quarta-feira, 27 de setembro de 2017

BOMBA: AUTORA DA RESOLUÇÃO DO CFP ADMITE SER POSSÍVEL MUDAR A ORIENTAÇÃO SEXUAL

A POLÊMICA ACABOU! Pelo menos para este blog não é necessária mais coisa alguma para uma respiração aliviada, um coração leve, quando o assunto é esta resolução nº01/99 do Conselho Federal de Psicologia

É que a própria autora da resolução, a doutora em psicologia social Ana Bock, participou no começo da semana de um acirrado debate na TV Brasil com o único pesquisador da homossexualidade egodistônica no país, o ex-homossexual Claudemiro Soares. 

Talvez ela não esperasse debater com alguém tão bem preparo. Ele, como pesquisador, estudou com cuidado toda carreira acadêmica de Ana deixando ela sem saída e revelando frente às câmeras, ao vivo, a verdade que vai trazer o equilíbrio para esta nação. 

Em dois momentos importantes do debate ela deixa claro que é possível mudar a orientação sexual de uma pessoa. Veja as transcrições e assista ao vídeo.

Claudemiro argumenta: "mas na sua produção acadêmica a sra. diz categoricamente que a homossexualidade é opção. Se é opção como é que não pode optar?!"

Ana Bock: "Claro, pode optar. Eu acho que é opção!"

Claudemiro: "Tá vendo! É opção!"

Ana Bock: "É opção, mas não é doença cara!" 

Mais um momento importante da conversa: 

Ana Bock: "É proibido pelos psicólogos influenciar o sujeito. E ai eu vou concordar com você pela primeira vez na nossa conversa. Porque assim... é proibido influenciar: dizer você não deve ser homossexual e é proibido dizer aceite a sua homossexualidade".

Claudemiro aqui apertou ela porque a psicóloga Marisa Lobo foi processada pelo Conselho de Psicologia do Paraná exatamente por não influenciar o usuário a aceitar a homossexualidade se ele não quiser. 


Mas calma leitor! Sei que foi bom, mas até aqui são informações leves. Apenas para dar um suspense na barriga. O que importa mesmo é a próxima afirmação. Aperte o cinto. Vamos lá: 


Ana Bock: "Quem está respeitando o sujeito é a resolução. Porque ela diz assim: estou aqui para atender seu sofrimento, mas eu não vou oferecer para você cura, porque você não está doente. Agora venha aqui que nós vamos lidar com o sofrimento. E se o resultado disso for uma MUDANÇA de orientação sexual TÁ MUITO BOM. Ele vai sair satisfeito, o psicólogo também". 

Claudemiro deu aquela risada de ELA FALOU A VERDADE. E claro não podia deixar essa pérola passar e frisou bem: 

Claudemiro: "Eu concordo com a Dra. Ana Bock porque ela diz o seguinte: 'que o indivíduo é recebido no consultório do psicólogo, são tratadas as questões que ele leva, e se disso resultar numa MUDANÇA DE ORIENTAÇÃO SEXUAL, TUDO BEM'. Agora o que eu digo é o seguinte: que essa fala dela, nos termos em que ela falou. E como ela é autora da resolução, ela fizesse então uma emenda lá agora, promovesse isso junto ao Conselho, essa fala. Resolveria todo o problema!"

Ela dá uma risadinha de "estou fu#di##" hahaha. 

Outro momento do debate um tanto intrigante é a fala da Dra. Ana que começa no minuto 12:38 do vídeo. Vamos analisar: 

Ana Bock: "Os psicólogos não podem considerar como doença porque quando você considera como doença, você tira qualquer possibilidade do sujeito dizer 'EU que escolhi, EU que quero, EU tô bem com isso, EU tô feliz ou EU não quero, vou mudar' porque você disse que é doença. Você EXTRAIU do sujeito a sua propriedade sobre a sua orientação sexual. Sobre a sua identidade. Sobre a sua vida sexual". Ela ainda complementa: 

Ana Bock: "Com base em tudo isso, com vistas à uma psicologia que respeita as coisas que são CONSTRUÍDAS na sociedade, as possibilidades que são construídas na sociedade, a gente tem defendido este tipo de psicologia". 

Então fica claro que é omitida a possibilidade de ser uma doença para que então se torne uma opção do sujeito afetado por tal desejo dar continuidade ou não a tal desejo manifestado. Também é omitido como possibilidade de ser uma doença porque a psicologia, segundo ela, respeita as coisas que são CONSTRUÍDAS na sociedade, como as identidades LGBTTs. Que foram aceitas politicamente $$$ e não por reconhecimento científico. Então, por isso, para ela é uma OPÇÃO. A opção de deixar a possibilidade de ser doença de lado e assumir como uma identidade social. 

Sim leitor! Dá vontade de chorar né! Resolveria todo o problema de quem não quer ser gay e prefere o apoio da Ciência/Psicologia. 

Talvez por pressão do ativismo gay instalado na atual gestão do CFP seja difícil e demorado, mas a verdade está ai. Nua e crua! Caso não permitam o avanço desta decisão da Justiça Federal já sabem que é o ativismo gay sim. Não tem outra sociedade. São eles! Ana Bock pode até tentar reverter o que ela disse, mas está gravado. Já era. Ela falou a verdade para o bem da nação! Não vai adiantar tentar enrolar, como estão fazendo até agora. 

Todo império de anos acabando com as vidas de quem não queria ser gay desmoronado nessa frase dela. 

Outro motivo para se comemorar é que ela já tá de idade e entrar no caixão com uma mentira dessas nas costas não seria muito bacana. Pelo menos ela se redimiu, deixando escapar, porque não foi de propósito como você assiste: 


                                          

 Bolsonoro : ISSO É JUSTO ? 



           Deputada Eliza Virgínia: 

"Cadê a diversidade tanto pregada?"

 



           

Psicólogo que "despatologizou" a homossexualidade

defende reorientação 

Também foi citado no debate a APA, Associação Americana de Psicologia. E é interessante porque o ex-presidente Nicholas Cummings, autor do documento mais importante que mudou o futuro dos gays no mundo, fala no vídeo sobre o destino da organização após sua gestão e sobre a reorientação sexual. 

O psicólogo afirma que antes os trabalhos eram sérios. Quando criou a resolução em 1975, ele explica que a entidade se baseava no Princípio de Leona Tyler, que impedia que qualquer pesquisa sem comprovação científica fosse publicada, o que desde 1990 deixou de ser observado pela associação. 

O mais importante na fala dele é que mesmo sendo autor da resolução que definiu a homossexualidade sendo caracterológica, ao contrário de doença. Ele afirmou que na época as pesquisas haviam de continuar, o que nunca aconteceu. Isso mesmo, segundo ele pesquisas imparciais pararam por ali. 

A política, de acordo com Cummings, tomou conta da APA e prevaleceu sobre qualquer resultado científico: “resultados arbitrários de pesquisas tornaram-se moda e o movimento pelos direitos dos gays de certa forma tomou a APA”. 

O doutor na entrevista aparenta arrependimento e se pudesse voltar atrás pensaria um pouco mais: “Hoje eu vejo a necessidade de uma organização que recrute mais homens heterossexuais, os menos representados na APA atualmente”, desabafou. 

Cummings ressaltou que qualquer coisa que não era liberal passou a ser mal vista pelos associados. Quanto a homossexualidade ser algo irreversível ele discorda claramente ao dizer que “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”. 

A conclusão de tudo isso é que a militância gay tomou conta da própria ciência para auto-favorecimento colocando para escanteio os homossexuais que procuram espontaneamente formas de mudarem os seus desejos. 

As melhores afirmações de Cummings: 

“As agências de financiamento decidem arbitrariamente qual estudo será financiado”. 

“Se alguém decide ser gay eu respeito isso, mas também respeito o direito de discordar”.

“Agora só se ouve um lado da história”. 

O movimento ativista homossexual sempre que pode, ataca aqueles que querem mudar. Afirmam sempre que precisamos ser como eles e nos aceitar. 

A verdade é que não precisamos fazer parte de manobra alguma criada por eles. Estamos sendo nós mesmos, e exercendo nosso legítimo direito. 

Se vocês gostam do estilo de vida homossexual, do sexo homossexual, beleza. Nós não nos adaptamos. 

A maioria de nós homossexuais egodistônicos começamos a desenvolver desejos homossexuais depois de abusos na infância. E a cada vez que ouvimos "você tem que se aceitar" são reavivadas dentro de nós trágicas memórias. 

Não reclamem pelo fato de a maioria de nós buscar ajuda na religião. Afinal, esta é a única que vocês nunca vão manipular. 

Se vocês querem ser gays que sejam. Agora não impeçam pessoas de saírem da homossexualidade. 

Demonstramos aqui que querer deixar a homossexualidade não está baseado apenas em conceitos religiosos, mas também científicos. A ciência autêntica. A ciência imparcial reconhece isso. 

Foi o próprio autor da resolução que tirou a homossexualidade do rol de doenças mentais que afirmou: “a pessoa é quem decide o que fazer com sua orientação”.

E AGORA ?


Os ativistas gays não perdem tempo. Já começaram a sujar a internet com suas tentativas de ludibriar os incautos com suas matérias tendenciosas. Uma "suruba protesto" com título "incuráveis" que tal?
É... e tentam associar o assunto da resolução com religião todo o tempo. Atacando especialmente quem acolhe os que querem mudar, os cristãos: 



Nem o juiz escapou, coitado: 



Agora é com vocês sociedade! Agora é com vocês homossexuais egodistônicos! Informações suficientes para dar vida ao sonho de mudar vocês já têm.

Eu optei pela fé para resolver minha sexualidade. Até porque psicólogos só podiam afirmar o que eu não queria para mim. No entanto, o máximo de informações foram unificadas aqui para você saber que existe outro caminho se você não quiser a fé. É um direito seu!


Outras gerações estão vindo ai, vocês PAIS vão deixar a sexualidade delas com o ativismo gay?! É com vocês agora!!! 


Assista aos vídeos:


Presidente do Conselho de Psicologia foi à Venezuela apoiar Maduro à custa dos psicólogos

O que a gente precisava ouvir da autora da resolução já ouvimos:

"E se o resultado disso for uma MUDANÇA de orientação sexual TÁ MUITO BOM. Ele vai sair satisfeito, o psicólogo também"                                                                                                                                                                           

Ana Mercês Bahia Bock      

 Autora da resolução  01/99 do Conselho Federal de Psicologia   


                   

Será que a fala dela vai, mais uma vez, gerar discórdia na sociedade?! Vai ser uma questão de ponto de vista e interpretação uma afirmativa tão clara como a dela? Depende dos maus que temos na sociedade!

Uma coisa é certa, qualquer tentativa dos próprios psicólogos reverterem o que a autora da resolução falou vai apenas evidenciar como essa classe de profissionais é perdida em seus conceitos,  sem consenso, despreparada para lidar com o tema, logo sem credibilidade alguma. Talvez não seja essa a visão que a categoria quer passar para toda a sociedade. Os próximos capítulos dirão.  

Se você havia percebido algo de errado, parabéns, acertou!


Leia gratuitamente este livro e saiba tudo sobre o assunto!

"Oferecemos o lado oposto do testemunho pessoal, o dos homossexuais que tentaram aceitar uma identidade gay mas não se sentiram satisfeitos e logo se beneficiaram da psicoterapia para ajudá-los a libertar-se do conflito de identidade de gênero. Essa terapia não é para todos os homossexuais. Alguns podem preferir a Terapia de Afirmação Gay"
Só para ficar bem justo, se eu fosse esse juiz do caso, processaria toda essa galera que o difamou. Deveriam pedir desculpas em público principalmente por terem feito o que fizeram com Rozangela Justino:



Rozangela & os ativistas da Rede Globo

Por Ernandes Almeida

VEJA TAMBÉM:

ASSISTA AO DEBATE COMPLETO NA TV BRASIL 




terça-feira, 26 de setembro de 2017

SUPER POP: THAMY MIRANDA DEFENDE DIREITO DE MUDAR!

A melhor parte do programa Super Pop de ontem! O trans mais famoso do Brasil filho da artista Gretchen mostrou que é bem imparcial quando o assunto é sexualidade: não tem que ter uma regra a pessoa faz o que tem vontade. Se o cara não quiser mais ser gay qual é o problema?!

"SE O CARA NÃO QUISER MAIS SER GAY, QUAL É O PROBLEMA?!"



VEJA TAMBÉM:


domingo, 24 de setembro de 2017

HOMOSSEXUAL ASSUMIDO: "QUERO ESTE AUXÍLIO! QUERO MUDAR!"

Cleber Luiz enfrentou o que a maioria dos egodistônicos viveu: o abuso sexual na infância. Foi ali que ele aprendeu o sexo homossexual e deseja parar com o que o abusador ensinou. Hoje com 35 anos ele afirma: agora eu não sou mais um adolescente, sou um homem que procurou psicólogos por toda minha vida. É legítimo o direito dos gays mas, igualmente é, o direito de quem não quer ser! 

Assista ao vídeo completo! Compartilhe o outro lado do que a mídia não conta.


VEJA TAMBÉM: 

JORNALISTA PAULO MARTINS: ESTAMOS NUM PAÍS LIVRE... AINDA!

PAULO MARTINS: MOVIMENTO GAY ESTÁ PERSEGUINDO PSICÓLOGOS

RACHEL SHEHERAZADE: MUDAR É UM DIREITO DE QUALQUER CIDADÃO!

RAQUEL CELESTE: GOSTARIA QUE FÔSSEMOS RESPEITADOS NA NOSSA HISTÓRIA DE VIDA

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA - A FÁBRICA DE HOMOSSEXUAIS


LIVRO: RELATOS DE CASOS DE TERAPIA REPARATIVA

sábado, 23 de setembro de 2017

"Cura Gay": A NOTÍCIA VERDADEIRA

A decisão do juiz federal dr. Waldemar Cláudio de Carvalho. A resolução nº 001/1999 do CFP. As recomendações da Organização Mundial de Saúde na CID. A egodistonia sexual. A atração indesejada pelo mesmo sexo. Os psicólogos. A repercussão. A verdade!
Apoie estes abaixo-assinados. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante. Pelo direito ao atendimento psicológico em caso de ATRAÇÃO INDESEJADA PELO MESMO SEXO:

VEJA TAMBÉM:

terça-feira, 19 de setembro de 2017

PARE COM A HISTERIA: JUSTIÇA NÃO AUTORIZOU "TRATAMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE COMO DOENÇA"

Antonio de Moura / Art. Original
Advogado e Mestre em Direito pela PUC-SP.


Quem afirma que esta decisão judicial “tratou a homossexualidade como doença” ou que “foi instalada a ‘cura gay'” é muito desonesto ou analfabeto. Não há meio termo. É desonesto quem entendeu – e sabe que não é nada disso. É analfabeto quem leu e não entendeu – porque o Juiz Federal não disse nada (nada!) sobre considerar doença. 

Pelo contrário, a decisão preserva a redação integral da Resolução nº 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia, apenas afirmando que “a fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela Resolução deve ser aquela no sentido de não privar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura“. 

No dispositivo é possível perceber que a determinação judicial consiste apenas em “determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete (a Resolução nº 01/1999) de modo a impedir psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re)orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia”.

A decisão judicial é, portanto, correta. Não fere a orientação sexual de ninguém, não trata qualquer condição sexual como doença e apenas garante que, se o indivíduo quiser – mediante escolha livre e consciente – procurar um psicólogo, terá o direito de ser ouvido e o profissional poderá realizar estudos e atendimentos reservados, tudo para que seja preservada a vontade espontânea do paciente. É algo mais ou menos assim: se um homem que se diz heterossexual precisa de ajuda e orientação para tornar pública a sua homossexualidade, ele pode procurar um psicólogo e o profissional poderá ajudá-lo no enfrentamento dessa etapa. A decisão permite apenas o caminho inverso. Que mal há nisso? 

Se você leu as palavras do magistrado e encontrou “cura gay” você precisa estudar ou parar de ser desonesto. Isso não é questão de opinião, é simples capacidade de inteligência.


É incrível como a mídia embute histeria nas pessoas quando quer por meio de manchetes que manipulam a verdade. A decisão do juiz em NENHUM momento falou que homossexualidade é DOENÇA. A única coisa que ela permite é que os homossexuais que desejem ter uma terapia psicológica de reorientação sexual sejam livres para fazê-lo, bem como os psicólogos interessados em estudar o assunto e oferecer essa terapia também sejam livres para fazê-lo. A mesma imprensa que passou dias defendendo a "liberdade de expressão" (só de fazer uma exposição, quem a boicotou foi chamado de "censor" e "nazista") agora claramente defende a censura a uma terapia da qual discorda. Caneta Desesquerdizadora no O Globo, VEJA e Folha de S.Paulo.

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sábado, 16 de setembro de 2017

JUSTIÇA AUTORIZA PSICÓLOGOS TRATAREM HOMOSSEXUAIS EGODISTÔNICOS


Uma Ação Popular solicitada por um grupo de dezenas de psicólogos na Justiça Federal do Distrito Federal contra o Conselho Federal de Psicologia (CFP) resultou em uma decisão liminar que suspende a Resolução 01/99 da entidade, que proibia psicólogos de receberem em seus consultórios homossexuais egodistônicos que buscassem tratamento. 

O homossexual egodistônico é alguém caracterizado pela inconformidade com sua orientação sexual e que busca formas de abrir mão da atração por pessoas do mesmo sexo e assim, reduzir os transtornos psicológicos e comportamentais associados.

O grupo de psicólogos que requereu a ação na Justiça Federal foi motivado pelos casos da psicóloga Rozângela Justino, uma profissional da área que sofreu censura do CFP em 2009; e da psicóloga Marisa Lobo que chegou a ter o registro profissional cassado pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná – decisão revertida em instâncias superiores.

Os profissionais da psicanálise viram, nesses casos, uma ação tomada de parcialidade, com intenção de censura e perseguição religiosa do CFP, e assim procuraram a Justiça Federal para reverter a conduta da entidade de classe.

O juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, titular da 14ª Vara da Justiça Federal em Brasília, reconheceu que os psicólogos encontravam-se impedidos de clinicar ou promover estudos acerca da reorientação sexual devido a uma interpretação equivocada da Resolução 01/90; editada pelo CFP para disciplinar a atuação dos profissionais da psicologia no que se refere à questão homossexual.

O magistrado entendeu que esse impedimento trazia grande prejuízo aos indivíduos que manifestam interesse nesse tipo de assistência psicológica: “Por todo exposto, vislumbro a presença dos pressupostos necessários à concessão parcial da liminar vindicada, visto que: a aparência do bom direito resta evidenciada pela interpretação dada à Resolução nº 001/1990 pelo CFP, no sentido de proibir o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à orientação sexual, afetando, assim, a liberdade científica do país, e por consequência, seu patrimônio cultural”, pontuou Carvalho na decisão liminar.

“Defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete do modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re)orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do CFP, em razão do disposto no art. 5º, inciso X, da Constituição de 1988”, acrescentou o juiz.

O especialista em Políticas Públicas e Mestre em Saúde Pública, Claudemiro Soares, comentou a decisão da Justiça: “Essa norma estava sendo interpretada em processos éticos do CFP de modo a promover até a cassação de registro profissional. Nesse sentido, pelo menos duas psicólogas sofreram essa medida extrema por haverem sido acusadas de praticar aquilo que os ativistas homossexuais chamam equivocadamente de ‘cura gay’”, afirmou.

O advogado Leonardo Loiola Cavalcanti, responsável pela apresentação da Ação Popular, comemorou a decisão: “Todos os psicólogos podem atender os homossexuais egodistônicos, aqueles que não se aceitam em sua orientação sexual, sem o receio de serem punidos pelo Conselho Federal de Psicologia. Viva a liberdade científica e o direito do consumidor!”.

“Cura gay”

Há anos a militância LGBT vem limitando o trabalho profissional de psicólogos que recebem homossexuais egodistônicos em seus consultórios, impendindo-os de ajudá-los a compreender e encontrar meios para reduzir seu sofrimento com a orientação sexual.

Nos casos opostos, em que heterossexuais preocupados com a manifestação de atração sexual por pessoas do mesmo sexo, o CFP não exercia nenhuma restrição aos psicólogos.

Diante dessa situação com características de parcialidade, o deputado federal João Campos (PRB-GO) apresentou, em 2011, um projeto de lei para regulamentar a atuação profissional dos psicólogos nesse quesito, mas a grande imprensa deu uma conotação negativa à proposta apelidando-a de “cura gay”.

O Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 versava sobre a resolução do CFP – que de certa forma funcionava como uma restrição à liberdade de expressão dos homossexuais egodistônicos, mas terminou retirado de tramitação pelo autor, em julho de 2013. Campos era filiado ao PSDB e o partido emitiu uma nota contrária ao projeto por conta da polêmica junto aos ativistas gays.

À época, a psicóloga Marisa Lobo estava no centro do debate por conta da tentativa do CRP-PR de cassar seu registro profissional, e pediu que o deputado retirasse o PDC da pauta da Câmara para que a discussão fosse ampliada junto à sociedade. Entretanto, ela afirmou que os ativistas gays não deveriam comemorar o recuo na tramitação do projeto.

“Fui uma das inspiradoras do PDC e pedi a ele [deputado João Campos] para retirar por ser psicóloga, e saber do golpe [dos ativistas gays]. A alegria do burro é pensar que é dono da carroça”, escreveu Lobo em seu perfil no Twitter.

Agora, com a decisão da Justiça Federal, a discussão será ampliada, favorecendo o debate e a tramitação do PL 4931/2016, de autoria do deputado federal Ezequiel Teixeira, que aborda o mesmo tema e está na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), de acordo com informações do jornal Estado de Minas.

A nova proposta faculta ao profissional de saúde mental aplicar terapias e tratamentos ao paciente diagnosticado com “transtorno psicológico da orientação sexual egodistônica, transtorno da maturação sexual, transtorno do relacionamento sexual e transtorno do desenvolvimento sexual”.

O texto frisa que cabe ao psicólogo “auxiliar mudança da orientação sexual, deixando o paciente de ser homossexual para ser heterossexual, desde que corresponda ao seu desejo”.

“Essa proposta legislativa justifica-se pelo fato de existirem indivíduos em profundo sofrimento psíquico em decorrência desses transtornos, mas que enfrentam dificuldades intransponíveis para acessarem os dispositivos terapêuticos que poderiam assegurar-lhes uma melhoria significativa na qualidade de vida, uma vez que, diversos profissionais da saúde se sentem impedidos de realizar por força de uma resolução ilegal do órgão de classe”, comentou Teixeira, em referência à atuação do CFP.

Fonte: GospelMais
Derrotas

O ativismo gay e sua militância dentro dos Conselhos de Psicologia vêm sofrendo diversas derrotas na esfera judicial em casos de tentativa de censura da psicóloga Marisa Lobo, que já havia revertido a cassação de seu registro profissional em última instância.

Recentemente, a juíza Soraia Tullio, da 4ª Vara Federal de Curitiba, negou uma ação indenizatória de R$ 50 mil por dano moral que o CRP-PR movia contra ela, e a decisão abriu espaço para a exposição da tentativa de censura frustrada.

A magistrada afirmou que as críticas feitas pela psicóloga à entidade estão dentro do que a legislação estipula como liberdade de expressão: “Se de um lado o direito à liberdade de expressão faz surgir, em contrapartida, a consequência de reparar eventuais danos causados a terceiros (o que não se questiona), por outro lado essa mesma liberdade de opinião, em uma sociedade democrática, abrange o direito à crítica às instituições, ainda que severas”, frisou a juíza.

Comentário do blog: mais uma vez a mídia se rendeu ao ativismo gay e vendeu seus títulos tendenciosos nas matérias sobre a decisão da Justiça Federal. Confira abaixo👇. Começa dai a estranheza da coisa certo?! Por que será que o conselho luta tanto para omitir a existência dos egodistônicos, dos que vivem a homossexualidade indesejada, dos que não querem ser gays?! Meramente política, por interesse financeiro ilícito, não há outra razão para continuar tirando a liberdade dessas pessoas. É uma questão que mais uma vez caiu na mídia nacional e você que NÃO quer ser gay tem que se expressar por meio dos comentários. Há vários posicionamentos diferentes mas a maioria compreende o juiz e o time de psicólogos que estão de parabéns pela sensibilidade em ter observado a nossa existência.

VEJA: Justiça permite tratar homossexualidade como doença

GLOBO: Juiz federal do DF libera tratamento de homossexualidade como doença


Percebam a intenção malévola de levar o leitor à má interpretação do texto. De propósito! De forma escancarada!

Sem esse malabarismo todo a notícia é simples: agora quem NÃO quiser ser gay pode contar com auxílio psicológico. Quem quiser ser, seja. Quem não quiser também é um direito seu! 👏👏👏


“Da mesma maneira que eu luto pelos meus direitos de ser trans eu não posso impedir o direito daqueles que querem buscar a reorientação sexual”



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