domingo, 11 de novembro de 2012

DESABAFO

Nascemos em um mundo que prega o seguinte: “Homossexualismo não é doença”. Ora, sabemos disso! Não é doença, assim como não é genético. Resumindo, ainda não se sabe o que é. O que há, são várias propostas, mas sem comprovação empírica. 

Estão legalizando casamentos homossexuais, adoção homossexual e já existe até projeto de lei que pretende criminalizar o pensamento oposto ao homossexualismo. Ou seja, você tem que ser obrigado a entender um comportamento que não tem resposta para esta simples pergunta: é biologicamente natural? O grande problema não é este!

Não? O que pode ser pior? A disseminação da ideia de que não é possível deixar a homossexualidade. As pessoas estão tão alienadas que acham um absurdo alguém dizer: “sou ex-gay”. Quem escreve sente na pele! 

Para mim a opinião das pessoas não vai mudar coisa alguma, pois já consegui o que tanto sonhava. No entanto tenho que lidar com e-mails com pedidos de ajuda, aconselhamentos. Homens e mulheres completamente desesperados por mudança. Estive na situação deles um dia e ajudar é o mínimo que posso fazer.  

Aqueles que são infelizes por estarem envolvidos na homossexualidade são obrigados, observe bem o sentido da palavra, obrigados, impostos, a continuarem no sofrimento. A população já está treinada para falar "se aceite". "Mesmo não gostando se aceite". Isso é um absurdo! 

Psicólogos brasileiros não podem auxiliar os homossexuais que os procuram espontaneamente para reverter sentimentos que não lhes aprazem. Todas essas regras e afirmações em cima de um tema que não tem respostas. Ou seja, restrições completamente sem sentido! Como é possível? Política, poder! 

O ativismo gay está presente nos cenários político, econômico, social e claro midiático. No fim, os que mais sofrem não são os gays, e sim os que não gostam de ser gays e querem mudar. Dá preguiça ouvir sempre os mesmos discursos dos opositores. Segundo eles estes não se aceitam pelo preconceito da sociedade. Ora, nem só de preconceito vive o homem, todos nós temos vontades interiores que não são necessariamente provenientes de preconceitos. 

Pelo jeito que as coisas andam, só desejo às famílias que não tenham filhos e filhas abusados na infância. Que os pequenos tenham o amor e presença necessária dos pais. Que cresçam naturalmente e tenham descobertas sexuais apenas no momento ideal. Q
ue não tenham a mesma má sorte que eu tive assim que cheguei a este mundo.

Se querem apoiar alguma causa, apoiem a liberdade individual de ser gay, de não ser, e de querer mudar. É o justo! 




2 comentários :

  1. Sou ex- lésbica e sei bem do que vc está falando o preconceito é muito maior hj por eu ter deixado a prática por amor a Cristo !

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  2. Pois é! Que o Senhor te fortifique cada vez mais, te encha da Graça e Paz que só ele proporciona. Obrigado pelo comentário.

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