sábado, 3 de agosto de 2013

PSICÓLOGO QUE "DESPATOLOGIZOU" A HOMOSSEXUALIDADE DEFENDE REORIENTAÇÃO



Eu sei que você nunca pensou em ler e assistir falas do próprio autor da resolução que diz que ser gay não se trata de doença mental, nem eu esperava, ainda mais pelas declarações dele. Por isso escrevi este texto muito eufórico, porque eu tenho me surpreendido ao estudar e investigar o assunto.

O ex-presidente da Associação Americana de Psicologia (APA), Nicholas Cummings autor do documento mais importante que mudou o futuro dos gays fala no vídeo sobre o destino da organização após sua gestão e sobre o polêmico tema da reorientação sexual.

O psicólogo afirma que antes os trabalhos eram sérios. Quando criou a resolução em 1975, ele explica que a entidade se baseava no Princípio de Leona Tyler, que impedia que qualquer pesquisa sem comprovação científica fosse publicada, o que desde 1990 deixou de ser observado pela associação.

O mais importante na fala dele é que mesmo sendo autor da resolução que definiu a homossexualidade sendo caracterológica, ao contrário de doença, ele afirmou que na época as pesquisas haviam de continuar, o que nunca aconteceu. Isso mesmo, segundo ele parou por ali.

A política, de acordo com Cummings, tomou conta da APA e prevaleceu sobre qualquer resultado científico: “resultados arbitrários de pesquisas tornaram-se moda e o movimento pelos direitos dos gays de certa forma tomou a APA”.

O doutor na entrevista aparenta arrependimento e se pudesse voltar atrás pensaria um pouco mais. “Hoje eu vejo a necessidade de uma organização que recrute mais homens heterossexuais, os menos representados na APA atualmente”, desabafou.

Cummings ressaltou que qualquer coisa que não era liberal passou a ser mal vista pelos associados. Quanto a homossexualidade ser algo irreversível ele discorda claramente ao dizer que “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”.

A conclusão de tudo isso é que a militância gay tomou conta da própria ciência para auto-favorecimento colocando para escanteio os homossexuais que procuram espontaneamente formas de mudarem os seus desejos.

Termino este texto com as melhores afirmações de Cummings:

“As agências de financiamento decidem arbitrariamente qual estudo será financiado”.

“Se alguém decide ser gay eu respeito isso, mas também respeito o direito de discordar”.

“Agora só se ouve um lado da história”.


Saber que o próprio autor da resolução que diz que ser gay não se trata de doença mental apoia (com certo medo da militância) a reorientação dá um alivio, num dá? Hehe





3 comentários :

  1. http://aigrejaaogostodofregues.blogspot.com.br/2013/07/um-engano-chamado-teologia-gay.html

    olha essa reportagem!!!

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  2. Ser gay é uma escolha que a pessoa faz ao decorrer da vida? Ex: hoje eu acordei com vontade de ser gay e não quero mudar. É isso? Ou melhor: vou ser gay porque gosto de ser diferente, gosto do pecado e quero permanecer nele? Eu respeito quem desejar mudar, sei que é muito difícil ser um homossexual assumido. Muitas vezes com um exemplo de um casal heterossexual em casa. Eu sofri muito com isso por achar que não era normal, hoje não, tenho convicção de que não pedi pra ser nada. Eu aceito ser assim, porque é assim que eu só consigo ser de verdade! :)

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    1. Quem é gay e quem já foi gay sabe que não é uma escolha, quem dera se fosse! São os caminhos da vida! Muitos entraram nele por abusos na infância, outros por terem uma família desestruturada, outro grupo por curiosidade e levados por filmes eróticos... No mundo gay tem de tudo. E saindo com vários homens é possível perceber isso. Ah, tem aqueles que só usam os gays para um prazer sexual momentâneo, os homens casados e com filhos, que não são gays, mas safados mesmo. Não tive vida difícil ao ser um gay assumido, pelo contrário, fui aceito por todos do meu convívio. O problema sempre era eu, o meu interior era completamente infeliz, pois dentro de mim sempre quis ser hétero, ter filhos e amar uma única mulher. No entanto, os abusos que sofri na infância bloquearam meu sonho por alguns anos. Há gays que conseguem viver com tal orientação, há também o outro lado da história, os homossexuais egodistônicos. Podem ter a aceitação necessária, mas não serão felizes sendo gays. E sim, essa é a minoria da minoria, que precisa muito de ajuda e ser respeitada.

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