sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

EX-ATIVISTA GAY SOFRE PRECONCEITO POR TER SE CONVERTIDO E CASADO

O ex-ativista gay Michael Glatze, que ganhou notoriedade na comunidade LGBT como um dos fundadores da revista XY Magazine, revelou que está sofrendo duras criticas por parte de “homossexuais irados” depois que se converteu ao evangelho, abandonou o estilo de vida homossexual e se casou com uma mulher.

Glatze, que vivia há dez anos com um companheiro do mesmo sexo, conta ter percebido que ser homossexual o atrapalhava depois que passou por um problema de saúde, e não encontrou ajuda em ninguém ao seu redor, passando a ser movido por um grande vazio interior.

Foi então que, segundo afirma, ele descobriu que Deus seria seu melhor “ombro amigo”, o que o levou à sua conversão. Após abandonar a homossexualidade, ele se casou com Rebeca, o que motivou ainda mais críticas à sua mudança de vida, passando a ser alvo de ataques feitos por ativistas gays.

Em uma carta aberta, Michael Glatze se pronunciou contra as críticas ao seu novo estilo de vida afirmando que não mudará seu ponto de vista, mesmo com toda a torcida contra sua nova vida heterossexual e de rotina cristã. Ele afirma ainda que seu manifesto não serve “para esfregar o casamento na cara de qualquer um”, mas para que todos entendam que ele está firme em sua nova posição como cristão.

- Eu amo o meu Deus, eu amo minha vida. Estou grato por cada respiração. Sou grato a Deus pela humanidade. Sou grato por Rebeca… Eu não estou aqui para ‘forçar uma mudança’ ou ‘fingir um estilo de vida’ a ninguém. Estou aqui para levar uma vida positiva e honrar a Deus – afirmou Glatze em sua carta.


Segundo o The Christian Post, muitos críticos afirmam que seu casamento com Rebeca é um engano, e que ele logo “partirá o coração” da esposa, retornando à sua antiga vida. Porém, o ex-ativista gay reafirma sua posição cristã, e explica estar firme e confortável como heterossexual e que não há como mudar o que Deus fez em sua vida.

Por Dan Martins, para o Gospel+

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

HISTÓRIA DE VIDA: ARIANE

[ ESPIRITUALIDADE ] 

O mundo. A mídia. O ativismo. Tudo isso quer te convencer que sexo entre pessoas iguais é algo natural e sadio. Ele, o próprio Deus, é quem começa a fazer isso: entrar em corações e mudar vidas, mudar histórias. 

Ariane, assim como eu - autor deste blog, e tantos outros jovens e anciãos, conseguiu libertar-se de uma vida maquiada com muita purpurina, mas que por detrás de tanto brilho há engano, tristezas e muitos abismos. 

Eterno agradecimento a Deus que nos purifica e nos muda de forma radical. A Glória é toda dEle! \o/ \o/ 






domingo, 6 de outubro de 2013

10 CONGRESSO DO EXODUS BRASIL - SEXUALIDADE VERDADE E GRAÇA !

Amados, esse Congresso é uma benção!

Em Osasco-SP. Nos dias 11,12,13 de outubro! Maiores informações pelo site do www.exodusbrasil.org.br e pelos e-mails: info@exodus.org.br e rosaliabueno@hotmail.com – Faça já sua inscrição, poucas vagas!








sexta-feira, 20 de setembro de 2013

EX-LÉSBICA CONTA: "EU ESTAVA NO FUNDO DO POÇO, DEUS ERA A ÚNICA ESPERANÇA"



Olá, sou ex-lésbica, tenho 24 anos, vivi sete anos aprisionada a esta vida destruída, mas para honra e glória do nosso Senhor, estou livre, livre pelo amor de Jesus!

Vou contar um pouco do meu testemunho, tentarei ser breve ao máximo, tenho muita coisa pra contar, mas que não cabem em um resumo.

Minha vida nunca foi uma das melhores, fui muito desejada pelos meus pais, já que na família não tinha nenhuma menininha, somente meninos. Fui a neta desejada, a sobrinha desejada, mas pra minha infelicidade não durou muito, meus pais se separaram antes mesmo de eu poder provar a convivência em família. Eu tinha apenas dois anos.

Após a separação dos meus pais, o meu pai além de se separar da minha mãe também separou-se de mim e do meu irmão mais velho que eu três anos.

Vivia com meus avós paternos, era difícil pra mim pq minha mãe trabalhava o dia todo, e eu praticamente não a via.


Aos meus sete anos de idade, numa tarde o namorado da minha mãe me convidou para um passeio, iríamos visitar a minha mãe no trabalho dela. Eu estava muito feliz pq eu nunca tinha ido lá, fomos, lanchamos juntos e voltei muito contente com o passeio.

Já era noite e chovia bastante. Ele decidiu parar o carro e sorrindo perguntei pq estávamos parados, foi ai que começou o abuso, começou com carícias e depois (...)

Ao chegar em casa, me senti suja. Pq eu deixei aquilo acontecer? Eu não podia contar a ninguém, e se ele fizesse tudo outra vez? Fiquei muito revoltada até chegar a minha adolescência.

Aconteceu uma só vez, pq após isso ele teve que ir trabalhar fora e o namoro com minha mãe terminou.


Aos meus 15 anos, era muito revoltada, não tinha auto-estima, me achava feia, sem graça, e vivia muito triste, nada fazia sentido, apaixonei-me pelo primeiro garoto, mas foi traumático pq ele me fazia sentir exatamente como eu achava que eu era.

Fiquei com alguns garotos, mas gostava mesmo dele. Ele me maltratava, e acabei deixando de gostar dele.

Aos 17 anos o meu primo era meu melhor amigo, tudo me contava, e um dia ele me contou que tinha tido uma experiencia gay, fiquei revoltada com ele, passamos meses sem nos falar... Odiei o fato do meu melhor amigo ter me decepcionado...




Após meses sem falar com o meu primo, voltamos a nos falar. Ele insistiu que aquilo não era tão errado assim e até tentou me convencer.

Tentando me convencer fomos a uma festa, ele me apresentou seu namorado, bebemos muito, e acabei fechando os olhos pro que eu achava errado.

Ele me apresentou uma amiga e insistiu pra que eu a beija-se só que aquilo era nojento pra mim, depois de muita insistência a beijei. 

Odiei aquilo! Me senti suja, nojenta, chorei muito ao chegar em casa.

Mas, o DIABO ele sabe bem como fazer você chegar aonde ele quer, e foi exatamente assim, comecei a fechar os olhos e deixa-lo me conduzir, fiquei com muitas meninas, namorei algumas.

Minha vida era regada de festas gays, muita bebida, rebeldia, mentiras(...). Viajava pra outras cidades sem dizer a minha mãe, conheci muita gente da pesada.


Após muita perdição, conheci uma menina, começamos a namorar e parecia tudo perfeito, ela representava tudo pra mim, preenchia os espaços tenebrosos da minha vida. 

“Eu achava que era assim”... depois de um longo e duradouro relacionamento, descobri que ela vivia vida dupla, passava o dia e algumas noites comigo e outras noites fazia programa com muitos homens.

Sofri muito, descobri muitas coisas e aquilo me deixou no fundo do poço. Experimentei minha primeira depressão, perdi 10 Kg, foi horrível! Pensei em tirar minha vida e tudo ia de mal a pior.

Uma tia, porém, veio a minha casa falar do amor de Deus! Que ele poderia me salvar, me dar uma nova vida, apagar minha história e me dar uma nova. Eu acreditei naquilo, me firmei, era minha única esperança.

Fui para um encontro com Deus, da Igreja, num fim de semana, mas era diferente de tudo aquilo que eu tinha vivido.

Me apaixonei por esse Deus! Ele me fez confiar, amar, acreditar no impossível. Aceitei Jesus e decidi viver uma nova vida.

Frequentava a igreja ardentemente, tive muitas experiências com Deus, experiências lindas, conheci um rapaz, nos apaixonamos, oramos pedindo a Deus para abençoar e começamos a namorar.

A mãe dele era a Pastora. Ao saber do meu testemunho ela passou a me perseguir, não aceitava que o filho namorasse uma ex-homossexual. Ela me perseguia em meu ministério, e em tudo o que fazia. 

Não aguentei, o namoro acabou e caí no mundo, fiquei bem pior..


Voltei para o mundo, mas o Espirito Santo sempre me inquietava, que eu estava errada, mas quando alimentamos a carne deixamos de ouvir a voz de Deus.

Conheci outra menina, pra mim tudo seria diferente. Ela passava confiança, paz, namoramos intensamente dois anos. Parecia tudo perfeito, ela me ajudava em tudo, me apoiava, e eu era loucamente apaixonada por ela, abdicava de tudo para vê-la feliz.

E um belo dia, ela chegou e disse que acabou, eu me desesperei! Enlouqueci! Não aceitei, mas isso já fazia parte dos planos de Deus...

Tudo acabou do nada. Sofri muito, entrei na minha segunda depressão, "meu Deus como poderia acontecer isso?"

Dias após me disseram que ela já estava com outra, sofri muito! Só Deus sabe quanto doeu.

Perdi meu emprego pq não conseguia trabalhar, perdi tudo que eu achava que tinha, até os amigos se foram.


Uma noite não suportando mais, estava numa avenida pilotando minha moto. As lágrimas me sucumbiam. GRITEI: "Senhor, por que não me ouves! Não vê meu sofrimento, minha dor!?"

Cheguei em casa em prantos, disse a meu irmão que não dava pra viver sem Jesus, fizemos a oração de reconciliação e senti uma mochila pesada cair das minhas costas.

Na mesma noite fomos a um show de Damares, e uma música tocava assim (...) 

‘’Essa história se parece com a sua
Quantas vezes alguém fala por aí
Que o gigante em sua vida é tão grande
E o melhor que você faz é desistir
Mas não desista porque Deus está bradando
E vai soprar seu nome em todo o universo
Muita gente vai ficar surpreendida
Quando ver na sua vida Deus fazer sucesso’’ (...)




Era Deus falando comigo! Me senti muito aliviada em saber que Deus tinha me ouvido, passei por muitas lutas após tudo isso, grandes conflitos interiores, mas sempre com a certeza que Deus estava do meu lado.

Sofri tentações e ainda sofro, mas Deus nos da sabedoria pra enfrentar as lutas. Cada um tem a sua luta, nossa luta é contra o pecado, potestades, principados.

TENTEI RESUMIR AO MÁXIMO! Coloquei alguns pontos  fortes, tinha muito mais.

DEUS TEM UMA NOVA HISTÓRIA PRA VOCÊ TAMBÉM.

O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO?

Não importa qual seja a situação ou problema que esteja passando, Deus permitiu que isto acontecesse porque Ele quer que você cante o hino da vitória! Deus não dá nenhuma provação que você não possa suportar, no momento certo Ele lhe dará o escape e lembre-se que Deus só prova aquele que Ele sabe que vai ser APROVADO! Que Deus lhe abençoe e seja com você aonde você puser a planta de seus pés.

Existem situações em nossas vidas que nos faz pensar duas vezes: se continuamos nos caminhos do Senhor, ou se nós nos afastamos de Deus. Para cada um crente existe um tipo de luta, Deus disse pelos lábios de Paulo que Ele não dar provação na qual não podemos suportar. Cada um enfrenta situações diferentes.

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus…” 

(Salmo 46-a)


 ** P.M.C conheceu o blog e quis compartilhar sua história com o Criador **
Quer falar com ela? envie um e-mail para euamodeus70@gmail.com

Quer compartilhar o que Deus fez na sua vida também?
oexgay@gmail.com

TEXTOS BÍBLICOS SOBRE SEXO

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PSICOTERAPEUTA E EX-HOMOSSEXUAL RICHARD COHEN AFIRMA: "HOJE ESTOU VIVENDO MEU SONHO"

Ele é psicoterapeuta e ex-gay, casado e pai de três filhos. Nunca foi bitolado com a ideia de que não é possível mudar, pelo contrário, a certeza de que era possível deixar de ser gay foi o impulso necessário para se especializar na área que hoje atua. Ajuda homens e mulheres de todo o mundo a deixarem o desejo homossexual. Há 25 anos ajudando homossexuais egodistônicos e insatisfeitos com tal orientação garante que cerca de 85% dos pacientes têm exito no procedimento de reversão. Ele lançou um livro incrível, assunto deste vídeo.

Edson Rodrigues [Ex-homossexual]

Do homossexualismo a pai de família. Conheça a história de um homem tirado das drogas e do mundo gay - hoje pai, pastor e servo do Altíssimo.

sábado, 3 de agosto de 2013

PSICÓLOGO QUE "DESPATOLOGIZOU" A HOMOSSEXUALIDADE DEFENDE REORIENTAÇÃO



Eu sei que você nunca pensou em ler e assistir falas do próprio autor da resolução que diz que ser gay não se trata de doença mental, nem eu esperava, ainda mais pelas declarações dele. Por isso escrevi este texto muito eufórico, porque eu tenho me surpreendido ao estudar e investigar o assunto.

O ex-presidente da Associação Americana de Psicologia (APA), Nicholas Cummings autor do documento mais importante que mudou o futuro dos gays fala no vídeo sobre o destino da organização após sua gestão e sobre o polêmico tema da reorientação sexual.

O psicólogo afirma que antes os trabalhos eram sérios. Quando criou a resolução em 1975, ele explica que a entidade se baseava no Princípio de Leona Tyler, que impedia que qualquer pesquisa sem comprovação científica fosse publicada, o que desde 1990 deixou de ser observado pela associação.

O mais importante na fala dele é que mesmo sendo autor da resolução que definiu a homossexualidade sendo caracterológica, ao contrário de doença, ele afirmou que na época as pesquisas haviam de continuar, o que nunca aconteceu. Isso mesmo, segundo ele parou por ali.

A política, de acordo com Cummings, tomou conta da APA e prevaleceu sobre qualquer resultado científico: “resultados arbitrários de pesquisas tornaram-se moda e o movimento pelos direitos dos gays de certa forma tomou a APA”.

O doutor na entrevista aparenta arrependimento e se pudesse voltar atrás pensaria um pouco mais. “Hoje eu vejo a necessidade de uma organização que recrute mais homens heterossexuais, os menos representados na APA atualmente”, desabafou.

Cummings ressaltou que qualquer coisa que não era liberal passou a ser mal vista pelos associados. Quanto a homossexualidade ser algo irreversível ele discorda claramente ao dizer que “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”.

A conclusão de tudo isso é que a militância gay tomou conta da própria ciência para auto-favorecimento colocando para escanteio os homossexuais que procuram espontaneamente formas de mudarem os seus desejos.

Termino este texto com as melhores afirmações de Cummings:

“As agências de financiamento decidem arbitrariamente qual estudo será financiado”.

“Se alguém decide ser gay eu respeito isso, mas também respeito o direito de discordar”.

“Agora só se ouve um lado da história”.


Saber que o próprio autor da resolução que diz que ser gay não se trata de doença mental apoia (com certo medo da militância) a reorientação dá um alivio, num dá? Hehe





quinta-feira, 1 de agosto de 2013

PSICÓLOGA CONTA COMO DEIXOU DE SENTIR ATRAÇÃO PELO MESMO SEXO


Dra. Tara King era lésbica, mas hoje é uma das defensoras da reorientação sexual. A técnica foi apelidada pela militância de "cura gay" para ser mal vista por todos e pauta para o sensacionalismo midiático. Aqui, no entanto, você sabe que é tratado o assunto de forma séria e funcional.

Tudo começou quando a psicóloga recebeu de uma namorada um livro que falava sobre o tratamento para homossexuais: "Realmente não queria deixar o estilo de vida gay. Se me tivesse perguntado se eu estava feliz, teria dito que estava feliz com a vida gay. Por isso, comecei a ler o livro com relutância. Pouco a pouco notei que dizia aos amigos que um dia não seria mais homossexual. E um deles replicou: 'Um dia? Por que não hoje?'".

Segundo ela, a fé desempenhou um papel importante para a mudança. 

Dra. Tara, que hoje oferece o tratamento a outras pessoas, defende que a atração pelo mesmo sexo é algo que pode ser revertido por meio da "religião". 

Os veículos de comunicação chamam o cristianismo de religião, mas a própria Bíblia não sustenta essa definição. O próprio Cristo deixa claro que é a verdade, o sentido da vida. O que te faz mudar não é placa de igreja, ou doutrinas religiosas, mas o caráter de Cristo em você.


VEJA TAMBÉM: 






quinta-feira, 25 de julho de 2013

EX-GAYS SÃO ÓTIMOS MARIDOS DIZ PSICOTERAPEUTA

EX-GAYS SE TORNAM ÓTIMOS NAMORADOS NOIVOS E MARIDOS DIZ PSICOTERAPEUTA DR. FLÁVIO GIKOVATE


SOBRE O DR. 

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentando o programa "No Divã do Gikovate", na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

LEIA O LIVRO DELE: SEXUALIDADE SEM FRONTEIRAS

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana. 

Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam. 

Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. 

No livro Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores, Flávio Gikovate propõe um novo paradigma no que se refere à sexualidade. 

O primeiro passo é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. É o clima lúdico que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia -- consentida -- que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar nossos interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. 

Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade -- e sem fronteiras. 



VOCÊ TAMBÉM PODE ASSISTIR ESSA PALESTRA SOBRE A OBRA. APÓS OS 51 MINUTOS DO VÍDEO ELE ESCLARECE COM SIMPLICIDADE E HONESTIDADE QUE TODOS TÊM O DIREITO DE MUDAR. E RECONHECE ALGO MUITO IMPORTANTE QUE NÃO SE TRATA DE PRESSÃO SOCIAL OU RELIGIOSA: A VONTADE DE MUDAR É UM S.O.N.H.O 





APROVEITE PARA ASSINAR O CANAL DELE NO YOUTUBE - O CARA É FERA!!!




sábado, 6 de julho de 2013

SEXO ANAL: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER




Especialista explica anatomicamente que sexo anal é completamente prejudicial à saúde. Endocardite bacteriana aguda evolui rapidamente, podendo causar a morte. 
Assista o vídeo!

* Anete Guimarães: Médica, Psicóloga, Pesquisadora, Professora de Filosofia *




Especialista explica anatomicamente que sexo anal é completamente prejudicial à saúde. Endocardite bacteriana aguda evolui rapidamente, podendo causar a morte. 
Assista o vídeo!










quarta-feira, 26 de junho de 2013

SEXUALIDADE MITOS & PÓS-MODERNIDADE

Uma cristã intelectual e livre do legalismo religioso, assim é Andréa Vargas. Ela foi levantada por Deus para falar de um assunto que é "tabu" dentro dos templos cristãos: a sexualidade. Será que tem diferença pro Criador a masturbação do sexo grupal? O sexo anal do sexo sadomasoquista? E a perversão heterossexual do homossexualismo? Tudo que a igreja NÃO fala você vai ouvir nesse vídeo - recomendadíssimo!







sexta-feira, 21 de junho de 2013

¿ HÉTERO PODE SER GAY MAS GAY NÃO PODE SER HÉTERO ?

O jornalista que escreveu esta matéria, Reinaldo Azevedo, é um profissional que merece palmas pela sua imparcialidade ao falar de um assunto tão delicado - talvez o único que não foi tendencioso até agora.

Se você leu a matéria, mas se não leu vai saber agora, o nome sensacionalista "cura gay" foi inventado para fazer alusão ao projeto 234/11. O responsável por esse apelido que alienou muitos foi um veículo de comunicação impressa de São Paulo, com veiculação nacional e claro, por meio de militantes da causa homossexual. 

Antes o jornalismo não era assim viu, mas depois como quase tudo no Brasil e no mundo, se corrompeu, por isso insisto em dizer que Reinaldo Azevedo é uma pérola. 
A matéria dele está bem completinha e informativa. Eu quero apenas escrever o que penso aqui. 

Eu sei que foi aprovado apenas em uma comissão, mas o "gatilho já foi apertado". Um renovo veio sobre o Brasil e no pacote espero que esteja incluso a tão falada - mente mais aberta para as possibilidades. 

Sim, possibilidade de pessoas infelizes por serem gays, quando na verdade querem ser héteros, encontrarem um conselho mais agradável do que o costumeiro: "se aceite" - quando é o que menos querem ouvir. 

É tão chato saber que a galera abre a cabeça para legalização das drogas, do aborto, da prostituição e se fecham totalmente para a possibilidade de alguém querer deixar de ser gay e conseguir. 

É tão chato saber que o mesmo Conselho que diz stop para uns é o mesmo que já aceita a "troca de sexo" para outros. 

Na verdade é revoltante saber que uns podem chegar a amputar seus órgãos sexuais por uma certeza interior e outros com essa mesma certeza interior são cerceados de prosseguir. Será que só eu consigo enxergar que algo está bem bagunçado nisso tudo? 

O tal Conselho diz que a homossexualidade não é doença, mas também não é genética, insiste em afirmar que é comportamental. Sabe o que é isso? Se você sabe como se "comportar" no seu ambiente de trabalho você tem ao menos um pouco de noção. Alguém te ensinou? Você aprendeu sozinho (a)? Consegue mudar? Hum... 

Em breve vão alterar essa definição. Sabe por quê? Porque a verdade é que não se sabe o que é a homossexualidade. Falar que não é doença é muito fácil, falar que não pode cuidar, já que não é doença é mais obvio ainda. O problema é: como sabem que não é doença se ainda não se descobriu a origem? A causa? Enfim, o assunto aqui se esticaria muito.





No fundo, o que mais quero e desejo a todos é que possam viver num país democrático. Onde prostitutas, drogados e famílias das diversas formas possam dividir o mesmo território, já que é isso que muitos no mundo querem. 

Ops, quase me esqueço! E que pessoas que um dia foram gays, ou que estão gays, mas querem tudo menos um "se aceite" possam se encontrar como héteros e serem inseridos com normalidade na sociedade, assim como jaz o mais novo padrão de homens e mulheres, os transexuais. 

Afinal, não é um bicho de sete cabeças saber que um homem já foi gay, ou uma mulher lésbica, seria, no entanto, saber que uma mulher linda como a Roberta Close e tantas outras na verdade nasceram homens, ou vise versa, e esse “dragão” já foi vencido. 

Para finalizar, conheci homossexuais, por meio deste blog, que são bem aceitos por todos, nunca sofreram preconceito, são discretos, mas simplesmente não admitem os seus sentimentos, pois querem mesmo, bem no fundo, casar com alguém do sexo oposto e constituir uma família. Daí o motivo deste texto. 

Não estranhe pessoas abraçando religiões que oferecem essa possibilidade, pois mesmo que os psicólogos continuem sem poder atender os homossexuais que não querem ser homossexuais, eles sempre vão existir e sempre vão tentar ser felizes do jeito que sonham interiormente.

Cercear o direito desses na psicologia não vai levá-los à extinção, porém torço mesmo para que profissionais que queiram ajudar possam seguir em frente. 

Não caia nessa da mídia de que a homossexualidade não é doença, porque a verdade é que eles não sabem dizer empiricamente o que é. Nós, porém, somos prova de que é possível mudar e prova também de que há gays que simplesmente não querem ser gays. Insisto: não é por preconceito é uma vontade que cada um, na sua individualidade, sabe explicar. 

Orem para que esse projeto passe por todas as barreiras porque pode ajudar muitos daqueles que querem mudança e que, no entanto, preferem não optar por fé, religião.

domingo, 9 de junho de 2013

LUCA ERA GAY - Uma canção LIBERTADORA que retrata a sua vida!

Música libertadora inspirada na história real de um homem italiano que viveu como homossexual até descobrir seu verdadeiro amor na figura de uma mulher. Sim! Ele era gay, nunca havia desejado mulheres, até que vasculhou seu passado para encontrar uma solução. Assim como nós, nunca foi feliz como gay, e ainda como nós, nunca desistiu do seu sonho de viver com mente e corpo em sintonia. Luca Era Gay pode se tornar a trilha sonora de suas vitórias na caminhada da reorientação sexual. 



A música retrata a vida de um rapaz chamado Luca e que o cantor Giuseppe Povia conheceu e fez a canção. Foi lançada no Festival de Sanremo que é como se fosse o oscar da música pra eles lá na Itália.

Devido a polêmica gerada em torno da letra o cantor Povia foi levado a revelar que além de Luca a história cantada também retrata a sua vida, visto que no passado ele se envolveu com homens e hoje os desejos homossexuais deixaram de existir.  

Nesse outro vídeo você vê a apresentação dele no Festival de Sanremo. A moça que faz back e o solo no fim da música é a mulher dele. Na oportunidade ele levou um cartaz que diz: "nessuno ha sempre ragione" o mesmo que "ninguém tem sempre razão". O recado foi para os intolerantes ativistas da nação italiana. 


Giuseppe Povia contou que a música foi baseada em sua história:

- Meus pais se separaram quando eu era pequeno e meu pai saiu de casa. Fiquei sozinho em um ambiente feminino, brincava de boneca. Engana-se quem pensa que uma pessoa nasce gay. Você se apaixona por um homem porque é isso que você gostaria de ser – disse o cantor ao jornal italiano “Il Giornale”.

Ao mostrar que a condição homossexual não é imutável, a música de Povia é um balde de água fria nas pretensões dos grupos gays, que exigem direitos — e muito dinheiro $$$ — para promover o estilo de vida homossexual como conduta normal. No entanto, para um grande número de homens que procura uma saída do abismo da desorientação homossexual, a música dele representa esperança e encorajamento aos ouvidos e ao coração.

HISTÓRIA REAL DE LUCA, PERSONAGEM QUE INSPIROU A MÚSICA "LUCA ERA GAY" DE POVIA. FICA EVIDENTE QUE A VIDA GAY É A MESMA EM TODA PARTE DO MUNDO. É UMA VIDA ROTINEIRA, CHEIA DE CICLOS VICIOSOS E QUE SIMPLESMENTE ENJOA.

P.S. Os ativistas gays também são idênticos no descontrole em todo o mundo! 






sábado, 25 de maio de 2013

"Na Bíblia a homossexualidade não é tratada com um peso diferente"

Fiquei muito feliz ao encontrar este vídeo, pois percebi que ainda há esperança, há pessoas que sabem que existem homossexuais que não querem ser gays. Este conselheiro trabalha nessa área, e está muito bem capacitado para isso, ele não culpa os homossexuais por suas vontades sexuais, pelo contrário, entende muito bem que teve uma origem, e essa origem é o problema, o "x" da questão. 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

E QUANDO VOCÊ CONHECE O SALVADOR APÓS TROCAR DE SEXO? ACONTECEU COM WALT HEYER

CARLSBAD, Califórnia, EUA, 3 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família)

Walt Heyer era um menininho crescendo na Califórnia em meados da década 1940, interessado em cowboys, carros e violões quando certo dia, a avó dele teve a imaginação estranha de que ele queria ser uma menina. Ela ingenuamente lhe fez um vestido roxo de baile, com fita de enfeite, que ele costumava usar quando a visitava.

De acordo com Walt, usar aquele vestido roxo com fita de enfeite desencadeou algo que o colocou numa longa trajetória de 35 anos que o levou a um vale escuro de “tormento, desilusão, mágoas e tristezas”. Sua confusão com sua identidade sexual o levou ao alcoolismo, vício de drogas e tentativa de suicídio.

No fim, Walt recorreria à “cirurgia de mudança de sexo” com vaginoplastia para fazê-lo se parecer como uma mulher, algo que ele veio a lamentar profundamente e que ele agora aconselha indivíduos com confusão sexual a evitar. “Ele (Deus) havia me criado como homem, do jeito que eu era, e nenhuma faca iria jamais mudar isso”, Walt disse para LifeSiteNews.com numa recente entrevista.


Envergonhado de Ser Homem

Em seu livro de 2006, “Trading my Sorrows” (Negociando minhas Tristezas), Walt relata que o vestido roxo foi apenas a primeira de muitas influências em sua vida que fizeram com que ele sentisse vergonha de ser homem. Houve o abuso sexual que ele sofreu nas mãos de seu tio que ele diz que fez com que ele sentisse vergonha de seus órgãos sexuais. Havia a austera disciplina de seu pai — praticamente indistinguível de abuso físico, diz ele — que fez com que ele se sentisse incapaz de ser o menino que seu pai queria que ele fosse.

Walt se lembra de nunca se sentir bem o suficiente para seus pais, nunca conseguir agradar a eles e nunca receber os elogios que ele muito desejava.

“O que eu desesperadamente queria era elogios dos meus pais pelas coisas que eu fazia muito bem, e encontrar meu próprio lugar ideal onde eu pudesse me expressar, desenvolver meus talentos e fazer algo de que eu gostasse”, explicou Walt em seu livro.

O menininho que não tinha nenhuma autoestima começou a desprezar a si e a seu corpo. Walt começou a se consolar se vestindo como menina e guardando esse segredo de seus pais. Vestir-se como uma menina se tornou seu esconderijo onde ele se sentia a salvo da disciplina e conflitos dolorosos que seu pai e mãe lhe davam.

A Mulher Tirana Interior

Quando passou pela adolescência, Walt diz que a menina que estava dentro de sua cabeça foi ficando mais forte e exigia mais de seu tempo. Apesar do fato de que Walt adorava carros que chamavam a atenção e namorou mocinhas atraentes no colegial, não importava quanto ele se esforçasse, ele não conseguia expulsar a obsessão de se tornar uma mulher. Depois da escola secundária, Walt saiu da casa de seus pais e foi morar em sua própria casa, de modo que ele pudesse usar roupas de mulher na privacidade de seu próprio lar. Nessa altura, ele havia amontoado muitas roupas femininas, mas ainda sentia uma vergonha profunda de seu hábito secreto.

Walt acabou se casando, ficou rico e a partir de todas as aparências exteriores, estava vivendo o sonho americano. Ele continuava suas contínuas escapadas para o mundo de seu segredo de mulher.

Walt diz que estava vivendo três vidas diferentes de “homem de negócios bem-sucedido e beberrão, o quadro perfeito de um pai e marido amoroso e um travesti mulherzinha”. Contudo, por dentro, Walt estava experimentando desastre e desilusão. Tudo na vida dele começou a desmoronar.

Ele recorreu ao álcool como um mecanismo para lidar com seus problemas, mas isso só aumentou seu desejo de se tornar uma mulher. Ele diz que permitiu que a menina que estava dentro de sua cabeça se expressasse mais e mais à medida que ele desesperadamente tentava agarrar momentos de alívio do furioso mar de sofrimento e tristeza que estava sua vida.

No fim, Walt colocou todas as suas esperanças na cirurgia de sexo como a solução que faria seu sofrimento desaparecer permanentemente.

A Cirurgia

Primeiro, vieram os grandes peitos, implantados pela cirurgia plástica. Então, veio o procedimento que Walt mais lamenta, a transformação cirúrgica de seu órgão reprodutor masculino para a aparência de um órgão reprodutor feminino.

Walt havia esperado que o procedimento aliviasse sua “debilitante angústia psicológica” e fizesse cessar, uma vez por todas, o conflito que o havia atormentado desde sua infância. Mas para seu desânimo e grande tristeza, rearranjar seus órgãos sexuais e mudar sua aparência não efetuou a mudança correspondente em seu interior.



Depois da cirurgia, a mente de Walt se tornou um campo de batalha de pensamentos e desejos conflitantes que ele só poderia descrever como “agravantes, desoladores, deprimentes, contraditórios, distorcidos e imprevisíveis”.

Depois da cirurgia, cada dia que passava deixava mais claro para Walt que ele havia cometido um “erro imenso”. Seu vício à cocaína e ao álcool, numa tentativa de entorpecer o sofrimento emocional, só aumentou seu tormento, depressão e solidão.

Walt agora sabia que a faca do cirurgião e a amputação consequente não o haviam transformado de homem para mulher. Ele percebeu que a cirurgia era uma “fraude completa”. Ele sentia que não tinha escolha, senão viver uma vida como uma mulher cirúrgica, um “impostor”.
Tentativa de suicídio

Nesse ponto, ele chegou ao fundo do poço. A cirurgia havia destruído a identidade de Walt, sua família, seu círculo social e sua carreira. Ele estava sentindo que nada mais lhe restava, a não ser morrer. Walt, que estava se passando pelo nome de Laura Jensen, tentou atirar-se de cima de um prédio, mas foi impedido por um transeunte.

Sem ter onde morar e sem um centavo no bolso, o arruinado “transexual” teria terminado vivendo na rua se um bom samaritano não tivesse lhe dado um lugar para dormir numa garagem. Esse novo amigo incentivou Walt a frequentar as reuniões dos Alcoólatras Anônimos onde ele percebeu que precisava se conectar a uma “força mais elevada” se quisesse escapar da bagunça em que havia se metido.

Walt começou a compreender mais e mais que ele era verdadeiramente um homem, mas um homem que estava encoberto num “disfarce de mulher”.

“Eu estava muito consciente de que estava agora na lata de lixo da raça humana, uma vida desperdiçada e jogada fora, pervertida por minhas próprias escolhas. O álcool, as drogas e a cirurgia haviam me deixado inútil para qualquer um. Eu havia fracassado de forma desgraçada como o homem que Deus havia me criado para ser”.

Saindo do Vale da Escuridão

Com a ajuda de alguns amigos cristãos que ele havia descoberto recentemente, Walt começou uma jornada em direção à cura e à descoberta de sua verdadeira identidade como homem. Walt percebeu que a chave para ganhar a batalha que assolava dentro de si era a sobriedade. O lema e constante oração interior dele se tornaram: “Permaneça sóbrio — não importa o que aconteça — permaneça sóbrio”. Ele colocou de lado o álcool e se voltou para Jesus como uma fonte recém-encontrada de força.

Certa vez, durante um tempo de oração com seu psicólogo cristão, Walt diz que sentiu espiritualmente o Senhor, todo vestido de branco, que se aproximou dele com os braços estendidos, abraçou-o completamente e disse: “Agora você está para sempre a salvo comigo”. Foi nesse momento que Walt soube que encontraria a cura e a paz que ele desejava tão intensamente em Jesus.

Walt disse para LifeSiteNews numa entrevista que aqueles que estão passando por lutas com relação à sua identidade como homem ou mulher e acham que a operação de sexo é a solução “precisam ir a um psicólogo ou psiquiatra e iniciar uma terapia e cavar profundo para descobrir o que está provocando esse desejo, pois há alguma questão psicológica ou psiquiátrica obscura que não foi resolvida e que precisa ser investigada — quer seja abuso sexual, quer seja abuso físico ou quer seja uma questão de modelos na vida. 

Pode levar um ano investigar as questões profundas que estão ocorrendo e então, quando você faz essa investigação, você pode levar a pessoa a um ponto em que ela pode começar a entender seu sexo e começar a aceitar seu sexo e querer viver o sexo que Deus lhe deu”.

Agora, como um homem idoso, Walt crê que se pudesse voltar no tempo e dizer algumas palavras significativas para si como um homem mais jovem, ele orientaria o homem mais jovem a evitar a cirurgia de sexo, e descobrir a causa principal por trás do desejo pela cirurgia.

Walt acredita que sua vida dá testemunho do poder da esperança, que nunca devemos desistir de alguém, não importa quantas vezes ele ou ela falhe ou quantas reviravoltas haja no caminho para a recuperação. 

Acima de tudo o mais, diz Walt, nunca devemos “subestimar o poder curador da oração e amor nas mãos do Senhor”.

sábado, 27 de abril de 2013

APRENDA A SER --> H.O.M.E.M


Ao assistir este programa eu parei para pensar no quão complexo é nossa sexualidade. Apesar de já nascermos com ela definida, também nascemos com o cérebro - órgão que vai ter que ser ensinado da forma correta para estar sempre em sintonia com todo o corpo, e é aonde as coisas começam a complicar. 

Eu penso que se fizerem uma estatística chegariam a conclusão de que nunca houve tantos homossexuais, bissexuais, etc., como em nossa geração. Por que eu penso isso? Porque vejo que a maioria das pessoas com problemas nas suas identidades sexuais foram frutos de relacionamentos irresponsáveis, frustrantes - pais separados, pais que traíram, pais ausentes, pais que transam na frente dos filhos, e não só pais, qualquer adolescente ou adulto que conviva com uma criança em formação que apresente a esse pequeno ser situações desse tipo. 

Situações como essas se tornaram rotineiras em nosso tempo, deixando para trás a tradicionalidade de casamentos duradouros, famílias unidas e crianças crescendo de forma saudável, ou seja, sem funk, sem novelas pornográficas, sem o conteúdo sexual massante que é produzido em nossos dias. 

Nesse programa eu ouvi uma grande verdade que diz que nós enquanto crianças, até os nossos 10 anos de idade não ligamos para nossa sexualidade, se somos meninos ou meninas, apenas queremos saber de brincar e ser felizes, é normal até ouvir crianças dizerem que nunca vão se casar ou ter filhos (porque o comum é elas não pensarem nisso). 

O comum, porém, virou para muitos "breguice". Hoje, qualquer um de nós sabe que as crianças tomam conhecimento do sexo muito cedo. Em primeira instância pela mídia. Depois na escola.  Agora bombardeadas por músicas pornográficas. O jornalismo evidencia como elas são violentadas, abusadas, com extrema facilidade. Algumas com "pseudo-consentimento". 

Pelo que acompanho nunca se produziu tanto material sexual como atualmente. As pessoas estão mais sexuais, mais "safadas". E tudo isso atinge os menores em maior ou menor grau - pense na confusão que toda essa informação sexual resulta numa mente em formação.

As pessoas nascem homens ou mulheres - predestinadas a viverem com os corpos que ganharam. Mas a mente, essa sim, é a que vai dizer qual é o comando do restante do corpo. 

Os ativistas gays podem dizer o que bem entenderem, podem alienar quem conseguirem, podem levantar diversas bandeiras, mas as pessoas que ainda desfrutam de um bom raciocínio sabem bem que assim como temos que aprender a ser homens e mulheres, se aprende também a ser gay, bi, trans, mesmo que de forma involuntária (como é a grande parte dos casos).

Os vídeos a seguir, só deixam um bom recado aos futuros pais: sejam responsáveis, sejam adultos de verdade, ser pai e ser mãe significa delegar aos filhos seus papéis como homens e mulheres - os únicos sexos que existem – o resto é pirataria. Se sair do padrão natural, a culpa não é de Deus, e sim dos próprios pais. 




Postagens populares

Contador de Visitas

Arquivo do blog

VISITE TAMBÉM: