm a ver com Homossexualidade.

Se as diversas formas de expressão sexual humana, o que também inclui as adições (dependências psicológicas, ou vícios - do termo em Inglês: addiction) fossem todas elas genéticas e irreversíveis, estariam definitivamente condenados a seus vícios sexuais egodistônicos todos os sexo-dependentes de qualquer ordem, seja da pornografia, da pedofilia, bestialidade, zoofilia, necrofilia, coprolagnia, urinofilia, dentre outros. E isto também se aplica aos comportamentos heterossexuais egodistônicos, pois se fosse assim, qualquer pessoa viciada na frequência a prostíbulos, por exemplo, estaria irremediavelmente condenada a morrer em seu vício, subjudaga pela "genética", tal como supostamente também ocorreria no jogo patológico, uma das mais terríveis condições de comprometimento da saúde mental, e que tem levado muitos a cometer suicídio.

Se existisse algum componente genético para a homossexualidade, necessariamente também teria que haver para praticamente todas as outras formas de expressão sexual (patológicas ou não). Importante também aqui ressaltar que a homossexualidade não está (e nunca esteve) nivelada ao mesmo nível de expressão da heterossexualidade, como veremos adiante. Homossexualidade e Heterossexualidade são tão díspares em termos de comparação essencial como quando se compara a necessidade de se ingerir líquidos com a necessidade de se ingerir bebidas alcoólicas. Trata-se isso de pseudociência, de engenharia sofismática ou de mera argumentação ideológica cientificamente infundada.

Ainda outro fato importante: Tentar camuflar a abordagem científica sobre a Homossexualidade adotando termos tais como homoafetividade, por exemplo, buscando abolir os termos clássicos Homossexualismo ou Homossexualidade desta mesma abordagem, tornaria inviável até mesmo a simples avaliação dos estudos e das pesquisas sobre o tema, haja vista que a grande maioria dos estudos não utiliza o termo homoafetividade, mas sim homossexualidade, homossexualismo e, em alguns poucos casos, homo-erotismo (termo também amplamente utilizado na indústria pornográfica homossexual).

Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21), por exemplo, é uma síndrome genética autêntica, portanto absolutamente irreversível, pois não há poder nos seres humanos para alterar esta codificação genética patológica. Diferentemente, em comportamentos aprendidos (como no jogo patológico, ou no vício pela pornografia, por exemplo), a reversibilidade é não somente plenamente possível, como são abundantes os casos de pessoas que já não mais se encontram sob o domínio de tais vícios.

Mesmo a despeito destes fatos, a multidão de indivíduos que experimentaram a reversibilidade da condição homossexual é solenemente ignorada pela mídia, esta última repleta de incansáveis ativistas militantes do Homossexualismo (que não é a mesma coisa que Homossexualidade, como exposto no artigo anterior), e isto pelas razões as mais diversas, principalmente por motivações de cunho íntimo e caracteriológico (ou quando a manipulação política de grupos é ignorada).

Também nos Transtornos da Identidade Sexual (considerados patológicos e arrolados na Classificação Internacional de Doenças - CID), sobretudo no Transexualismo, se fosse este último de origem genética, sua origem deveria, obrigatoriamente, ser histórica e também sujeita à “seleção natural” do Evolucionismo. E se a argumentação da suposta origem genética para o Transexualismo fosse válida, a “seleção natural” teria “se esquecido” de lidar com estes indivíduos, pois a intervenção cirúrgica para mudança de sexo jamais seria necessária, pois a “evolução” já teria se encarregado de “adaptar” a anatomo-fisiologia destes indivíduos. O que, sabemos, jamais aconteceu.

Transexualismo, Travestismo Bivalente, Travestismo Fetichista, Transtorno de Identidade Sexual na Infância, Transtornos Múltiplos da Preferência Sexual e o Transtorno da Maturação Sexual - Doenças Psiquiátricas segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID)

Transexualismo. F64.0 - "Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico e do desejo de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado. (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Travestismo bivalente. F64.1 - "Este termo designa o fato de usar vestimentas do sexo oposto durante uma parte de sua existência, de modo a satisfazer a experiência temporária de pertencer ao sexo oposto, mas sem desejo de alteração sexual mais permanente ou de uma transformação cirúrgica; a mudança de vestimenta não se acompanha de excitação sexual. (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Travestismo fetichista. F65.1 - "Vestir roupas do sexo oposto, principalmente com o objetivo de obter excitação sexual e de criar a aparência de pessoa do sexo oposto. O travestismo fetichista se distingue do travestismo transexual pela sua associação clara com uma excitação sexual e pela necessidade de se remover as roupas uma vez que o orgasmo ocorra e haja declínio da excitação sexual. Pode ocorrer como fase preliminar no desenvolvimento do transexualismo." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Transtornos múltiplos da preferência sexual. F65.6 - "Por vezes uma pessoa apresenta mais de uma anomalia da preferência sexual sem que nenhuma delas esteja em primeiro plano. A associação mais freqüente agrupa o fetichismo, o travestismo e o sadomasoquismo." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Transtorno de identidade sexual na infância. F64.2 - "Transtorno que usualmente primeiro se manifesta no início da infância (e sempre bem antes da puberdade), caracterizado por um persistente em intenso sofrimento com relação a pertencer a um dado sexo, junto com o desejo de ser (ou a insistência de que se é) do outro sexo. Há uma preocupação persistente com a roupa e as atividades do sexo oposto e repúdio do próprio sexo. O diagnóstico requer uma profunda perturbação de identidade sexual normal; não é suficiente que uma menina seja levada a traquinas ou que o menino tenha uma atitude afeminada." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Transtorno da maturação sexual. F66.0 - "O paciente está incerto quanto a sua identidade sexual ou sua orientação sexual, e seu sofrimento comporta ansiedade ou depressão. Comumente isto ocorre em adolescentes que não estão certos da sua orientação (homo, hetero ou bissexual), ou em indivíduos que após um período de orientação sexual aparentemente estável (freqüentemente ligada a uma relação duradoura) descobre que sua orientação sexual está mudando." (Classificação Internacional de Doenças - CID).

Nas definições da própria Classificação Internacional de Doenças (CID), quando esta afirma: "pode buscar tratamento para alterá-la" e "descobre que sua orientação sexual está mudando" admite a mudança da orientação sexual, como acabamos de ver acima.

(Cf. CIDs: F66.1 e F66.0)


Conclusão

Quer seja sob a perspectiva científica, quer seja sob a perspectiva teológica, ou mesmo religiosa, não existe nenhuma sustentação para a argumentação de que as pessoas já nasçam homossexuais. Do ponto de vista científico, como já explanado acima, trata-se de mera especulação pseudocientífica, senão de deliberada distorção dos fatos. Na perspectiva religiosa, ou teológica, a situação fica ainda pior, algo como se Deus não soubesse o que estava fazendo ao criar o homem à Sua imagem e semelhança. O Criador imprimiu no código genético dos seres humanos uma codificação imutável, inflexível e absolutamente impossível de ser alterada: Homens são homens por criação (XY) e mulheres idem (XX). A conformação anatômica de ambos permanecerá sendo a mesma a cada bebê que nasça. A única modificação possível (cruenta e artificial) é pela mutilação cirúrgica do órgão genital masculino (opção de alguns Transexuais), e/ou a administração hormonal com a finalidade de alterar o balanço endocrinológico natural presente nos seres humanos.

Já quanto às ciências cujo corpo de estudos inclui o comportamento humano (Psiquiatria, Psicologia, Antropologia, Sociologia, dentre outras), estas estarão cada vez mais amordaçadas e impedidas de prestar auxílio a quem o desejar, e isto na medida do avanço da propaganda e da militância homossexual, seja às custas da evidente propaganda midiática pró-homossexualismo ou do cerceamento ilegítimo e tirânico das liberdades individuais e coletivas. Todavia, não há ninguém sobre a face da terra que possa negar a ciência autêntica, contradizê-la ou anulá-la. O único caminho para tal é a fraude científica, a perseguição religiosa, a opressão e a tirania.



*Nota: O texto original deste artigo se encontra na posse de seu autor, devidamente registrado e cuidadosamente arquivado, a fim de que não venha, porventura, a ocorrer que este artigo seja duplicado, ou mesmo citado, de modo adulterado e/ou fora dos objetivos para os quais foi originalmente escrito. Está, deste modo, e portanto, desautorizada a sua utilização para qualquer que seja a finalidade, salvo por consentimento devidamente expresso do autor.

Dr Eduardo Adnet

Médico Especialista em Psiquiatria

Titulado pela Associação Brasileira de Psiquiatria e

Associação Médica Brasileira.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

VOMITE OS SEUS PECADOS

É claro que "vomitar" é apenas um termo forte para traduzir a ação de por pra fora tudo isso que está ai dentro te fazendo mal. Entenda a importância de confessar algo que para o Criador é pecado. 

Por: Lucas Banzoli. 
Extraído do livro dele: 

“Portanto, confessem os seus pecados
uns aos outros e orem uns pelos outros 
para serem curados” (Tiago 5:16)

Um ponto importantíssimo para podermos vencer as tentações é não escondermos elas. Houve um tempo em que eu me “agarrava” em um certo versículo bíblico que assim dizia:“Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa” (Rm.4:8). Muitas vezes eu dormia pensando nesta passagem bíblica e ficando feliz porque eu não tinha nenhuma “culpa” para com Deus. Era como se o Senhor não atribuísse culpa a mim por conta de minha justiça própria, e não por causa do perdão e da graça de Deus. Demorou um bom tempo para eu entender que o versículo anterior a este dizia:

“Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados” (Rm.4:7). Paulo estava fazendo uma citação do salmista Davi no salmo 32, que tem relação às transgressões que são perdoadas e dos pecados que são apagados. Davi não era um “justo por natureza” e que por isso estava se orgulhando por não ser culpado diante de Deus, ao contrário, ele estava ressaltando que havia tido as suas transgressões e os seus pecados perdoados e que – portanto – poderia ser feliz. Veja o que o salmista diz neste Salmo 32:

Salmos 32

1 Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!

2 Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia!

3 Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer.

4 Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca.

5 Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado.

6 Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão.

A posição em que o salmista se encontrava é muito parecida com a de muitas pessoas. Elas não querem confessar os seus pecados para Deus por pensarem que desta forma Ele irá ficar aborrecido com elas. Preferem esconder o pecado e viverem como se fossem pessoas perfeitas do que confessar diante Dele as nossas culpas e as nossas transgressões. Enquanto o salmista agia desta maneira, o seu corpo “definhava de tanto gemer” (v.3). A mão do próprio Deus pesava sobre ele (v.4), e a força dele estava se esgotando cada vez mais (v.4). Mas, quando ele finalmente decidiu reconhecer os seus erros diante de Deus e não mais encobrir as suas culpas, ele deixou de sobreviver apenas com as suas próprias forças, e passou a viver com as forças do Senhor.

Como diz uma famosa música do Oficina G3: “Eu ando pelas forças do Senhor...”. É somente quando confessamos os nossos pecados diante Dele que paramos de viver por nossas próprias forças limitadas e passamos a viver com a força que o Senhor nos concede pelo Seu doce Espírito em nossos corações. Assim, ele finalmente pôde dizer com confiança: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia!” (v.1,2). Quando deixamos de confessar os nossos pecados diante do Senhor, só atraímos mais culpa para nós mesmos. E além de tudo ganhamos mais um novo pecado para a lista: a mentira!

“Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (João 1:8-10)

É apenas confessando os nossos pecados diante Dele que podemos ter as transgressões perdoadas e os pecados apagados. É apenas confessando os nossos pecados diante Dele que podemos ser felizes. É apenas confessando os nossos pecados diante Dele que deixamos de ser hipócritas e mentirosos. É apenas confessando os nossos pecados diante Dele que podemos ser purificados de toda injustiça. E é apenas confessando os nossos pecados diante Dele que a Sua Palavra está em nós!

Por tudo isso, vemos que o meio pelo qual somos perdoados por Deus não é outro senão confessando os nossos erros e delitos diante Dele, não importa a intensidade do pecado, todos nós temos pecados, e se podemos dizer que “feliz é o homem a quem o Senhor não atribiu culpa” não é porque nós somos perfeitos, mas sim porque Ele perdoou as nossas transgressões.

Um outro ponto importantíssimo para este estudo não é apenas ressaltar o aspecto de importância do nosso perdão para Deus, mas também do nosso perdão para com o próximo e da confissão dos nossos pecados para os outros. Na oração do Pai Nosso, é notável que o tema mais importante ali ressaltado seja o perdão que devemos ter para com o próximo:

“Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém. Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas" (Mateus 6:9-15)

Perceba como fica clara aqui a importância destacável do perdão ao próximo. Além de fazer parte da própria oração modelo, ainda depois do “Amém” a única coisa que Cristo considerou realmente importante para concluir foi: “Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (vs.14,15).

Fica muito claro que toda aquela oração dita acima de nada valeria em caso que nós não perdoemos aos outros. Disso vemos que toda aquela oração passada acima depende e resulta do nosso perdão para com o próximo e do nosso relacionamento com as outras pessoas. Perdoar ao próximo é o princípio para ser perdoado por Deus. Em Mateus 18, Jesus nos conta uma parábola que nos mostra isso do padrão do próprio Deus:

“Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos. Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia uma enorme quantidade de prata. Como não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida. O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Pague-me o que me deve!’ Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei’. Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. Então o senhor chamou o servo e disse: ‘Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?’ Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão" (Mateus 18:23-35)

Essa não é apenas uma “historinha da Bíblia”. Ela nos mostra muito bem a realidade de como a questão do pecado está diretamente relacionada com a questão do perdão. A nossa dívida natural para com Deus é enorme. A dívida era tão grande que foi necessário o sangue do próprio Filho Unigênito de Deus para pagar o preço, o sacrifício vicário na cruz por todos nós. Ninguém mais poderia fazer isso. Não existia ninguém totalmente “puro”. Estávamos fadados à morte. Mas Cristo pagou o preço por nós na cruz do Calvário, ele ”fez isso de uma vez por todas quando a si mesmo se ofereceu” (Hb.7:27).

O fato ali relatado é que esta dívida natural nossa para com Deus é algo tão grande, que o original grego no verso 18 traduz como sendo “10 mil talentos”. Para ter uma ideia da dimensão, um único talento equivalia a 25 quilos! A Graça de Deus é tão grande, que perdoou completamente aquela pessoa que tinha tão tamanha dívida! Agora pense no “problema” que uma pessoa humana tinha para com a outra. Toda a discussão deles rolava por conta de apenas 100 denários (um denário era o pagamento de um dia de trabalho).

Ao contrário daquela enorme dívida de dez mil talentos, essa dívida que a pessoa tinha para com a outra poderia ser resolvida com alguns meses de trabalho, sem problemas. Mas o ser humano, por sua natureza cruel, retém o perdão ao próximo, e não perdoa o seu próximo do mesmo modo que ele mesmo foi perdoado de uma dívida imensuravelmente superior. A atitude de reter o perdão ao próximo fez com que o Senhor o entregasse para os torturadores até que pagasse tudo o que ele devia.

Aqui nós vemos como o nosso perdão para o nosso próximo, para com os nossos irmãos da fé e principalmente para com os nossos inimigos é tão tremendamente importante para uma relação de perdão de Deus para conosco. Se não perdoamos o nosso próximo, nós estamos nos ausentando e nos excluindo do perdão de Deus! A oração do Pai Nosso é muito clara:“Perdoa as nossas dívidas... assim como perdoamos aos nossos devedores” (v.12). O perdão de Deus para conosco está diretamente e intrisecamente relacionado ao perdão que temos para com o próximo. Se não perdoamos de coração aos outros, Deus também não perdoará as nossas ofensas.

E, se não temos o perdão de Deus, então de modo algum poderemos ser libertos da lei do pecado e da morte a fim de dar lugar à lei do Espírito de vida. Ainda tão importante quanto tudo isso, é a relação de confissão dos nossos pecados para com os outros. Não apenas temos que confessar os nossos pecados diante de Deus e perdoar as outras pessoas, como também devemos confessar os nossos pecados uns aos outros, em uma atitude recípocra de confissão de pecados.

Tiago afirma: “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tg.5:16). Aqui nós vemos que o “confessar os pecados uns aos outros” é algo que, além de ser uma instrução direta por um apóstolo de grande liderança dentro da Igreja Primitiva como era Tiago, também é algo que deve ser realizado para a cura das pessoas.

Não estamos falando aqui apenas de serem perdoados os pecados, mas de sermos curados deles. Se nós confessamos os nossos pecados diante de Deus, Ele certamente nos perdoará. Mas se nós confessarmos os nossos pecados também ao nosso próximo, nós também seremos curados deste tipo de pecado. Devemos confessar os nossos pecados uns aos outros e pedirmos oração uns pelos outros para que sejamos curados destes pecados.

A palavra no original grego utilizada aqui por Tiago é “iaomai”, que significa “curar”, que difere da palavra grega para “pecado”, que é “hamartia”. Tiago faz essa diferenciação porque ele sabia que quando confessamos os nossos pecados a Deus somos de fato perdoados, mas quando nós também confessamos uns aos outros os nossos pecados nós somos também curados deles.

Não devemos esconder os nossos pecados para que os outros pensem que nós somos o “super-men” do Cristianismo ou a santidade personificada, porque de qualquer jeito vai vir a hora em que “tudo o que está em oculto será revelado” (Lc.8:17), e que as pessoas “terão que dar conta de cada palavra inútil que tiverem falado” (Mt.12:36). Pois “não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido” (Lc.12:12). Portanto, já no tempo chamado “hoje”, confessemos os nossos pecados para Deus e uns aos outros, para que sejamos perdoados e curados, totalmente transformados e regenerados pelo agir transformador do Espírito Santo do Deus vivo!
___ 

* Sabe, o sucesso da minha vida cristã, da minha regeneração completa, para eu deixar de ser 100% gay está neste texto. Eu simplesmente era um gay que não tinha problema nenhum em reconhecer o que eu fazia como pecado e que não tinha vergonha nenhuma de dizer para Deus e ao mundo que eu detestava aquela vida. Eu verbalizava isso! 

Eu afirmava com toda certeza: eu vou deixar de ser gay um dia! Essa era a minha verdade. Uma lei para mim. O melhor de tudo: eu já tinha uma irmã cristã. Cristã mesmo, não apenas uma mulher religiosa. Eu VOMITAVA tudo para ela. Todas as barbaridades que eu fazia no mundo gay, absolutamente todas eu levava pra ela. Eu falava: "eu sei que eu sou pecador, mas não consigo parar, ore por mim, porque eu reconheço que isso não é bom... ore por mim". 

Então eu segui essa doutrina bíblica: Confessava meu pecado para Deus por meio da oração, e também confessava aos outros. Então fui de fato perdoado por Deus e sarado por confessar para uma pessoa que era justa diante do Criador. Isso dentro do tempo de Deus claro. Além da minha irmã, todo crente que me abordava, aqueles que entregam panfletinhos sabe? Então, eu pedia que orasse para Deus me sarar do meu pecado. Falava que eu era homossexual e que eu odiava aquilo. Que eles orassem para o Pai sarar aquilo de mim. Eu raciocinava: haveria chances de alguns daqueles crentes serem justos e fazer real este versículo: "A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tg.5:16). E num é que foi!

Então maninhos, as coisas de Deus são simples assim. A maldita religiosidade que complica tudo, mas eu tenho fé que você não é e nunca será religioso. 

Basta apenas ser sincero com Deus e com tudo que ele ordenou. Ele ama e admira sinceridade, fidelidade e gratidão. 

Ele só afirma que a homossexualidade é pecado poxa. Ele não afirma que é você quem vai ter que se virar para deixar de ser gay. Não! Ele não afirma isso! Pelo contrário, Ele só espera de você que reconheça Ele como Criador que dita as ordens, confesse seu pecado a Ele para que Ele te perdoe, e confesse aos outros para que Ele então te sare por completo. Viva isso e espere o tempo de Deus na sua vida. Se você tivesse que fazer alguma coisa a regeneração do seu ser, a salvação, seria por mérito e não por graça. 

No momento da regeneração você vai sentir o arrependimento genuíno e é a hora que Cristo afirma com força no seu interior: Vai e não peques mais. E no restante da sua vida terrena você vai sendo santificado por meio do Espírito Santo. É incrível! É uma delícia. \0/ Esse é o processo para que você possa ser eterno, ressuscitar como Cristo e habitar com o Eterno, obvio para todo o sempre. Que tamanha grandiosidade né! E tudo começa reconhecendo que Deus é Deus e pronto e acabou.

Faça amizade com cristãos que você sabe que vivem uma vida reta e buscam santidade. Faça deles seus confidentes. Quando for abordado por algum crente peça que ele o inclua em suas orações para ser sarado do seu pecado. 

O segredo é este: vomite tudo! Não guarde nada ai dentro por mais macabro que seja. Na hora que você fala o alívio já é imediato e o pecado deixa de corroer seu interior e já não tem tanta força de acusação. Ser só perdoado não adianta. Temos que ser perdoados e sarados. 

Postagens populares

Contador de Visitas

VISITE TAMBÉM: